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Conteúdos, ferramentas de IA e uma comunidade ativa para fortalecer sua atuação em todas as fases do Processo Penal, da investigação aos tribunais superiores.
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- Rede profissional de criminalistas
O que é a Criminal Player?
A Criminal Player é o ecossistema completo para o advogado criminalista: plataforma de conhecimento, ferramentas de IA especializadas e uma comunidade que atua de forma colaborativa para elevar o nível da defesa.
Plataforma de Conteúdo
Aulas, artigos, trilhas e materiais estratégicos para sua prática diária.
Ferramentas de IA
IAs dos Experts, Jurisprudência STJ, Legislação, Agentes avançados e muito mais.
Comunidade Criminalista
Fóruns, networking, ranking, embaixadores e eventos presenciais e online.
Ferramentas e conteúdos em destaque
Explore as ferramentas de IA, conteúdos recentes, análises e materiais que fortalecem sua atuação no Processo Penal.
Ferramentas de IA em destaque hoje, segunda-feira
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IA Criminal PlayerEsta IA responde com base em conteúdos sobre Processo Penal, Estratégia Defensiva, Sistema Acusatório, Pacote Anticrime, Provas Digitais, Audiência de Custódia, Princípio do In Dubio Pro Reo, Dispa...exclusivo assinante - 2popular
IA Juris STJ Direito Penal AcórdãosA ferramenta faz utilização de inteligência artificial para a busca de jurisprudência, focando em decisões do STJ. Apresenta um atalho prático para a pesquisa de julgados, facilitando o acesso a in...exclusivo assinante - 3popular
IA Análise de Alegações FinaisExamina o conteúdo do acórdão anexado e organiza uma avaliação técnica completa para apoiar a elaboração de recursos. Ela resume a decisão, identifica as teses jurídicas adotadas, extrai os argumen...exclusivo assinante - 4popular
IA Alexandre Morais da RosaEsta IA do Professor Alexandre Morais da Rosa explora estratégias para o processo penal, integrando Teoria dos Jogos, padrões probatórios e justiça negocial. Aborda temas como investigação prelimin...exclusivo assinante - 5top10
IA Análise de DenúnciaExamina automaticamente a peça acusatória enviada e identifica eventuais vícios, irregularidades formais e omissões relevantes com base nos critérios legais exigidos para o recebimento da denúncia....exclusivo assinante - 6popular
IA Conteúdos ComunidadeO conteúdo aborda a aplicação da inteligência artificial no contexto da comunidade Criminal Player, explorando como essa tecnologia pode ser utilizada para aprimorar estratégias, análises e interaç...exclusivo assinante - 7popular
IA Rodrigo FauczEsta IA aborda temas essenciais do Tribunal do Júri e do Direito Processual Penal, incluindo fundamentos constitucionais, estratégias de defesa, prova oral e neurociência, persuasão jurídica, quesi...exclusivo assinante - 8popular
IA Elaboração de MemoriaisA ferramenta de produção de memoriais transforma HCs ou recursos em memoriais prontos para entrega aos julgadores. Ela interpreta o conteúdo anexado, identifica corretamente o endereçamento e os da...exclusivo assinante - 9top10
IA Juris STJ Relator Ministro Rogerio SchiettiResponde sobre decisões do Min. Rogério Schietti no STJ abrangendo temas como crimes contra a dignidade sexual, homicídios, nulidades processuais, continuidade delitiva, valor probatório da palavra...exclusivo assinante - 10popular
IA Ferramenta Análise de DepoimentosA ferramenta de análise de depoimentos com IA, baseada na metodologia CBCA e no conhecimento do Professor Rodrigo Faucz, avalia a credibilidade de relatos testemunhais por meio de critérios objetiv...exclusivo assinante - 11top10
IA Legislação Código Processo PenalAssistente virtual (IA) que responde dúvidas sobre o Código Penal, Código de Processo Penal e legislações correlatas, com base em textos compilados e originais, incluindo decretos-leis, Constituiçã...exclusivo assinante - 12popular
IA Construção de Habeas CorpusElabora peças completas a partir dos documentos anexados pelo usuário , identificando o constrangimento ilegal, a autoridade coatora e a instância competente. Ela organiza as informações em uma est...exclusivo assinante - 13top10
