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Artigos Conjur – Você conhece o jurista mais ou menos (ou o mais ou menos jurista)?

ARTIGO

Você conhece o jurista mais ou menos (ou o mais ou menos jurista)?

O artigo aborda a superficialidade no conhecimento jurídico, destacando a alarmante falta de estudos entre aqueles que se dizem juristas. O autor, Alexandre Morais da Rosa, evidencia a dificuldade de diálogo com pessoas que possuem apenas uma compreensão rasa das normas e princípios, enfatizando a necessidade urgente de uma formação sólida e de dedicação ao estudo do Direito para evitar que o cenário atual de juristas "mais ou menos" se perpetue. Ele alerta para a importância de dominar os fu...

Alexandre Morais da Rosa
13 mai. 2017 20 acessos
Você conhece o jurista mais ou menos (ou o mais ou menos jurista)?
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a crescente superficialidade no conhecimento jurídico entre os profissionais da área, ressaltando a preocupação com a falta de estudo aprofundado das normas fundamentais do Direito, como a Constituição, o Código Penal e o Código de Processo Penal.

O autor, Alexandre Morais da Rosa, destaca a dificuldade em estabelecer diálogos significativos com aqueles que não possuem uma base sólida de conhecimento jurídico, o que resulta em opiniões baseadas em senso comum e desinformação. A discussão enfatiza a importância de compreender teorias fundamentais, como a teoria do ordenamento jurídico, do delito e do processo, para que o jurista possa participar de debates coerentes e construtivos.

Além disso, o texto critica a tendência de muitos a se contentarem com um entendimento superficial, o que gera a presença de "juristas mais ou menos", que não se envergonham de sua ignorância. O autor conclama a necessidade de um compromisso com o estudo contínuo e a busca por uma formação sólida e fundamentada, alertando que, sem isso, o ambiente jurídico ficará repleto de profissionais despreparados.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo de Alexandre Morais da Rosa sobre a qualidade da formação jurídica atual.

  • Multiplicidade de Fontes no Direito: Reflexão sobre o aumento de fontes de informação e a falta de leitura aprofundada dos textos normativos por parte dos profissionais.
  • Respostas Superficiais em Palestras: Questionamentos sobre a leitura de textos fundamentais como a Constituição e códigos legais, e a predominância de respostas insatisfatórias como "mais ou menos".
  • Dificuldade de Diálogo: A incapacidade de diálogo eficaz devido ao desconhecimento básico do campo jurídico e à superficialidade nas opiniões.
  • Senso Comum e Superficialidade: Crítica ao entendimento raso de conceitos legais fundamentais e a prevalência de opiniões sem fundamentação adequada.
  • Importância de uma Formação Sólida: A necessidade de um conhecimento básico do ordenamento jurídico e das teorias fundamentais para um debate jurídico consistente.
  • Crítica à Prática Juridica: Reflexão sobre o estado atual dos juristas e a comparação com a percepção de incompetência em outras profissões, defendendo a importância do estudo contínuo.
  • Dedicação ao Estudo: Encorajamento para que os profissionais do Direito se dediquem ao estudo sério e sustentado, evitando a superficialidade do conhecimento.
  • Consequências da Superficialidade: A sobremoderação da prática jurídica e a necessidade urgente de elevar o padrão da formação dos juristas no Brasil.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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