Kit de Cadeia de Custódia
Documente a integridade da prova digital que você colheu: o hash é calculado aqui, no seu navegador, e o arquivo não sai do seu computador. O relatório sai pronto para anexar à peça, ao termo de coleta ou à ata notarial.
O hash da prova sai daqui. O arquivo, não.
Selecione os arquivos da diligência e cada um sai com a impressão digital criptográfica, a data, a hora e o fuso, num relatório pronto para anexar ao termo de coleta, à peça ou à ata notarial. O cálculo acontece dentro do seu navegador: a plataforma não recebe, não vê e não guarda o arquivo.

Por que existe
Três jeitos de perder uma prova digital. Nenhum deles aparece no processo.
O laudo veio com hash, e ninguém confere
Conferir leva um minuto, e divergência é indício de quebra da cadeia de custódia (arts. 158-A a 158-F do CPP). E mesmo quando bate, o que decide o quanto aquele código sustenta é outra pergunta: quando e por quem ele foi calculado. Hash gerado meses depois da apreensão demonstra o que existia naquele dia, não no dia do fato.
A prova que a defesa colheu não tem como se provar
Print de tela, vídeo baixado, áudio recebido. Sem o código registrado no momento da coleta, sem termo e sem data, a defesa junta um arquivo e não tem como demonstrar que é o mesmo que existia quando ela o obteve. A impugnação não precisa provar adulteração: basta apontar que ninguém sabe.
O registro apaga sozinho enquanto se decide
Câmera de comércio regrava em dias, registro de conexão tem prazo de lei, cada plataforma tem política própria. A janela começa a correr no dia do fato, não no dia em que o caso chega ao escritório, e quase sempre já correu boa parte quando alguém pergunta.
Nenhum dos três produz erro na tela. O arquivo abre, o laudo está nos autos, a diligência foi feita. O que falta é o registro de que aquilo é aquilo.
A conferência
Cole o código do laudo e confira o arquivo dos autos.
O laudo da acusação traz um código; o arquivo veio junto. A conferência diz se são o mesmo arquivo, e vai além do resultado: depois dele, a tela lê com você quando e por quem aquele código foi calculado, que é o que mede o alcance dele.
- Divergência é achado, não veredito: ela aponta o ponto de quebra e o dispositivo. Sustentar a consequência é da defesa.
- MD5 também, e não por nostalgia: laudo antigo traz MD5, e é o algoritmo mais frequente nesta peça. Os sete vetores publicados na RFC 1321 são conferidos a cada compilação, porque erro de cálculo aqui sairia com a mesma cara de um acerto.
- SHA-256 por padrão, SHA-512 quando o laudo pedir, os dois pelo motor de criptografia do próprio navegador.

O que a imagem carrega
Quando, com que aparelho e, às vezes, onde.
Fotos costumam trazer metadados embutidos. Selecione a imagem e leia esses dados aqui mesmo, no navegador: é o que responde "essa foto foi mesmo tirada naquele dia e naquele lugar?". E quando a foto vai ser juntada ou enviada, a mesma tela gera uma cópia sem os metadados, para não levar junto a localização de quem a fez.
- A cópia limpa é para compartilhar, nunca para substituir o original: remover metadados altera o arquivo e muda o código dele.
- Também roda no navegador. A imagem do caso não é enviada para lugar nenhum para ser lida nem para ser limpa.

O roteiro da lei
As etapas dos arts. 158-A a 158-F, percorridas item a item.
Cada tipo de prova tem os próprios pontos de quebra. Escolha o ramo e percorra as etapas: no modo ataque, cada item não conforme vira um apontamento com o dispositivo ao lado; no modo blindagem, o mesmo roteiro registra a preservação da prova que você colheu. Ao lado dele, a tela do relógio: informe o tipo de registro e a data do fato e veja o tamanho da janela que ainda resta.
- Dois modos, um roteiro. O que muda é de que lado a mesma etapa é lida.
- A janela vem com a origem declarada: prazo fixado em lei e prática de mercado não têm o mesmo peso, e a tela diz qual é qual.

O fecho da diligência
O termo que formaliza a coleta, e o dossiê que junta tudo.
Quem, quando, onde, o quê, como e o código. O termo sai fundamentado no Provimento 188/2018 da OAB, pronto para assinar e juntar com a prova. E o dossiê consolida num documento só tudo o que foi apurado no caso: os códigos gerados e conferidos, as leituras de metadados e as cópias limpas.
- Material para adaptar, não peça pronta. Quem conferir encontra cada premissa escrita.
- O dossiê é compartilhado com a Linha do Tempo da Custódia, o Mapa de Vínculos, o Mapa do Local do Fato e o Leitor de Conversa: o que uma peça apura entra no mesmo documento.

Onde o arquivo fica
No seu computador. A tela diz isso porque é verdade.
Todo o cálculo acontece no navegador, na sua máquina. Não há envio, não há endereço de destino e não há cópia na plataforma. Não é postura de privacidade: é a condição para usar a peça com material coberto por sigilo profissional, que é praticamente todo material de um caso criminal.
- O que fica guardado fica NESTE navegador: o dossiê, o termo e as respostas do checklist. A tela mostra o inventário do que existe e apaga tudo num clique.
- Em máquina compartilhada, limpar ao terminar é parte do uso, e a peça lembra disso na própria tela.

O que não sai daqui
Onde a resposta seria chute, a resposta é não.
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Performance
Para produzir a peça: o ferramental que transforma o caso em trabalho pronto.
- Kit de Cadeia de Custódia e as demais ferramentas de prova digital
- 82 IAs para tarefas do processo
- Busca em mais de 8 milhões de decisões
- Calculadora de Execução Penal
- Transcrição de audiência
Estratégia
Para decidir com dado: tudo o que produz a peça, mais saber como o tribunal decide antes de agir.
- Tudo do Performance, com o Kit de Cadeia de Custódia
- Jurimetria aplicada ao seu caso
- Perfil de julgador e do colegiado
- Onde o recurso costuma barrar
O plano Formação não inclui as ferramentas de trabalho. Comparar os três planos e ver outros períodos. Já assina? Entrar.