IA Players ComunidadeO conteúdo aborda a integração da Inteligência Artificial na Comunidade Criminal Player, destacando a participação ativa de membros e professores. Explora como essa tecnologia pode transformar o ap...exclusivo assinante - 14top10
IA Gabriel BulhõesAborda temas essenciais da advocacia criminal, como Investigação Defensiva, Cadeia de Custódia, Inteligência Artificial no Direito Penal, Blockchain na preservação de provas, Teoria dos Jogos aplic...exclusivo assinante - 15popular
IA Denis SampaioAborda temas como Tribunal do Júri, garantias fundamentais, investigação defensiva, critérios epistêmicos, standards probatórios, cadeias de custódia, valoração da prova e plenitude de defesa no pr...exclusivo assinante - 16popular
IA Produção de Relatório para ClienteTransforma petições, decisões ou andamentos processuais em relatórios acessíveis e bem estruturados, ideais para envio ao cliente. Interpreta o conteúdo jurídico anexado, identifica os pontos princ...exclusivo assinante
Conteúdos em destaque hoje, segunda-feira
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Investigação Defensiva com Gabriel BulhõesA aula aborda a investigação defensiva no contexto da advocacia criminal, destacando a importância da interatividade e da prática através do uso do Defenda-me, uma ferramenta de inteligência artifi...exclusivo assinante - 2novidade
Investigação Defensiva- Técnicas e Ferramentas com Dellano SousaA aula aborda a importância e os métodos da investigação defensiva, destacando suas aplicações em contextos legais, especialmente no que tange às provas digitais. Dellano Sousa compartilha sua expe...exclusivo assinante - 3popular
03 - Processo Penal - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a importância da metodologia na gestão do processo penal, destacando a construção de hipóteses por meio de eventos históricos e a responsabilidade penal. Além disso, discute a organiz...exclusivo assinante - 4popular
Introdução - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a aplicação da teoria dos jogos no contexto do processo penal, destacando a gestão estratégica e as principais categorias do tema. O juiz Alexandre Moraes da Rosa apresenta a importân...modo degustação - 5popular
Forma é Garantia com Aury Lopes JrA aula aborda a importância da interseção entre teoria e prática no processo penal, enfatizando que a qualidade profissional depende de uma sólida base teórica. Aury Lopes Jr. discute a crise do co...exclusivo assinante - 6top10
Sustentação oral completa em caso de quebra da cadeia de custódia da prova digital com Aury Lopes JrO material aborda a sustentação oral de Aury Lopes Jr. em um caso de quebra da cadeia de custódia de provas digitais, destacando a importância da metodologia de obtenção de dados. A discussão gira ...exclusivo assinante - 7popular
Prisões Cautelares e habeas corpus - 9ª edição 2024 Capa comum – 3 maio 2024O livro aborda os princípios fundamentais das prisões cautelares e o regime jurídico da prisão processual, explorando desde a prisão em flagrante até o Habeas Corpus, um importante instrumento de d...acesso livre - 8top10
Recurso Especial com Jhonatan Morais BarbosaA aula aborda a técnica do recurso especial com ênfase nas principais estratégias para sua estruturação, segundo Jhonatan Morais Barbosa. Foram discutidos os requisitos de admissibilidade do recurs...exclusivo assinante - 9top10
A Posição do STJ Acerca da Palavra da Vítima com Gabriela BemficaA aula aborda a análise da jurisprudência do STJ sobre a importância da palavra da vítima em casos de crimes sexuais, enfatizando os desafios enfrentados tanto por vítimas quanto por acusados. Gabr...exclusivo assinante - 10top10
Guia Completo para Inquirição de TestemunhasO material aborda o modelo de inquirição de testemunhas no sistema processual penal brasileiro, centrado no cross examination, estabelecido pela reforma de 2008. Esse método determina que a ordem d...exclusivo assinante - 11top10
Aury Lopes Jr e os Aspectos Práticos e Críticos da Prova PenalA palestra aborda a complexidade e os desafios da prova penal, destacando a importância da prova no processo judicial como meio de convencer o juiz e reconstruir narrativas. Aury Lopes Jr. discute ...exclusivo assinante - 12top10
