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Artigos Conjur – O profiling criminal é a velha novidade que devemos dominar (parte 2)

ARTIGO

O profiling criminal é a velha novidade que devemos dominar (parte 2)

O artigo aborda o caso de Thomas Quick, que, após ser internado em um hospital psiquiátrico, confessou mais de 30 homicídios e tornou-se uma figura proeminente na mídia sueca. Ao investigar essa série de falsas confissões, os autores enfatizam os erros das técnicas indutivas utilizadas durante os interrogatórios e as reconstituições, que levaram a condenações baseadas em memórias implantadas. A análise comportamental e a investigação preliminar qualificada são apresentadas como possíveis solu...

Alexandre Morais da Rosa, Aury Lopes Jr
31 out. 2014 14 acessos
O profiling criminal é a velha novidade que devemos dominar (parte 2)

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a análise comportamental como técnica auxiliar na identificação de falsas memórias e confissões, destacando o caso de Thomas Quick, que passou a confessar homicídios por meio de técnicas de hipnose e uso de medicamentos.

Os autores analisam como um jovem com problemas mentais, inicialmente não violento, foi levado a se tornar um pseudo-serial killer devido a erros de investigação e indução policial. Enfatiza-se a falha do sistema judiciário sueco e o papel do advogado de defesa na aceitação de provas frágeis, resultando em condenações sumárias. A narrativa se desenrola com a investigação do jornalista Hannes Rastam, que, ao desmistificar as confissões, leva à anulação das condenações de Quick, agora conhecido como Sture Bergwall.

A falta de uma análise comportamental rigorosa é apontada como um fator crítico nos erros de investigação, sugerindo a importância de abordagens qualitativas e atualizadas em investigações policiais como diretriz para políticas de segurança pública.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais pontos abordados no artigo "O profiling criminal é a velha novidade que devemos dominar (parte 2)" de Aury Lopes Jr. e Alexandre Morais da Rosa.

  • Contribuição da Análise Comportamental: A importância da análise comportamental na identificação de falsas memórias e falsas confissões, com foco em casos emblemáticos.
  • O Caso Thomas Quick: Narrativa sobre Sture Bergwall, que se tornou Thomas Quick, e como suas confissões de homicídios foram resultado de uma investigação mal conduzida e técnicas inadequadas.
  • Impacto da Terapia e Medicação: Discussão sobre a influência das técnicas de hipnose, regressão e uso de medicamentos alucinatórios que levaram à fabricação de confissões.
  • Erros Judiciários e Investigativos: Análise dos erros cometidos pela polícia, Ministério Público e defesa, que contribuiram para condenações baseadas em mentiras e falsas memórias.
  • Revisão das Condenações: Como a investigação do jornalista Hannes Rastam trouxe à luz a verdade e levou à anulação das condenações de Thomas Quick.
  • Investigações Qualificadas: A necessidade de uma análise comportamental séria e investigação preliminar adequada para evitar erros e injustiças na segurança pública.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)
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Aury Lopes JrDoutor em Direito Processual Penal pela Universidad Complutense de Madrid. É Professor Titular do Programa de Pós-Graduação – Especialização, Mestrado e Doutorado – em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Advogado criminalista. Membro da Abracrim

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