
A plataforma, comunidade e IA da advocacia criminal
Conteúdos, ferramentas de IA e uma comunidade ativa para fortalecer sua atuação em todas as fases do Processo Penal, da investigação aos tribunais superiores.
- IA aplicada ao Processo Penal
- Conteúdos aprofundados e estratégicos
- Rede profissional de criminalistas
O que é a Criminal Player?
A Criminal Player é o ecossistema completo para o advogado criminalista: plataforma de conhecimento, ferramentas de IA especializadas e uma comunidade que atua de forma colaborativa para elevar o nível da defesa.
Plataforma de Conteúdo
Aulas, artigos, trilhas e materiais estratégicos para sua prática diária.
Ferramentas de IA
IAs dos Experts, Jurisprudência STJ, Legislação, Agentes avançados e muito mais.
Comunidade Criminalista
Fóruns, networking, ranking, embaixadores e eventos presenciais e online.
Ferramentas e conteúdos em destaque
Explore as ferramentas de IA, conteúdos recentes, análises e materiais que fortalecem sua atuação no Processo Penal.
Ferramentas de IA em destaque hoje, quarta-feira
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IA Criminal PlayerEsta IA responde com base em conteúdos sobre Processo Penal, Estratégia Defensiva, Sistema Acusatório, Pacote Anticrime, Provas Digitais, Audiência de Custódia, Princípio do In Dubio Pro Reo, Dispa...exclusivo assinante - 2popular
IA Juris STJ Direito Penal AcórdãosA ferramenta faz utilização de inteligência artificial para a busca de jurisprudência, focando em decisões do STJ. Apresenta um atalho prático para a pesquisa de julgados, facilitando o acesso a in...exclusivo assinante - 3popular
Análise de TranscriçõesFerramenta de transcrição e análise de áudio/vídeo com IA. Transcreve conteúdos de audiências, depoimentos e reuniões, gerando resumos estruturados e análises técnicas.exclusivo assinante - 4popular
IA Alexandre Morais da RosaEsta IA do Professor Alexandre Morais da Rosa explora estratégias para o processo penal, integrando Teoria dos Jogos, padrões probatórios e justiça negocial. Aborda temas como investigação prelimin...exclusivo assinante - 5popular
IA Análise de DenúnciaExamina automaticamente a peça acusatória enviada e identifica eventuais vícios, irregularidades formais e omissões relevantes com base nos critérios legais exigidos para o recebimento da denúncia....exclusivo assinante - 6popular
IA Conteúdos ComunidadeO conteúdo aborda a aplicação da inteligência artificial no contexto da comunidade Criminal Player, explorando como essa tecnologia pode ser utilizada para aprimorar estratégias, análises e interaç...exclusivo assinante - 7popular
IA Rodrigo FauczEsta IA aborda temas essenciais do Tribunal do Júri e do Direito Processual Penal, incluindo fundamentos constitucionais, estratégias de defesa, prova oral e neurociência, persuasão jurídica, quesi...exclusivo assinante - 8popular
IA Elaboração de MemoriaisA ferramenta de produção de memoriais transforma HCs ou recursos em memoriais prontos para entrega aos julgadores. Ela interpreta o conteúdo anexado, identifica corretamente o endereçamento e os da...exclusivo assinante - 9popular
IA Construção de Habeas CorpusElabora peças completas a partir dos documentos anexados pelo usuário , identificando o constrangimento ilegal, a autoridade coatora e a instância competente. Ela organiza as informações em uma est...exclusivo assinante - 10popular
IA Juris STJ Relator Ministro Rogerio SchiettiResponde sobre decisões do Min. Rogério Schietti no STJ abrangendo temas como crimes contra a dignidade sexual, homicídios, nulidades processuais, continuidade delitiva, valor probatório da palavra...exclusivo assinante - 11popular
IA Ferramenta Análise de DepoimentosA ferramenta de análise de depoimentos com IA, baseada na metodologia CBCA e no conhecimento do Professor Rodrigo Faucz, avalia a credibilidade de relatos testemunhais por meio de critérios objetiv...exclusivo assinante - 12top10
IA Players ComunidadeO conteúdo aborda a integração da Inteligência Artificial na Comunidade Criminal Player, destacando a participação ativa de membros e professores. Explora como essa tecnologia pode transformar o ap...exclusivo assinante - 13top10
IA Gabriel BulhõesAborda temas essenciais da advocacia criminal, como Investigação Defensiva, Cadeia de Custódia, Inteligência Artificial no Direito Penal, Blockchain na preservação de provas, Teoria dos Jogos aplic...exclusivo assinante - 14top10
IA Legislação Código Processo PenalAssistente virtual (IA) que responde dúvidas sobre o Código Penal, Código de Processo Penal e legislações correlatas, com base em textos compilados e originais, incluindo decretos-leis, Constituiçã...exclusivo assinante - 15popular
IA Denis SampaioAborda temas como Tribunal do Júri, garantias fundamentais, investigação defensiva, critérios epistêmicos, standards probatórios, cadeias de custódia, valoração da prova e plenitude de defesa no pr...exclusivo assinante - 16top10
IA Análise de AcórdãosInterpreta o conteúdo dos acórdãos anexados e extrai, de forma estruturada, as teses julgadas, fundamentos jurídicos determinantes, precedentes citados, coerência com a jurisprudência dominante, vo...exclusivo assinante
Conteúdos em destaque hoje, quarta-feira
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Overruling e Distinguishing na Prática Recursal com Eduardo NewtonA aula aborda a prática de overruling e distinguishing nos tribunais superiores, com ênfase na importância de alinhar o direito posto à faticidade para uma defesa efetiva. O professor Eduardo Newto...exclusivo assinante - 2novidade
Players - Análise de sentença para apelação com IAA aula aborda a utilização de inteligência artificial (IA) para análise de sentenças em apelações no contexto criminal, enfatizando a importância de definir parâmetros claros durante o processo de ...exclusivo assinante - 3popular
Forma é Garantia com Aury Lopes JrA aula aborda a importância da interseção entre teoria e prática no processo penal, enfatizando que a qualidade profissional depende de uma sólida base teórica. Aury Lopes Jr. discute a crise do co...exclusivo assinante - 4popular
Webinar sobre HC com Aury Lopes Jr.A aula aborda a temática do habeas corpus (HC) sob a condução de Aury Lopes Jr., que discute a crescente dificuldade em obter decisões favoráveis no cenário atual da advocacia penal. Ele enfatiza a...modo degustação - 5popular
04 - Habeas Corpus - Prof. Guilherme Silva Araujo - Defesa SolidáriaA aula aborda a importância do habeas corpus na advocacia criminal, destacando sua função como ação autônoma de impugnação e não como recurso, além de discutir aspectos práticos, como a elaboração ...exclusivo assinante - 6top10
Sustentação oral completa em caso de quebra da cadeia de custódia da prova digital com Aury Lopes JrO material aborda a sustentação oral de Aury Lopes Jr. em um caso de quebra da cadeia de custódia de provas digitais, destacando a importância da metodologia de obtenção de dados. A discussão gira ...exclusivo assinante - 7top10
Recurso Especial com Jhonatan Morais BarbosaA aula aborda a técnica do recurso especial com ênfase nas principais estratégias para sua estruturação, segundo Jhonatan Morais Barbosa. Foram discutidos os requisitos de admissibilidade do recurs...exclusivo assinante - 8top10
Nulidades no Processo Penal com Ricardo Jacobsen GloecknerA aula aborda as nulidades no processo penal brasileiro, conduzida pelo professor Ricardo Gloeckner, que discute a insuficiência de reformas no Código de Processo Penal e a relativização das nulida...exclusivo assinante - 9popular
Introdução - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a aplicação da teoria dos jogos no contexto do processo penal, destacando a gestão estratégica e as principais categorias do tema. O juiz Alexandre Moraes da Rosa apresenta a importân...modo degustação - 10top10
Aury Lopes Jr e os Aspectos Práticos e Críticos da Prova PenalA palestra aborda a complexidade e os desafios da prova penal, destacando a importância da prova no processo judicial como meio de convencer o juiz e reconstruir narrativas. Aury Lopes Jr. discute ...exclusivo assinante - 11popular
Guia Completo para Inquirição de TestemunhasO material aborda o modelo de inquirição de testemunhas no sistema processual penal brasileiro, centrado no cross examination, estabelecido pela reforma de 2008. Esse método determina que a ordem d...exclusivo assinante - 12top10
01 - Introdução a Teoria dos Jogos - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a importância da aplicação da teoria dos jogos na gestão de casos penais, analisando metodologias investigativas e a construção de hipóteses criminais a partir de exemplos práticos. O...modo degustação - 13top10
Cadeia de Custódia no Inquérito Policial com Antônio Belarmino Jr.A aula aborda os aspectos cruciais da cadeia de custódia no inquérito policial, com ênfase na importância da preservação e documentação adequada das provas digitais. Antônio Belarmino Jr. e seus co...exclusivo assinante - 14top10
Prisões Cautelares e habeas corpus - 9ª edição 2024 Capa comum – 3 maio 2024O livro aborda os princípios fundamentais das prisões cautelares e o regime jurídico da prisão processual, explorando desde a prisão em flagrante até o Habeas Corpus, um importante instrumento de d...acesso livre - 15top10
02 - Direito Penal - Teoria dos Jogos e Processo PenalA aula aborda a importância da metodologia na gestão de casos penais, focando na estruturação do conhecimento e na distinção entre dados, informações e conhecimentos. Discute as etapas do processo ...exclusivo assinante - 16top10
Rogério Schietti e a Nova Jurisprudência do STJ em Matéria de ProvaA palestra aborda a nova jurisprudência do STJ em matéria de prova, destacando a necessidade de adaptar o sistema penal brasileiro a uma abordagem que priorize a proteção dos direitos individuais e...exclusivo assinante
Notícias online dos principais canais
Normas de higiene em hospital público são de competência da Justiça do Trabalho20/05 22:07. A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal manteve uma decisão da Justiça do Trabalho que obrigou o estado do Amazonas a adotar medidas de higiene, saúde e segurança em um hospital público. O colegiado reafirmou que, independentemente do vínculo do funcionário com a administração pública, cabe à Justiça Trabalhista julgar ações sobre condições de trabalho, […]
Executiva do Google Cloud e CEO de IA analisam uso da tecnologia no Direito20/05 19:31. Digitalização dos processos e alto volume de demandassão apontados como fatores que impulsionam o uso da inteligência artificial no Direito.; A inteligência artificial tem encontrado no setor jurídico brasileiro um ambiente especialmente favorável para sua aplicação. A avaliação é de Fernanda Jolo, diretora de IA para experiência do cliente para a América Latina do Google Cloud e de Caio Perona, CEO e fundador da MinutaIA, e deque destacam a combinação entre grande volume de processos e digit...
Tentativas de uso de prompt injection no STJ serão investigadas20/05 16:57. Tentativas de uso de prompt injection no STJ serão investigadas
Novas funcionalidades do ApoIA 2.0 inclui proteção a manipulação de IA20/05 20:50. A nova versão da Assistente Pessoal Operada por Inteligência Artificial (ApoIA) e suas funcionalidades, como a geração de resumos processuais e a revisão de textos, foram apresentadas no Webinário Conecta: Atualizações da Apoia, realizado nesta segunda-feira (18/5) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No evento, foi demonstrado, inclusive, como a ferramenta está preparada para identificar ataques como a prática de injeção de prompts, em que são inseridos prompts (comandos) em documentos, buscando influenciar as decisões de forma invisível a olho humano, mas legível por ferramentas de IA. A ApoIA auxilia magistradas, magistrados, servidoras e servidores na produção de textos, síntese de processos e organização de informações, contribuindo para maior agilidade e padronização das rotinas. A ferramenta foi desenvolvida pelo Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2) e incorporada à Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br) por meio do Conecta, iniciativa do Programa Justiça 4.0 que identifica e dissemina soluções voltadas à transformação digital do Poder Judiciário. O presidente do TRF-2, desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho, lembrou que a constante atualização da ferramenta é uma das metas de sua gestão e apresentou as inovações da ApoIA. “Surgem como novidades: a degravação inteligente e interativa, em que o sistema gera automaticamente um resumo narrativo de diálogos; a busca semântica de jurisprudência, que permite agilizar a pesquisa jurisprudencial; e o repositório externo de colaboração”, anunciou. Além disso, o desembargador ressaltou a preocupação da ferramenta em relação à segurança, com controle e atualização da proteção contra a injeção de prompts. Para garantir a integridade, a Apoia implementou uma arquitetura de defesa baseada em três camadas de segurança, as quais combinam higienização de dados, varredura algorítmica de pontos e, por fim, controle humano. Sobre o compartilhamento dessa solução na PDPJ-Br, o juiz auxiliar da Presidência do CNJ Henrique Dada Paiva explicou que o Conecta nacionaliza iniciativas disruptivas, que trazem ganhos para toda a Justiça e podem resolver problemas sensíveis em outros tribunais, assim como feito pela ApoIA. “A ApoIA contribui para todo o ecossistema do Poder Judiciário e, como toda solução de tecnologia, não pode ficar, e não está, parada. Ela passa por atualizações corriqueiras realizadas pela equipe do TRF-2 e, com isso, trazemos essa ferramenta para este debate para que as inovações sejam conhecidas”, disse. Assista à íntegra do webinário transmitido pelo canal do CNJ no YouTube: Durante o evento, a juíza do TRF-2 Caroline Tauk fez uma demonstração da ApoIA, com foco nos aperfeiçoamentos mais recentes da iniciativa. A magistrada apresentou recursos como geração de minutas, relatórios e ementas, triagem de ações por tema, produção de resumos processuais e revisão de texto. Ela reforçou que a IA é apenas um auxiliar do trabalho humano, e não um substituto, cabendo ao usuário