Rogério Schietti e a Nova Jurisprudência do STJ em Matéria de ProvaA palestra aborda a nova jurisprudência do STJ em matéria de prova, destacando a necessidade de adaptar o sistema penal brasileiro a uma abordagem que priorize a proteção dos direitos individuais e...exclusivo assinante - 13top10
01 - Introdução a Teoria dos Jogos - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a importância da aplicação da teoria dos jogos na gestão de casos penais, analisando metodologias investigativas e a construção de hipóteses criminais a partir de exemplos práticos. O...modo degustação - 14top10
Cadeia de Custódia no Inquérito Policial com Antônio Belarmino Jr.A aula aborda os aspectos cruciais da cadeia de custódia no inquérito policial, com ênfase na importância da preservação e documentação adequada das provas digitais. Antônio Belarmino Jr. e seus co...exclusivo assinante - 15top10
02 - Direito Penal - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a importância da metodologia na gestão de casos penais, focando na estruturação do conhecimento e na distinção entre dados, informações e conhecimentos. Discute as etapas do processo ...exclusivo assinante - 16top10
Webinar sobre HC com Aury Lopes Jr.A aula aborda a temática do habeas corpus (HC) sob a condução de Aury Lopes Jr., que discute a crescente dificuldade em obter decisões favoráveis no cenário atual da advocacia penal. Ele enfatiza a...modo degustação
Notícias online dos principais canais
STJ julga tributação de empresas concessionárias de energia elétrica29/03 18:31. A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça afetou os recursos especiais 2.238.885 e 2.238.889, de relatoria da ministra Maria Thereza de Assis Moura, para julgamento sob o rito dos repetitivos. A controvérsia, cadastrada como Tema 1.415 na base de dados do STJ, está em definir se, na apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) […]
TJ/SP: Azul indenizará consumidora em R$ 5 mil por downgrade em passagem29/03 17:12. Para colegiado, situação vivenciada extrapolou o mero dissabor.; A 37ª câmara de Direito Privado do TJ/SP condenou a Azul Linhas Aéreas a indenizar por danos morais passageira que sofreu downgrade de classe em voo internacional, ao entender que a situação ultrapassou mero aborrecimento. Conforme relatado, a passageira contratou transporte aéreo no trecho Campinas/São Francisco, com conexão em Fort Lauderdale, adquirindo assento na classe executiva. No entanto, embora tenha embarcado no horári...
Semana Santa: tribunal não terá expediente de 1º a 5 de abril27/03 12:52. Semana Santa: tribunal não terá expediente de 1º a 5 de abril
Seminário debate combate à litigância abusiva com proteção ao acesso à Justiça27/03 20:40. Representantes do sistema de Justiça se reuniram nesta quinta-feira (27/3), em Campo Grande (MS), para discutir formas de enfrentar a litigância abusiva sem criar obstáculos ao acesso à Justiça. O seminário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MS), reforçou que o combate a fraudes deve ser feito com critérios objetivos, cautela e cooperação entre as instituições. O encontro reuniu representantes do sistema de Justiça para discutir os impactos da litigância abusiva sobre a prestação jurisdicional, o acesso à Justiça e o exercício da advocacia. O debate foi desenvolvido em painel único, com exposições do ouvidor nacional de Justiça, conselheiro Marcello Terto; de Fernando Corrêa Filho, da Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ); e de Vitor Guglinski, advogado e professor com atuação ligada ao Conselho Federal da OAB e à Comissão Especial de Defesa do Consumidor. O presidente do TJMS, desembargador Dorival Renato Pavan, também participou do evento. Os palestrantes defenderam que o enfrentamento de práticas abusivas e fraudulentas seja guiado por critérios objetivos, investigação qualificada e atuação conjunta entre as instituições — sempre evitando generalizações e qualquer forma de criminalização da advocacia. Durante o seminário, destacouse a importância de separar, de forma precisa, a litigância abusiva ou predatória da litigância de massa legítima — que muitas vezes surge de violações repetidas em áreas como consumo, saúde, serviços essenciais e setor bancário. A vice-presidência da OAB/MS também destacou, no debate, a importância de preservar essa diferenciação, além de chamar atenção para os desafios trazidos pela atuação digital, pela publicidade em redes sociais e pelo uso de inteligência artificial, em cenário que amplia a complexidade da fiscalização ética e disciplinar. Os participantes advertiram que o combate a fraudes processuais não pode servir de fundamento para a criação de barreiras extralegais ao ajuizamento de demandas legítimas, especialmente quando envolvem pessoas em situação de vulnerabilidade. A avaliação predominante foi a de que o sistema de Justiça precisa responder com firmeza à fraude, mas sem comprometer garantias fundamentais nem transformar suspeitas genéricas em obstáculos ao direito de ação. Também foram debatidos os desafios trazidos pela transformação digital, com destaque para os efeitos da inteligência artificial, da publicidade em redes sociais e do uso de ferramentas tecnológicas no ambiente judicial. Nesse contexto, foi ressaltada a importância de transparência, controle e cautela institucional, para evitar automatismos, filtros indevidos e soluções que resultem em extinções em massa sem exame adequado do caso concreto. A preocupação manifestada no evento foi a de que políticas de triagem ou uso opaco de tecnologia acabem reforçando barreiras indevidas ao jurisdicionado, sobretudo aos mais vulneráveis. Outro ponto de destaque foi a exposição de Fernando Corrêa Filho sobre achados da pesquisa desenvolvida no âmbito da parceria entre o CNJ e a Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ). Segundo os dados apresentados, o volume de ações, isoladamente, não constitui elemento suficiente para caracterizar litigância abusiva. Conforme exposto no seminário, a identificação dessas práticas exige a presença de indícios objetivos, como fraude comprovada, fracionamento artificial de demandas, reutilização indevida de documentos ou repetição artificial de elementos fáticos. A conclusão reforça a necessidade de tratamento qualificado do tema, com análise individualizada e distinção cuidadosa entre abuso efetivo e exercício legítimo da advocacia. Em sua exposição, Vitor Guglinski observou que a litigância abusiva existe, mas não pode ser automaticamente associada à litigância de massa, sob pena de se restringir o acesso à Justiça, intimidar a advocacia e invisibilizar a conduta de grandes litigantes habituais. O palestrante também ressaltou que, em diversas situações, o aumento do número de demandas reflete violações reiteradas e padronizadas em relações de consumo, saúde, serviços essenciais e mercado bancário. O debate também abordou a noção de ilícito lucrativo, para evidenciar situações em que a violação massificada de direitos passa a integrar a lógica econômica de determinados agentes, que calculam a baixa responsabilização judicial ou administrativa como parte do custo de sua atividade. A reflexão reforçou a necessidade de que o diagnóstico sobre litigância abusiva não se concentre apenas na atuação de autores e advogados, mas também alcance a conduta de grandes litigantes habituais, inclusive em hipóteses de defesa padronizada, expedientes protelatórios e descumprimento reiterado de precedentes. Entre os encaminhamentos defendidos no seminário, destacaram-se o fortalecimento dos centros de inteligência, a ampliação da cooperação interinstitucional entre Judiciário, CNJ, OAB, Ministério Público e Defensoria Pública, a produção de fluxos qualificados de informação e a adoção de respostas baseadas em dossiês consistentes, sempre com foco em fraude efetiva e no exame individualizado dos casos. Para o ouvidor nacional de Justiça, conselheiro Marcello Terto, o tema exige equilíbrio institucional e compromisso com garantias fundamentais. “O enfrentamento da litigância abusiva é necessário, mas não pode resultar em filtros indevidos, nem em restrições desproporcionais ao acesso à Justiça. O desafio está em separar, com inteligência e precisão, a fraude e a má-fé do exercício legítimo da advocacia e do direito de ação”, afirmou. O seminário enfatizou a importância do diálogo institucional como instrumento de qualificação das respostas do sistema de Justiça e de construção de soluções que conciliem eficiência, responsabilidade e respeito às garantias constitucionais. Texto: Marcello Terto com Agência de Notícias do CNJ
