Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Empório do Direito – O ministério das relações exteriores “do norte”: um diplomata colonizado, não secularizado e subalterno conduz o itamaraty

Início/Conteúdos/Artigos/Empório do Direito
ARTIGO

O ministério das relações exteriores “do norte”: um diplomata colonizado, não secularizado e subalterno conduz o itamaraty

O artigo aborda a crítica à atuação do Ministério das Relações Exteriores brasileiro sob o governo Bolsonaro, destacando a perspectiva de colonialidade presente na política externa, especialmente sob a liderança de Ernesto Araújo. O texto discute a subserviência a ideais imperialistas e a exclusão de uma abordagem latino-americana, apontando para uma estratégia que perpetua a dominação e limita a autonomia do Brasil no cenário global. Por fim, enfatiza a necessidade de uma resistência anticol...

Márcio Berclaz
18 fev. 2019 8 acessos
O ministério das relações exteriores “do norte”: um diplomata colonizado, não secularizado e subalterno conduz o itamaraty
Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a crítica à atual estrutura do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, sob a liderança de Ernesto Araújo, revelando uma forte herança colonial e uma abordagem subalterna nas relações internacionais.

O texto discute a colonialidade do poder, saber e ser, um conceito que examina como o colonialismo ainda influencia a política e a cultura contemporâneas. Aponta para um discurso de posse que reflete a subserviência a ideais nacionalistas e a um regime que privilegia a cultura ocidental em detrimento do conhecimento latino-americano, evidenciando a exclusão de uma compreensão ampla da história regional. O autor critica a extinção de disciplinas relacionadas à história da América Latina nas formações diplomáticas, sugerindo um desvio do foco educacional que poderia promover a conscientização sobre questões sociais e políticas locais.

Além disso, menciona a estratégia de política externa que ignora a integração latino-americana em favor de uma visão retrógrada e dominadora, destacando a retórica anti-globalista de Araújo e suas implicações para a política externa brasileira. Por fim, o artigo conclama a resistência anticolonialista como uma necessidade para se alcançar uma política externa realmente independente e autêntica no Brasil.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "O ministério das relações exteriores 'do norte': um diplomata colonizado, não secularizado e subalterno conduz o Itamaraty" por Márcio Soares Berclaz.

  • Colonialidade nas relações exteriores: Discussão sobre a colonialidade do poder, saber e ser no contexto da política externa brasileira atual, com foco nas influências presentes na liderança do Itamaraty.
  • Discurso de posse de Ernesto Araújo: Análise crítica do discurso do atual Ministro das Relações Exteriores, destacando a subserviência a ideais nacionais questionáveis e a recusa em adotar uma postura globalista.
  • Extinção de disciplinas educacionais: A eliminação de cursos sobre a história da América Latina no Itamaraty, em favor da ênfase em clássicos da cultura ocidental, refletindo uma visão colonialista e reducionista.
  • Decolonização do Itamaraty: Reflexões sobre a necessidade de libertar o Itamaraty da colonialidade que o permeia, buscando uma postura mais independente e crítica na política externa.
  • Consequências da política externa: Avaliação dos efeitos de uma política externa colonial, como a dependência de ideais norte-americanos e a exclusão de perspectivas latino-americanas.
  • Impacto da guerra híbrida: Contextualização da política externa brasileira no cenário de guerras híbridas, especialmente em relação à Venezuela e a influência dos EUA.
  • Chamado à resistência anticolonialista: Reforço sobre a importância da resistência contra a colonialidade e a busca por uma política externa mais justa e equitativa para o Brasil e a América Latina.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Marcio Berclaz
Márcio BerclazGraduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUCRS, Mestre e Doutor em Direito pela UFPR e membro do Ministério Público do Paraná desde 2004.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos