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Artigos Conjur – O juramento como início da garantia ne bis in idem

ARTIGO

O juramento como início da garantia ne bis in idem

O artigo aborda a importância do juramento no contexto do tribunal, destacando seu papel fundamental no início do julgamento e na proteção do acusado contra o ne bis in idem. Os autores discutem como o juramento assegura que os jurados baseiem suas decisões estritamente nas provas apresentadas, promovendo a imparcialidade e a racionalidade do veredicto. Além disso, são analisadas propostas de aprimoramento normativo para fortalecer essa prática no sistema judicial brasileiro.

Denis Sampaio, Gina Muniz, Rodrigo Faucz
21 out. 2023 17 acessos
O juramento como início da garantia ne bis in idem
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância histórica e contemporânea dos juramentos no sistema judicial, especialmente no contexto do tribunal, enfatizando seu papel fundamental no início do processo e na garantia do ne bis in idem, que protege o acusado de ser processado duas vezes pelo mesmo fato.

O texto discute como o juramento promove a seriedade e a atenção dos jurados durante o julgamento, ligando-se à necessidade de que seu veredicto se baseie exclusivamente nas provas apresentadas. Além disso, menciona a relação entre o compromisso dos jurados e a preservação da imparcialidade, destacando a função do juramento em prevenir a parcialidade na decisão, assim como a importância das instruções aos jurados que seguem a prestação do juramento.

O artigo também analisa a legislação e propostas reformistas no Brasil e em outros países, sambém mencionando casos judiciais que exemplificam a aplicação dos princípios discutidos. Por fim, ressalta a conexão do juramento com a racionalidade e a publicidade do processo judicial, visando garantir a justiça e a proteção dos direitos fundamentais dos acusados.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "O juramento como início da garantia ne bis in idem", de Lisandra Panzoldo, Denis Sampaio, Rodrigo Faucz e Gina Ribeiro Gonçalves Muniz.

  • Importância dos Juramentos na Idade Média: O papel dos juramentos como ferramenta para manter a ordem social em diversas áreas da vida, incluindo os tribunais.
  • Função do Juramento no Julgamento: Como a formalização do juramento inicia o julgamento e garante direitos fundamentais, como a proteção contra o ne bis in idem e a base do veredicto nas provas apresentadas.
  • Relação com a Racionalidade do Veredicto: A conexão entre o juramento, as provas e a dúvida razoável, promovendo uma decisão que deve ser fundamentada exclusivamente nas evidências.
  • Imparcialidade dos Jurados: O compromisso solene ajuda a minimizar a parcialidade, garantindo que os jurados baseiem suas decisões unicamente nas provas, mesmo em face de preconceitos.
  • Consequências da Violação do Juramento: A importância de respeitar o juramento e como a violação pode tornar o veredicto parcialmente inconstitucional.
  • Juramento e Direitos Processuais: A comparação do juramento em diferentes jurisdições, incluindo os procedimentos argentinos, e sua relação com a prova e a publicidade do julgamento.
  • Instruções aos Jurados: A necessidade de orientação clara para os jurados após o juramento, incluindo restrições sobre discussões do caso e o acompanhamento da mídia.
  • Propostas de Reformas Legislativas: Discussão sobre o projeto de lei que busca alterar a redação do artigo 472 do CPP, enfatizando a decisão baseada nas provas do caso para maior racionalidade.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Denis SampaioDoutor em Ciências Jurídico-Criminais pela Faculdade de Lisboa/PT. Mestre em Ciências Criminais pela UCAM/RJ. Visiting Student na Universidade de Bologna/IT. Investigador do Centro de Investigação em Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Lisboa/PT. Professor de Processo Penal (Pós- Graduação PUC. UCAM. Escola Superior da Defensoria Pública – FESUDEPERJ. Escola da Magistratura do Rio de Janeiro (EMERJ). Defensor Público do Rio de Janeiro. Ex- Presidente da Comissão Criminal do Colégio Nacional das Defensorias Gerais. Membro Honorário do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB). Autor de livros e artigos.
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Gina MunizDefensora Pública do estado de Pernambuco. Mestre em ciências jurídico-criminais pela Universidade de Coimbra.
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Rodrigo FauczPós-doutor em Direito (UFPR), doutor em Neurociências (UFMG), mestre em Direito (UniBrasil). Professor de Processo Penal e coordenador da pós-graduação em Tribunal do Júri do Curso CEI. Advogado criminalista habilitado no Tribunal Penal Internacional (Haia).

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