Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – Juízes fazem piquetes contra alegações finais nos processos?

ARTIGO

Juízes fazem piquetes contra alegações finais nos processos?

O artigo aborda a relevância das alegações finais nos processos criminais, questionando se elas são realmente necessárias ou se são apenas um formalismo. O autor argumenta que, na busca por eficiência, muitos juízes parecem desvalorizar o papel dessas alegações, o que pode ameaçar o contraditório e a legitimidade do processo judicial. Além disso, destaca a necessidade de uma reflexão crítica sobre a prática processual atual e a influência das partes na formação da decisão, propondo uma revisã...

Alexandre Morais da Rosa
28 fev. 2015 8 acessos
Juízes fazem piquetes contra alegações finais nos processos?
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a complexa relação entre as alegações finais nos processos criminais e a eficiência da prestação jurisdicional, enfatizando que os juízes, pressionados por resultados, podem negligenciar a importância desse momento processual.

Discute a Teoria da Relação Jurídica de Bullow, que separa os fatos das normas jurídicas, sugerindo que as alegações finais seriam irrelevantes após a instrução, uma visão que contrasta com a posição defendida pela Escola Mineira de Processo, que valoriza o contraditório e a participação efetiva das partes no processo penal como fundamentais para garantir a legitimidade da decisão judicial. O texto também aborda o papel do Ministério Público e dos defensores nas alegações finais, salientando a necessidade de um ambiente democrático no processo penal que respeite o contraditório e a defesa, e critica a superação da visão tradicional que coloca o juiz como figura central e superior.

Por fim, questiona a validade das alegações finais e propõe uma reflexão sobre a teoria do processo, chamando à atenção para a urgência de modernizar o entendimento jurídico sobre essas questões.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Juízes fazem piquetes contra alegações finais nos processos criminais?" por Alexandre Morais da Rosa.

  • O papel do juiz na prestação jurisdicional: A busca pela eficiência e a pressão por números que impactam a magistratura, levando a uma visão distorcida do papel das alegações finais no processo.
  • Teoria da Relação Jurídica: Como a ideia de que os fatos são obrigação das partes e que o juiz deve aplicar o Direito pode minimizar a importância das alegações finais.
  • Verdade Real e Convencimento: A evolução da função do juiz no processo penal, que busca um acerto baseado no convencimento e não apenas na verdade absoluta.
  • Escola Mineira de Processo e o contraditório: A visão de que o processo deve garantir a manifestação das partes, incluindo as alegações finais, para legitimar a decisão judicial.
  • Complexidade das decisões judiciais: A distinção entre as fases do processo e a relevância das alegações finais para a efetividade do contraditório.
  • Conflito entre direitos processuais e eficiência: A crítica ao tratamento superficial das alegações finais e a necessidade de repensar seu papel no devido processo legal.
  • Implicações das alegações finais nas decisões: A conexão entre a ausência de defesa nas alegações e possíveis anulações de decisões, refletindo sobre a relevância deste momento processual.
  • Atualização da teoria do processo: A necessidade de uma nova abordagem sobre as funções dos jogadores e julgadores no processo, desafiando a concepção tradicional.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos