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Artigos Empório do Direito – A constituição europeia como signo: da superação dos dogmas do estado nacional

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ARTIGO

A constituição europeia como signo: da superação dos dogmas do estado nacional

O artigo aborda a análise da Constituição Europeia como um signo da pós-modernidade, propondo a superação de dogmas do estado nacional, como a soberania e o povo nacional. O autor, Paulo Silas Taporosky Filho, defende a construção de uma comunidade pós-nacional por meio da União Europeia, explorando a evolução de suas normas e a proteção dos direitos fundamentais, permitindo uma nova visão de soberania e poder constituinte no contexto globalizado. A obra é um convite à reflexão sobre as trans...

Paulo Silas Filho
20 mai. 2018 12 acessos
A constituição europeia como signo: da superação dos dogmas do estado nacional
Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a análise da Constituição Europeia como um signo da pós-modernidade, propondo a superação dos dogmas do Estado nacional, como a soberania e o povo nacional, para a criação de uma Carta Magna europeia.

Discute a evolução do compromisso supranacional na Europa, destacando a Constituição Europeia como um marco de transição para uma nova era jurídico-política. Explora os mecanismos de proteção dos Direitos Humanos na Europa, incluindo a importância da Carta de Direitos Fundamentais, e reflete sobre a natureza mutável das verdades constitucionais ao longo do tempo, desafiando as concepções clássicas de constitucionalismo. Enfoca o conceito de poder constituinte no âmbito europeu, reavaliando a noção de soberania à luz da globalização e propondo novas formas de compreender a estrutura política da União Europeia, que se insere dentro de um contexto cosmopolita.

Por fim, defende a necessidade de uma Constituição formal comunitária, considerando as transformações normativas que ocorreram na Europa desde 2005 e a relevância contínua da reflexão apresentada.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "A Constituição Europeia como Signo: da superação dos dogmas do estado nacional" por Paulo Silas Taporosky Filho.

  • Constituição Europeia como signo: Análise da Constituição Europeia enquanto signo da pós-modernidade e sua capacidade de possibilitar a construção de uma Carta Magna para a Europa, superando dogmas do Estado nacional.
  • Dogmas do Estado nacional: Discussão sobre os dogmas que estruturam o Estado nacional, incluindo poder constituinte, Constituição nacional, povo nacional, território nacional e soberania.
  • Estrutura da União Europeia: Apresentação da União Europeia como um modelo que não se assenta sobre os dogmas tradicionais do Estado, carecendo de soberania e com um conceito transnacional de povo.
  • Antecedentes e Consequentes do Projeto Constitucional: Evolução do comprometimento supranacional europeu e a Constituição Europeia como a representação da transição para um novo cenário jurídico-político.
  • Direitos Humanos na Europa: Exploração dos modos de efetivação da proteção aos Direitos Humanos no contexto europeu, incluindo a Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia.
  • Verdade e Tempo na Constituição: Reflexões sobre a evolução de ideias constitucionais ao longo do tempo, questionando verdades absolutas e propondo uma nova narrativa sobre a Constituição Europeia.
  • Poder Constituinte Europeu: Análise do conceito de Poder Constituinte à luz da realidade da União Europeia, propondo uma nova interpretação na pós-modernidade.
  • Soberania na Era Globalizada: Crítica ao conceito clássico de soberania e sua inadequação no novo contexto supranacional, argumentando pela necessidade de repensar este conceito.
  • Comunidade Cosmopolita: Proposta de entender a União Europeia como uma forma anômala de comunidade política que não se encaixa nas categorias tradicionais de federação ou confederação.
  • Transnacionalização dos Dogmas: A necessidade de repensar e transnacionalizar dogmas que constituem o Estado nacional para permitir uma Constituição pós-nacional sem limites fronteiriços.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Paulo Silas FilhoMestre em Direito; Especialista em Ciências Penais; Especialista em Direito Processual Penal; Especialista em Filosofia; Especialista em Teoria Psicanalítica; Bacharelando em Letras (Português); Professor de Processo Penal e Direito Penal (UNINTER e UnC); Advogado; Escritor; Membro da Comissão de Prerrogativas da OAB/PR; Membro da Comissão de Assuntos Culturais da OAB/PR; Membro da Comissão de Advocacia Criminal da OAB/PR; Membro da Rede Brasileira de Direito e Literatura.

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