revisar os resultados. O Conecta funciona como incubadora para acelerar ferramentas desenvolvidas pelos tribunais brasileiros e disponibilizá-las aos demais órgãos do Judiciário. A iniciativa oferece mentorias e capacitações, além de dar suporte técnico para o aprimoramento das soluções tecnológicas. Além disso, reduz custos e estimula a cooperação entre tribunais ao transformar experiências locais em soluções de uso coletivo. Entre as ferramentas nacionalizadas pelo Conecta estão: o Banco de Sentenças das Justiças Militares, desenvolvido pelo Superior Tribunal Militar (STM) em parceria com os tribunais de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG), São Paulo (TJMSP) e Rio Grande do Sul (TJMRS); o Bastião, idealizado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE); a Berna, originária do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO); o Janus, criado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA); e o Promptus, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA). Iniciado em 2020, o Programa Justiça 4.0 é fruto de um acordo de cooperação firmado entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior do Trabalho (TST), do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu objetivo é desenvolver e aprimorar soluções tecnológicas para tornar os serviços oferecidos pela Justiça brasileira mais eficientes, eficazes e acessíveis à população, além de otimizar a gestão processual para magistrados, servidores, advogados e outros atores do sistema de justiça. Texto: Amanda Damasceno Revisão: Ana Terra e Vanessa Beltrame Edição: Sarah Barros
JFPR abre vagas para estágios em Curitiba, Astorga, Cascavel e Umuarama (20/05/2026)20/05 19:05. A Justiça Federal do Paraná (JFPR) lançou editais para formação de cadastro de reserva e preenchimento de vagas de estágio em quatro cidades do estado. As oportunidades são para estudantes de Direito, nas unidades de Astorga, Cascavel e Umuarama, e para os cursos de Administração e Economia, em Curitiba. Curitiba – Administração e Economia A Divisão de Auditoria Interna da Seção Judiciária do Paraná, em Curitiba, está com inscrições abertas para uma vaga de estágio destinada a estudantes de Administração ou Economia. Os candidatos devem estar matriculados do 1º ao 4º período, além de ter conhecimentos avançados em Excel e Word. As inscrições vão de 11 a 25 de maio de 2026 e devem ser encaminhadas para o e-mail [email protected], com envio de currículo e documentos. Após a inscrição, o candidato precisa agendar a prova presencial, que será aplicada entre 8 e 10 de junho, das 14h às 17h, na sede da Divisão de Auditoria Interna (Avenida Anita Garibaldi, 888, no 7º andar). O processo seletivo consiste em prova prática de Excel e redação manuscrita. O resultado será divulgado em 15 de junho, com início das atividades previsto para agosto de 2026. Astorga – Direito A Unidade Avançada de Atendimento de Astorga seleciona candidatos para cadastro de reserva de estágio em Direito. Podem inscrever-se estudantes regularmente matriculados entre o 2º e 4º ano. As inscrições vão de 11 de maio a 12 de junho de 2026, mediante envio de e-mail para [email protected], com assunto "Inscrição - Estágio UAA Astorga", anexando ficha de inscrição, documento de identificação, histórico escolar e, se for o caso, autodeclaração para cotas. A seleção será feita pela média global do acadêmico multiplicada pelo Conceito Preliminar de Curso (CPC) da instituição. Não haverá prova presencial. O resultado final será divulgado até 19 de junho no site da Justiça Federal. Cascavel – Direito A Subseção Judiciária de Cascavel abriu inscrições para cadastro de reserva de estágio em Direito. Os candidatos devem estar cursando entre o 3º e o 7º semestre. As inscrições vão de 8 a 25 de maio de 2026 e devem ser feitas pelo e-mail [email protected], com assunto "INSCRIÇÃO SELEÇÃO ESTAGIÁRIOS - CURSO DE DIREITO". A seleção será realizada em etapa única, com prova discursiva no dia 27 de maio, das 14h às 16h, no auditório da Subseção Judiciária de Cascavel (Avenida Tancredo Neves, 1.137). Será desclassificado quem obtiver menos de 6 pontos. O resultado final será divulgado a partir de 8 de junho no site da Justiça Federal. Umuarama – Direito A Subseção Judiciária de Umuarama anunciou processo seletivo para cadastro de reserva de estágio em Direito. Os candidatos devem estar matriculados entre o 3º e o 8º período. As inscrições vão do dia 13 de maio até 19h do dia 1º de junho de 2026, exclusivamente pelo formulário on-line. A prova será aplicada no dia 3 de junho de 2026, das 14h às 18h, no Auditório da sede da Justiça Federal em Umuarama (Rua José Teixeira D'Ávila, 3.808). O exame terá 20 questões de múltipla escolha e uma questão dissertativa, abrangendo disciplinas como Língua Portuguesa, Direito Constitucional, Penal, Civil, Administrativo e Previdenciário. Apenas serão corrigidas as dissertações dos candidatos que acertarem pelo menos 50% da prova objetiva. O resultado final será divulgado até 19 de junho no site da Justiça Federal. Informações gerais Em todas as oportunidades, a remuneração é de R$ 1.547,15 mensais acrescida de R$ 12 por dia efetivamente estagiado como auxílio-transporte. A carga horária é de 20 horas semanais, preferencialmente das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira. Os editais preveem reserva de vagas para candidatos negros (pardos e pretos) e para pessoas com deficiência. Mais informações pelo site da Justiça Federal ou pelos e-mails indicados em cada edital. *A reprodução do conteúdo é autorizado desde que sejam atribuídos os devidos créditos à JFPR. Núcleo de Comunicação Social da Justiça Federal do Paraná COMSOC|JFPR - [email protected] Arte: COMSOC/JFPR ()
Plataformas relatam desafio técnico para cumprir regras eleitorais sobre IA e fake news20/05 18:38. A diretora de Relações Institucionais do Conselho Digital, Roberta Jacarandá, relatou a deputados nesta quarta-feira (20) os desafios técnicos das plataformas de internet para cumprir as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o uso de inteligência artificial (IA) e desinformação nas eleições deste ano (fake news). Segundo ela, termos subjetivos nas normas podem levar as plataformas digitais a apagar conteúdos legítimos, como sátiras, por medo de punições judiciais. A preocupação central é que a exigência de retirada imediata force os algoritmos a agirem com rigor excessivo. Roberta Jacarandá destacou que conceitos como "conteúdos notoriamente inverídicos" são vagos e dificultam a análise tecnológica. Ela acrescentou que, ao impor responsabilidade conjunta às empresas pela permanência das postagens, a resolução cria um cenário de insegurança jurídica. “Ao mesmo tempo que não se quer que haja uma intervenção no processo democrático, no debate público, você abre uma porta para que as plataformas atuem de forma proativa, sem depender de decisão judicial, e aplica a responsabilidade solidária. Ou seja, você coloca as plataformas entre dois riscos: se elas derrubam demais, elas são acusadas de censura. Se não derrubam, são responsabilizadas solidariamente”, afirmou a diretora, que representou empresas como Meta, TikTok, Kwai, Amazon e Discord no debate promovido pela Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados. Regras Editada em março deste ano, a Resolução 23.755/26 do TSE adota medidas rigorosas para combater desinformação e abuso de tecnologia nas eleições. A norma exige, por exemplo, que os candidatos indiquem claramente quando usarem conteúdo fabricado ou manipulado por inteligência artificial. Fica proibido também criar ou disseminar material gerado por IA no período entre 72 horas antes e 24 horas após a votação. O descumprimento das medidas pode levar a investigações por uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político, além de multas e outras sanções administrativas. Riscos O superintendente de Regulação da Agência Nacional de Proteção de Dados, Lucas Carvalho, explicou que o uso de IA nas eleições não está proibido, mas precisa seguir regras claras para proteger a democracia e garantir a transparência do voto. Para ele, as normas do TSE apenas adaptam para a internet limites que já existiam nas campanhas tradicionais. "O que se está fazendo é estabelecer regras que já valem, eu diria, para os pleitos analógicos, que eram regras de convivência básicas: você não pode manipular, não pode mentir", destacou. Raphael Monteiro, da Advocacia-Geral da União, também defendeu a necessidade e a legitimidade das resoluções editadas pelo TSE. Para ele, o avanço tecnológico impõe riscos graves à democracia, como a propagação veloz de desinformação e o uso de vídeos ultrarrealistas (deepfakes) que destroem a noção de realidade do eleitor. “A premissa básica da justiça eleitoral é garantir a paridade de armas”, disse. Fiscalização A presidente da comissão, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), que propôs o debate, questionou se as redes sociais possuem equipes capazes de monitorar e retirar do ar conteúdos irregulares em tempo real. Em resposta, Jacarandá disse que o volume de postagens torna impossível uma fiscalização totalmente humana e reforçou o risco de remoção exagerada de publicações legítimas por causa de regras eleitorais subjetivas. "As intenções [da resolução] são legítimas, são válidas, são necessárias, mas a forma de aplicar às vezes oferece efeitos colaterais não desejados, e isso precisa ser levado em consideração", afirmou Jacarandá.
STJ abre investigação por uso de IA para fraudar processos20/05 19:57. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nesta quarta-feira (20) a abertura de uma investigação para apurar o uso de prompts de inteligência artificial para burlar o sistema eletrônico de petições do tribunal. Por ordem do presidente do STJ, Herman Benjamin, um inquérito policial e um procedimento administrativo interno foram instaurados para apurar tentativas de fraudes, que teriam sido cometidas por advogados e escritórios de advocacia. Notícias relacionadas: STJ lança curso gratuito sobre equidade racial na Justiça. STJ rejeita uso de inteligência artificial como prova em ação penal. A medida foi tomada após técnicos do tribunal identificarem a entrada de petições com prompt injection, mecanismo usado para enganar modelos de IA e favorecer partes durante o andamento eletrônico de um processo. Os comandos ocultos são inseridos em petições para tentar forçar o sistema de IA a ignorar filtros de seleção que impedem, por exemplo, a admissão de um documento que não contém os requisitos básicos de admissibilidade. Segundo o STJ, o sistema do tribunal já tem travas contra o uso de prompts e impedem que as ordens sejam executadas pela plataforma que recebe as petições.
Supremo invalida lei do DF que criou selo para atestar que empresa não é pirâmide20/05 21:42. Atestar que uma empresa não é um esquema de pirâmide demanda um processo fiscalizatório de operações financeiras. Como essa é uma atribuição privativa da União, os estados não possuem competência para criar leis que, na prática, façam esse tipo de fiscalização. Com esse entendimento, o Plenário do Supremo Tribunal Federal reiterou que a competência para […]
STJ dispensa depósito de multa para analisar recurso que a questiona20/05 19:31. Multa foi aplicada após agravo interno ser considerado manifestamente inadmissível.; A Corte Especial do STJ decidiu que não é necessário o recolhimento prévio da multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC, quando o recurso subsequente tiver como único objetivo discutir a própria penalidade aplicada. Por maioria, o colegiado entendeu que, nessa hipótese específica, a exigência compromete o direito de defesa e o controle jurisdicional da sanção. O caso O caso analisado envolvia acórdão da 2ª t...
Espaço Cultural lança livro em homenagem aos 15 anos de atuação do ministro Raul Araújo no STJ20/05 09:07. Espaço Cultural lança livro em homenagem aos 15 anos de atuação do ministro Raul Araújo no STJ
Pesquisas aplicadas ao Direito de Família serão apresentadas em webinário do CNJ desta quinta (21/5)20/05 18:37. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio de seu Departamento de Pesquisas Judiciárias, realiza nesta quinta-feira (21/5) nova edição dos Seminários de Pesquisa Empíricas aplicadas às Políticas Judiciárias. Dessa vez, o evento é dedicado ao tema Direito de Família e contará com a apresentação de trabalhos técnicos selecionados por meio da Chamada Pública CNJ n. 1/2025. Os três trabalhos foram submetidos e selecionados em processo público, aberto a pesquisadores de todo o país, com o objetivo de subsidiar o aperfeiçoamento das práticas e políticas do Poder Judiciário no campo do Direito de Família. O primeiro estudo, Circulação de Decisões de Divórcio: Homologação e Cartas Rogatórias no Superior Tribunal de Justiça, é de autoria de Marcos Vinícius Torres Pereira, professor titular de Direito Civil e Internacional Privado da FND/UFRJ, e dos pesquisadores Rafael Reis Barroso, Felipe Rocha e Thiago Mello Coutinho Ennes Klein. A segunda pesquisa, Alienação parental como ferramenta de “lawfare”: um estudo sobre a justiça subnacional e a perpetuação da violência de gênero no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), será apresentada por Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro, professora associada da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Alessandra Abrahão Costa, advogada e pesquisadora em Direito, e Alessandra Mendes França, socióloga e pesquisadora acadêmica. O terceiro trabalho, “Nós somos gente… nós pode ser mãe…”: existências e resistências à retirada compulsória de filhas/os pelo Estado, é de autoria de Gracielle Feitosa de Loiola, assistente social do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e professora e pesquisadora acadêmica na área de Serviço Social. A mediação do evento ficará a cargo da desembargadora Ivanise Maria Tratz Martins, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). O público-alvo inclui integrantes dos Grupos de Pesquisa Judiciária (GPJs), magistrados e magistradas, servidores e servidoras do Judiciário, pesquisadoras e pesquisadores em geral. A iniciativa integra o esforço institucional do Conselho de aproximar a produção científica empírica das decisões de gestão e das políticas em âmbito nacional. O seminário ocorrerá das 17h às 19h, com transmissão simultânea pela Plataforma Cisco Webex e pelo canal oficial do CNJ no Youtube. Acesse a programação completa. Inscreva-se para ampliar a interação por meio da plataforma Cisco Webex Serviço: Seminários de Pesquisas Empíricas aplicadas às Políticas Judiciárias – Direito de Família Quando: 21 de maio Onde: Plataforma Cisco Webex e canal do CNJ no Youtube Texto: Lui Ximenes Supervisão: Sarah Barros Agência CNJ de Notícias
Entidades do setor financeiro manifestam apoio a presidente do Banco Central20/05 20:49. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e outras entidades do setor financeiro divulgaram um manifesto em que expressaram seu apoio ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em um cenário de fortes questionamentos à autonomia da instituição. Nesta quarta-feira (20/5), a Comissão de Constituição e Justiça do Senado adiou a votação da proposta de emenda […]
Dino diz que Fux será processado após confundir Nelson Jobim com Tom Jobim20/05 19:31. Ministro disse ter passado o intervalo “com complexo de culpa” após atribuir errado a citação.; Durante sessão plenária do STF nesta quarta-feira, 20, o ministro Luiz Fux pediu a palavra para corrigir a autoria de frase citada anteriormente durante julgamento sobre a constitucionalidade da lei distrital 6.200/18, que criou o chamado “Selo Multinível Legal” no DF. Fux afirmou ter ficado em dúvida sobre a autoria da expressão segundo a qual “a Europa é boa, mas é ruim, e o Brasil é ruim, mas é ...
Mantida anulação de sentença de árbitro que omitiu relação profissional com advogados de parte20/05 07:45. Mantida anulação de sentença de árbitro que omitiu relação profissional com advogados de parte
Mês da Infância Protegida: Como denunciar violência contra crianças e adolescentes20/05 18:37. Por trás de muitos casos de violência contra crianças e adolescentes no Brasil, há silêncio, medo ou falta de informação sobre como buscar ajuda. Para orientar e encorajar a denúncia dessas situações, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove a campanha “Mês da Infância Protegida”, que que dá visibilidade à rede de proteção e ao Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, formado por instituições da assistência social, saúde, educação, segurança pública, Justiça e defesa de direitos, articuladas para receber denúncias, assegurar atendimento adequado e promover proteção integral. O Poder Judiciário integra a rede de proteção da criança e do adolescente por meio das varas da infância e juventude, varas especializadas e demais unidades com competência para análise de casos envolvendo violência e violação de direitos. Além de apreciar medidas protetivas e outras providências previstas em lei, o Judiciário atua de forma articulada com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, buscando assegurar proteção integral, prioridade no atendimento e prevenção da revitimização de crianças e adolescentes. Quem pode denunciar Qualquer pessoa pode efetuar uma denúncia de violência contra uma criança ou um adolescente. Familiares, vizinhos, professores, profissionais da saúde ou outra pessoa que tenha conhecimento ou suspeita de violações de direitos podem procurar os serviços de proteção. Não é necessário ter provas para denunciar. Importante! A suspeita já é suficiente para acionar os órgãos competentes. A apuração dos fatos caberá às autoridades responsáveis, conforme os fluxos legais de proteção e investigação. Antes de procurar um canal de denúncia, é importante reunir, sempre que possível, informações como: quem é a vítima, o que aconteceu, onde os fatos ocorrem, quem seria o possível autor da violência e se a situação ainda está acontecendo. CONHENÇA OS CANAIS Principal canal nacional de denúncias O Disque 100 recebe denúncias de violência física, psicológica, sexual, negligência, abandono e exploração infantil. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. A denúncia pode ser feita gratuitamente pelo telefone 100, pelo site do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil, pelo WhatsApp (61) 99656-5008 e pelo Telegram pesquisando por “Direitos Humanos Brasil”. A denúncia pode ser anônima. Durante o atendimento, são solicitadas informações básicas sobre a vítima, o local dos fatos e a situação de risco. Após o registro, o caso é encaminhado aos órgãos responsáveis pela proteção da criança ou adolescente. Acione em situações de emergência O telefone 190, da Polícia Militar, deve ser acionado quando a criança ou adolescente estiver em risco imediato ou quando houver necessidade de intervenção policial urgente. Isso inclui situações de agressão em andamento, ameaça, abuso sexual, abandono ou desaparecimento. Ao ligar, é importante informar o endereço e explicar o que está acontecendo. Proteção além do julgamento O Poder Judiciário analisa pedidos de medidas protetivas, afastamento do agressor, acolhimento excepcional e outras providências necessárias à proteção da criança ou do adolescente. Nos casos de violência contra crianças e adolescentes, essa atuação judicial pode ocorrer nas varas da infância e juventude, varas criminais, varas especializadas em crimes contra crianças e adolescentes, varas de violência doméstica e familiar, varas de família ou unidades com competência cumulativa, conforme a organização de cada tribunal e a natureza do caso. O Judiciário tem papel fundamental na garantia de que crianças e adolescentes sejam ouvidos de forma protegida, por meio do depoimento especial, quando necessário, evitando a repetição indevida de relatos e a revitimização. Procure em casos de suspeita ou violação de direitos Os conselhos tutelares são órgãos que atuam na proteção dos direitos de crianças e adolescentes e podem ser procurados em casos de violência, negligência, maus-tratos, abuso sexual, exploração infantil, evasão escolar, entre outros assuntos. Os conselhos existem em quase todas as cidades do país. A denúncia pode ser feita presencialmente, por telefone ou pelos canais disponibilizados em cada município. Também pode ser anônima. Após receber o relato, o Conselho Tutelar pode aplicar medidas de proteção, requisitar atendimentos nas áreas de saúde, assistência social e educação, acionar os órgãos competentes e encaminhar o caso ao Ministério Público, à autoridade policial ou ao Judiciário, quando necessário. Registre a ocorrência para investigação As delegacias podem ser procuradas em casos de violência física, abuso sexual, exploração infantil ou desaparecimento de crianças e adolescentes. É possível registrar boletim de ocorrência e apresentar mensagens, fotos, vídeos e outras informações que auxiliem na investigação. Mas a ausência desses materiais não impede o registro da ocorrência. A investigação deve ser conduzida pelas autoridades competentes. Dependendo do estado, o registro também pode ser feito pela internet. Crianças e adolescentes têm prioridade. Não aguarde para denunciar Em casos de violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes, a Lei Henry Borel prevê medidas protetivas de urgência, que podem incluir o afastamento do agressor, a proibição de contato com a vítima e outras providências necessárias para interromper a situação de risco. Para denúncias e acompanhamento de medidas de proteção O Ministério Público atua na defesa dos direitos da infância e juventude e também pode receber denúncias. Em muitos estados, o atendimento pode ser feito presencialmente ou por formulários eletrônicos disponíveis nos sites dos Ministérios Públicos estaduais. O órgão pode instaurar investigações e acompanhar medidas de proteção. Serviços de assistência social oferecem apoio e acompanhamento Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) também integram a rede de proteção. O CREAS atende casos de violência e violação de direitos, oferecendo acompanhamento psicossocial. Já o CRAS atua no fortalecimento dos vínculos familiares e na orientação de famílias em situação de vulnerabilidade. Atendimento e encaminhamento em casos de violência Unidades básicas de saúde, UPAs, hospitais e demais serviços do SUS também podem identificar situações de violência, prestar atendimento inicial e realizar os encaminhamentos necessários à rede de proteção. O Mês da Infância Protegida é uma iniciativa nacional instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizada pela primeira vez em 2026. A campanha passará a ocorrer anualmente ao longo do mês de maio, com ações coordenadas entre tribunais, Ministério Público, defensorias e instituições do Sistema de Garantia de Direitos. Entre as ações previstas estão campanhas educativas, priorização de processos envolvendo vítimas infantojuvenis e fortalecimento das medidas de proteção a crianças e adolescentes. Texto: Thays Rosário Edição: Sarah Barros Agência CNJ de Notícias
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PlayerDesde 05/03/24Cruzeiro, SP144 participações25 seguidoresOnline nos últimos diasSandra FonsecaAdvogada (+ 25 anos). - Pós graduada em ciências criminais pela PUC Minas; - Pós graduada em Direitos Humanos (CEI); - Pós..., 3º no ranking mensal (1640 pontos), 1º no ranking SP mensal, Player desde 05/03/24 - 4
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PlayerDesde 12/06/24São Paulo, SP238 participações54 seguidoresOnline hojeLucas CorreaAprovado no 42° Exame da OAB. Cursando Pós Graduação em Direito Penal e Criminologia pela PUCRS. Formado em 2023. Membro d..., 7º no ranking mensal (1175 pontos), 3º no ranking SP mensal, +400 pontos hoje, Player desde 12/06/24 - 8
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Player FundadorDesde 10/12/23Pouso Alegre, MG15 seguidoresOnline hojeSebiana Vitale16º no ranking mensal (515 pontos), 1º no ranking MG mensal, +40 pontos hoje, Player Fundador desde 10/12/23
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