Pato Branco abre seleção para estágio em Direito (27/03/2026)27/03 19:18. A Justiça Federal do Paraná (JFPR), por meio da Subseção Judiciária de Pato Branco, publicou edital para processo seletivo de estágio destinado a estudantes do curso de Direito. As inscrições estarão abertas entre os dias 23 de março e 2 de abril de 2026, exclusivamente pelo site do Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE/PR). A seleção visa à formação de cadastro reserva. Os candidatos aprovados poderão ser convocados conforme surgirem vagas durante a vigência do edital. Para concorrer, o estudante deve estar regularmente matriculado em curso de Direito, a partir do 8º período/semestre na data de início do estágio, e possuir idade mínima de 16 anos. É obrigatório pertencer a instituição de ensino conveniada com o CIEE/PR e manter cadastro ativo e atualizado junto à entidade. As inscrições devem ser feitas pelo site da empresa- escola. Entre os dias 6 e 10 de abril de 2026, os inscritos precisam enviar, obrigatoriamente, para o e-mail [email protected], documento oficial da instituição de ensino que informe o índice de desempenho/rendimento acadêmico. A seleção dos candidatos será constituída exclusivamente pela avaliação do rendimento acadêmico do candidato, cujo índice de desempenho equivalerá à nota final. Em caso de empate, será considerado o candidato que se enquadrar nos critérios sociais mencionados no edital e, persistindo o empate, o de maior idade. O edital prevê reserva de 30% das vagas para candidatos negros (pretos ou pardos) e 10% para pessoas com deficiência. Candidatos com deficiência devem informar sua condição no ato da inscrição no site do CIEE/PR e, se aprovados, apresentar laudo circunstanciado antes do ingresso no estágio. O resultado final será divulgado até as 17h do dia 17 de abril de 2026, na página da Justiça Federal e no site do CIEE/PR. Os candidatos aprovados serão convocados por e-mail, WhatsApp ou outro meio eletrônico pela Seção de Apoio Judiciário e Administrativo (SEAJA) de Pato Branco. O estágio terá jornada de 20 horas semanais, com remuneração de R$1.547,15 mensais a título de bolsa-auxílio, acrescidos de R$12,00 por dia efetivamente estagiado presencialmente como auxílio-transporte. A duração do estágio é de seis meses, com prorrogação automática até o limite total de quatro semestres, podendo ser interrompido a critério das partes. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (46) 3272-1926 ou pelo e-mail [email protected]. Imagem meramente ilustrativa. (Imagem: COMSOC/ JFPR)
Comissão aprova projeto que assegura à gestante direito a fotógrafo durante o parto27/03 16:37. A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou o Projeto de Lei 3525/24, que garante à gestante o direito de ser acompanhada por fotógrafo ou cinegrafista durante o parto. O texto deixa claro que a mulher não precisa abrir mão do acompanhante de apoio emocional, que já é garantido por lei. O projeto, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente, proíbe hospitais e clínicas de cobrar taxas extras pela presença do fotógrafo e impede que a gestante seja obrigada a contratar profissionais do próprio hospital. O direito ao fotógrafo só pode ser limitado se houver risco real para a saúde da gestante. Nesse caso, a equipe médica deve explicar o motivo e registrar a decisão no prontuário. Médicos ou outros profissionais de saúde que impedirem a presença do fotógrafo sem motivo poderão pagar multa de 3 a 20 salários de referência. Esse valor dobra em caso de repetição da infração. A relatora, deputada Clarissa Tércio (PP-PE) , disse que o projeto corrige uma lacuna que forçava mulheres a escolher entre apoio emocional e registro profissional. “Negar às famílias o direito de documentar adequadamente esse evento significa desconhecer a realidade cultural atual e limitar artificialmente a expressão da valorização da maternidade e da família", disse. O autor da proposta, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), argumenta que a restrição a fotógrafos próprios dos hospitais configura prática abusiva contra o consumidor. Próximas etapas A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Moraes nega livre acesso de filhos de Bolsonaro à prisão domiciliar29/03 12:46. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou neste sábado (28) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro de revisão dos horários restritos de visitação e de concessão de "livre acesso" aos filhos do ex-presidente que não moram na residência onde o ex-presidente cumpre pena, no Lago Sul, bairro de Brasília. Desde sexta-feira (27), Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária. Na última terça-feira (24), o ministro Moares concedeu prisão domiciliar humanitária temporária ao ex-presidente, atendendo a um pedido da defesa que alegava que ele não teria condições de voltar a cumprir pena na penitenciária Papudinha, devido ao agravamento de seus problemas de saúde. Notícias relacionadas: Moraes proíbe drones perto da casa onde Bolsonaro cumpre prisão. Bolsonaro recebe alta e chega em casa para cumprir prisão domiciliar. STF condena Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão . Na decisão de ontem, no âmbito da Execução Penal (EP) nº 169/DF, o ministro Alexandre de Moraes esclarece que a prisão domiciliar concedida representa “uma medida excepcionalíssima fundamentada exclusivamente em razões de saúde, para substituir o recolhimento em estabelecimento prisional.” O ministro da Corte acrescenta que o custodiado continua sujeito às regras e restrições inerentes ao regime fechado, ainda que esteja em seu domicílio. “Importante destacar que tal concessão não implicou alteração do regime de cumprimento de pena, que permanece sendo o fechado, conforme fixado no título executivo judicial transitado em julgado.” O despacho mantém a autorização de visitas permanentes de seus filhos Flávio Nantes Bolsonaro, Carlos Nantes Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro às quartas-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: de 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h. Para a esposa de Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, a filha do casal e a enteada, que residem na mesma casa, o acesso é livre. Prisão domiciliar Inicialmente, a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro tem duração de 90 dias. A manutenção do benefício deverá ser reanalisada pelo ministro, que poderá solicitar nova perícia médica. Alexandre de Moraes também determinou que Bolsonaro volte a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente foi preso após tentar violar o equipamento que usava. Em outra decisão proferida neste sábado, o ministro também proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da casa de Jair Bolsonaro. Condenação O ex-presidente da República foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado, na ação penal da trama golpista, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Ele cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, conhecido como Papudinha. Em 13 de março, no entanto, Bolsonaro foi encaminhado ao Hospital DF Star, na Asa Sul, em Brasília, socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192), após apresentar quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. O ex-presidente foi diagnosticado com um quadro de pneumonia bacteriana e permaneceu internado na unidade hospitalar privada até a última sexta-feira, quando recebeu alta médica e passou a cumprir a domiciliar.
Assessoramento, defesa e garantia de direitos no Suas: novos sujeitos e limites regulatórios29/03 17:39. A Resolução Cnas nº 182/2025 não representa apenas uma atualização normativa para as organizações da sociedade civil (OSCs) que atuam no Assessoramento, Defesa e Garantia de Direitos (ADGD) no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Trata-se de uma alteração regulatória que redefine o lugar político e institucional dessas entidades na política pública de […]
Sem prova de fraude, TJ/SP manda restabelecer plano de saúde cancelado29/03 15:27. Operadora cancelou plano de idosa por suposta fraude em reembolsos feitos por clínica; TJ/SP afastou má-fé e considerou a rescisão abusiva por falta de prova e de notificação prévia.; A 4ª câmara de Direito Privado do TJ/SP determinou o restabelecimento de plano de saúde cancelado por suposta fraude em reembolsos, ao entender que não houve comprovação de má-fé da beneficiária nem respeito ao devido processo, como notificação prévia e apuração administrativa. Para o colegiado, a mera suspeita,...
Legitimidade de provedor para remover conteúdo que viola termos de uso é destaque do Informativo27/03 10:10. Legitimidade de provedor para remover conteúdo que viola termos de uso é destaque do Informativo
Política de circularidade e manejo sustentável de resíduos é tema de debate entre CNJ e Sebrae27/03 20:40. A construção de uma política nacional de manejo sustentável de resíduos no Judiciário, com foco especial nos resíduos recicláveis, foi tema de reunião realizada na última terça-feira (24), entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Sebrae Nacional. O objetivo foi discutir formas de fortalecer a gestão sustentável de resíduos sólidos nos tribunais, visando uma futura política específica para a questão no Judiciário. De acordo com o conselheiro Guilherme Feliciano, o CNJ deverá apresentar uma minuta de recomendação para todos os tribunais do país sobre o manejo de resíduos, especialmente recicláveis. A recomendação deve adotar uma perspectiva de sustentabilidade baseada em quatro eixos: ações ambientalmente corretas, socialmente responsáveis, culturalmente diversas e gerencialmente eficientes. A proposta incentiva uma política de circularidade, envolvendo associações e cooperativas de catadores, geralmente formadas por pessoas de baixa renda. A ideia é incentivar os tribunais a remunerar pelo trabalho ofertado pelos catadores, que hoje só recebem pela venda do que arrecadam. “Assim, os tribunais passam a receber não apenas o serviço de coleta, mas também um serviço ambiental, já que essas associações e cooperativas fazem a destinação correta dos resíduos. Ao mesmo tempo, contribuem para aumentar a renda das famílias de baixa renda que trabalham nessas organizações”, afirmou o conselheiro. Nesse cenário, também há ganho de eficiência administrativa, já que o custo desse modelo costuma ser menor do que o da contratação de empresas especializadas em coleta e destinação de rejeitos. Além disso, a proposta valoriza a diversidade racial, pois atende majoritariamente populações que, como mostram as estatísticas, são formadas por pessoas pretas e pardas. O conselheiro explicou que, atualmente, muitos tribunais não remuneram cooperativas, partindo da ideia equivocada de que “o lixo é o pagamento”. Feliciano destaca que, ao não remunerarem cooperativas e catadores, os tribunais deixam de reconhecer o valor do serviço prestado — tanto o de coleta quanto o ambiental. Sebrae Na avaliação do conselheiro, a reunião marcou o início da parceria entre o CNJ, o Programa Justiça Plural e o Sebrae para, no futuro, firmar um acordo de cooperação técnica que permita ao Sebrae oferecer capacitação tanto aos tribunais, em temas como coleta seletiva e logística sustentável, quanto às cooperativas e associações, no que diz respeito à destinação ambientalmente correta dos resíduos. Texto: Mariana Mainati Edição: Waleiska Fernandes Agência CNJ de Notícias
Lei que prioriza vítima de violência doméstica em cursos é constitucional29/03 17:12. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo declarou a constitucionalidade da Lei Municipal 10.840/2025, de Santo André, que oferece prioridade a mulheres em situação de violência doméstica no acesso a vagas de cursos profissionalizantes ofertados pela prefeitura. A norma prevê a destinação de 20% das vagas às vítimas. A prefeitura alegou, na […]
Desembargador suspende apreensão de pulverizador agrícola em alienação29/03 13:12. Relator considerou essencialidade do equipamento e suspendeu medida até análise definitiva do recurso.; O desembargador Ricardo Gomes de Almeida, da 1ª câmara de Direito Privado do TJ/MT, concedeu efeito suspensivo em agravo de instrumento para suspender a apreensão de pulverizador agrícola objeto de contrato de alienação fiduciária. O recurso foi interposto contra decisão da vara única de Nova Canaã do Norte/MT que havia deferido, liminarmente, a busca e apreensão de dois bens, uma carreta g...
Podcast STJ No Seu Dia aborda impossibilidade de estender carência do Fies após início da amortização27/03 09:17. Podcast STJ No Seu Dia aborda impossibilidade de estender carência do Fies após início da amortização
Pesquisas apontam avanços e desafios para a paridade de gênero no Judiciário27/03 19:44. O cumprimento de políticas de paridade de gênero no Poder Judiciário tem avançado, mas ainda convive com desafios estruturais relacionados à trajetória profissional das mulheres. Estudos apresentados nessa quinta-feira (26/3), durante o painel virtual “Mulheres no Sistema de Justiça”, indicam progressos na implementação de normas e, ao mesmo tempo, evidenciam obstáculos que impactam o acesso e a permanência de magistradas nas carreiras jurídicas. O painel integra a série de seminários “Pesquisas empíricas aplicadas a políticas judiciárias”, iniciativa do Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ). O encontro foi mediado pela juíza auxiliar da Presidência do CNJ Camila Pullin e contou com a participação da professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Luciana Ramos e da secretária de Altos Estudos, Pesquisas e Gestão da Informação do Supremo Tribunal Federal (STF), Christine Peter. Entre os estudos apresentados, pesquisa conduzida pela juíza de Direito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) Mariana Rezende Yoshida, em parceria com a desembargadora Salise Sanchotene, aponta que 74% dos Tribunais Regionais do Trabalho já cumprem a Resolução CNJ n. 540/2023, que trata da paridade de gênero com perspectiva interseccional de raça e etnia. Ao considerar tribunais de todos os segmentos, no entanto, o levantamento indica que cerca de um terço das cortes ainda não está em conformidade com a norma. As autoras sugerem a adoção de medidas que incluem ações de educação institucional, mecanismos de monitoramento e ajustes administrativos, além de outras iniciativas voltadas à implementação da política. Outro estudo, apresentado pela advogada e pesquisadora da FGV-SP Priscila Coelho, analisou entrevistas qualitativas com 15 juízas e identificou que fatores como gênero e raça influenciam a trajetória profissional, o acesso a posições de poder e as dinâmicas de trabalho no Judiciário. A pesquisa também aponta que temas como a maternidade emergem como elementos relevantes na construção das carreiras. Já levantamento realizado na Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, apresentado pela socióloga Maria Carolina Loss, analisou como relações informais de gênero impactam trajetórias profissionais no campo jurídico. O estudo introduz o conceito de “script sexuado de carreira” e observa mudanças institucionais recentes, como a eleição da primeira defensora pública geral e a maior presença de mulheres em áreas tradicionalmente ocupadas por homens. “O script é justamente quando estamos atuando de forma como um ator ou uma atriz social nos mais diversos papéis que nós exercemos na sociedade. Então, hoje eu estou como pesquisadora, como mãe, como professora, como aluna, como uma pesquisadora. A palavra “sexuado” é justamente como as pessoas nos veem dentro das nossas relações sociais e como nós também incorporamos todos esses signos dentro das instituições. Quando falo de carreira, eu me refiro justamente porque estava analisando carreira pública, em especial a Defensoria Pública do Rio”, explica a pesquisadora. Os dados também indicam a ocorrência de situações de discriminação e violência ao longo da trajetória de magistradas. Pesquisa da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) mostra que aproximadamente 68% das magistradas ouvidas relataram já ter vivenciado algum tipo de atitude discriminatória. Entre as situações mencionadas, estão microagressões (53%), agressão psicológica (cerca de 40%), agressão verbal (39%) e assédio sexual (5%). O levantamento aponta ainda que 16% das respondentes relataram ter sofrido violência física em algum momento da vida, independentemente do período de ingresso na magistratura. Em 74% dos casos, o agressor era parceiro íntimo ou familiar. A pesquisa também identificou que 27,6% das entrevistadas relataram episódios de violência sexual. Os resultados foram apresentados pela pesquisadora Fernanda Paixão, coordenadora na Secretaria-Executiva do estudo “Dificuldades na Carreira da Magistrada 2025”, durante o painel. Texto: Mariana Mainenti Edição: Jéssica Vasconcelos Agência CNJ de Notícias Reveja a transmissão Seminários de Pesquisas Empíricas Aplicadas a Políticas Judiciárias – Mulheres no Sistema de Justiça
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