Investigação Defensiva
Fontes abertas, preservação de prova, cadeia de custódia e leitura de depoimento
12 guias disponíveis
Investigação Defensiva
Ferramentas de Investigação Defensiva: por onde começar
Visão geral do módulo de Investigação Defensiva: dez instrumentos que dão método e segurança ao trabalho da defesa (Provimento 188/2018 da OAB). Cinco para colher (onde procurar, impedir que a prova suma, documentar a integridade, ligar os pontos, ler o depoimento), quatro para trabalhar a prova digital que a acusação juntou (entender o que chegou, ler a conversa exportada, montar a cronologia da custódia, requerer ao juízo o que falta) e o glossário, que explica os termos técnicos usados por todos. O fluxo de uso e as fronteiras éticas.
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Como usar o Glossário da Prova Digital
Guia do Glossário da Prova Digital: os termos técnicos que decidem a prova digital (hash, SHA-256, metadados, EXIF, porta lógica, extração, OSINT) explicados na língua do criminalista. Como buscar um termo, como ler um verbete (o que é, na sua atuação, armadilha comum, onde aparece) e como abrir a explicação sem sair da ferramenta que você está usando.
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Como usar o Guia de Fontes Abertas
Guia do catálogo de Fontes Abertas: o mapa curado das fontes públicas que servem à investigação defensiva, organizado pela pergunta que cada uma responde. Como filtrar por pergunta, ler a ficha (o que responde, como usar, o que pode e o que não pode), o que é o anti-catálogo e as regras do jogo (Provimento 188/2018 da OAB).
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Como usar o Gerador de Preservação de Prova
Guia do Gerador de Preservação de Prova: monte em minutos a notificação extrajudicial de preservação de prova digital com o fundamento certo para cada destinatário (câmera privada, órgão público, provedor de internet e telefonia). Como preencher, gerar, editar e enviar com prova de recebimento. Tudo no navegador, nada é enviado à plataforma.
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Como usar o Kit de Cadeia de Custódia
Guia do Kit de Cadeia de Custódia: seis ferramentas para documentar a integridade da prova digital, todas rodando no seu navegador. Gerar hash SHA-256, conferir o hash de um laudo, ler e remover metadados (EXIF), calcular prazos de guarda e montar o dossiê da diligência. O que o hash demonstra, o que ele não demonstra, e os cuidados de cada ferramenta.
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Como usar o Mapa de Vínculos
Guia do Mapa de Vínculos: a tela no seu navegador onde você desenha o grafo das ligações que apurou entre pessoas, empresas, endereços e contas do caso. Cada vínculo registra a fonte e a data, e a ferramenta gera o Relatório de Diligência de Investigação Defensiva (Provimento 188/2018). Como adicionar entidades e vínculos, por que fonte e data são obrigatórias, e como exportar. Recurso em construção.
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Como usar a Análise de Prova Oral
Guia da Análise de Prova Oral: a leitura técnica estruturada de um depoimento a partir da transcrição textual que você cola. Sete módulos (estrutura, contradições, detalhes verificáveis, auditoria da colheita, fatores de risco de memória, lente de conteúdo e síntese acionável), cada achado ancorado no parágrafo do texto. Como preparar o texto, pseudonimizar nomes no navegador, rodar e exportar. Não mede credibilidade nem é detector de mentira. Recurso em construção.
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Como usar a Linha do Tempo da Custódia
Guia da Linha do Tempo da Custódia: você lança os eventos que constam nos autos (apreensão, lacre, decisão judicial, extração, hash, laudo) com a fonte de cada um, e a ferramenta ordena tudo e aponta as impossibilidades cronológicas — extração antes da apreensão, interceptação fora da janela autorizada, arquivo modificado depois da apreensão. Saída pronta para a petição.
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Como usar o Gerador de Requerimentos de Prova Digital
Guia do Gerador de Requerimentos de Prova Digital: gera a minuta do requerimento ao juízo por objetivo, com o fundamento embutido. Dois caminhos: pedir acesso à integralidade da extração (arquivos brutos, logs, hash, ferramenta e leitor, com base na Súmula Vinculante 14) e requerer diligências sobre a origem da prova digital. Minuta editável, nada sai do navegador.
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Como usar o Leitor de Conversa de WhatsApp
Guia do Leitor de Conversa de WhatsApp: abra o arquivo exportado pelo próprio aplicativo e a ferramenta calcula o hash antes de ler, organiza a cronologia, deixa filtrar por interlocutor e por período, marca o que o aplicativo registrou (mensagem apagada, mensagem editada, mídia que ficou de fora) e gera o bloco para a petição com a proveniência do arquivo. Tudo no seu navegador.
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Como usar o Guia de Anatomia da Prova Digital
Guia da página Anatomia da Prova Digital: fonte por fonte, o que é o documento que chegou aos autos, como foi produzido, onde costuma falhar, o que pedir ao juízo e o que os tribunais já disseram. Começa pela fonte de maior demanda, a extração de celular. Os termos técnicos abrem no glossário sem sair da leitura.
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Como usar o Mapa do Local do Fato
Guia do Mapa do Local do Fato: você fixa um ponto do caso com a origem declarada nos autos, escolhe o raio e a ferramenta mede o que existe em volta nas categorias do art. 40, III da Lei de Drogas (escolas, hospitais, unidades policiais, transporte público), com a distância de cada equipamento e o bloco pronto para a petição. A ferramenta mede e mostra; ela não conclui se a majorante incide.
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