Narremos no direito – por paulo silas taporosky filho
O artigo aborda a importância de contar histórias no âmbito jurídico, enfatizando que a escrita e a fala devem ser compreensíveis e dinâmicas. Paulo Silas Taporosky Filho argumenta que a narrativa eficaz pode melhorar a comunicação em processos judiciais, destacando a necessidade de repensar a redação de documentos legais para torná-los mais acessíveis. O texto também menciona a Teoria Narrativista do Direito, propondo que a literatura pode enriquecer a prática jurídica, humanizando seu discu...

O artigo aborda a importância da narrativa no Direito, ressaltando que a comunicação, tanto escrita quanto falada, deve ser clara e acessível, evitando a complexidade desnecessária.
O autor, Paulo Silas Taporosky Filho, menciona a necessidade de transformar a escrita jurídica em um instrumento mais compreensível, comparando a boa construção de uma argumentação jurídica à habilidade de contar histórias. Ele destaca a relevância da Teoria Narrativista do Direito de José Calvo González, que busca superar narrativas simplistas e fortalecer a coerência entre as narrativas fáticas e as normas jurídicas. O texto enfatiza o papel da literatura em humanizar o Direito e encoraja os profissionais a aprimorar suas habilidades narrativas, objetivando uma comunicação mais eficaz e envolvente.
Além disso, Taporosky Filho critica práticas como o "copia e cola" e a redundância em textos jurídicos, propondo uma abordagem mais dinâmica e literária para a redação de documentos, valorizando a arte de contar histórias no contexto jurídico.
Tópicos do artigo
Principais pontos desenvolvidos no texto original
Principais tópicos abordados no artigo "Narremos no direito" por Paulo Silas Taporosky Filho.
- A importância de contar histórias: A necessidade de dinamizar a comunicação no Direito, tornando textos e falas mais compreensíveis e acessíveis.
- Narrativa no processo oral: Discussão sobre a relevância de uma apresentação convincente e objetiva em sustentações orais, e como a narrativa influencia a percepção do conteúdo.
- Teoria Narrativista do Direito: Apresentação da teoria de José Calvo González, que busca melhorar a qualidade das narrativas jurídicas, evitando narrativas simplistas e superficiais.
- Integração entre direito e literatura: O impacto positivo que a literatura pode ter na humanização do Direito e na elaboração de textos jurídicos que sejam dinâmicos e interessantes.
- A arte de contar histórias: Enfatiza a habilidade de narrar dentro do contexto jurídico como uma forma de aprimorar a comunicação e a eficácia das peças processuais.
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