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Artigos Conjur – Uma ajuda inesperada (e dos céus) no processo penal

ARTIGO

Uma ajuda inesperada (e dos céus) no processo penal

O artigo aborda a inovação no processo penal por meio do uso de tecnologia, destacando a importância de filmagens com drones na redefinição da percepção dos fatos. O autor, Alexandre Morais da Rosa, revela como essa técnica, utilizada por um estagiário, contribuiu para uma melhor compreensão do caso, evidenciando que a adoção de novas abordagens pode transformar a dinâmica do julgamento. Além disso, menciona a reflexão sobre a utilização de métodos modernos de investigação pela polícia, incen...

Alexandre Morais da Rosa
09 nov. 2018 24 acessos
Uma ajuda inesperada (e dos céus) no processo penal

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O artigo aborda a inovação no processo penal por meio do uso de tecnologia, destacando a importância de filmagens com drones na redefinição da percepção dos fatos. O autor, Alexandre Morais da Rosa, revela como essa técnica, utilizada por um estagiário, contribuiu para uma melhor compreensão do caso, evidenciando que a adoção de novas abordagens pode transformar a dinâmica do julgamento. Além disso, menciona a reflexão sobre a utilização de métodos modernos de investigação pela polícia, incentivando uma evolução nas práticas processuais.

Publicado no Conjur

Entre uma testemunha e outra, usei de um nudge, isto é, um empurrãozinho (escrevemos aqui). Olhando para o estagiário — que ou é herói ou vilão —, mandei na lata: bem que tu poderias filmar o local dos fatos com um drone… imprimir o mapa no Google e marcar cada local. Ele — o estagiário — emendou: amanhã tá na mão. Respondi que estava brincando… porém nem tanto.

Os jogadores de acusação e defesa se deram conta de que uma simples filmagem transforma a experiência cognitiva do processo porque alinha contornos realísticos. A nossa imaginação será sempre imaginação. A defesa requereu a juntada de uma filmagem de drone e, com ela, o resultado do processo foi bem mais assertivo. Sobre o uso do drone do processo penal, vale conferir as potencialidades (aqui).

O estagiário, dois dias depois, trouxe a filmagem também… e era melhor do que a da parte. Quem operará seu drone? Não sabe? Perdeu, player, uma grande oportunidade. Quantos poderia já ter salvo? Não se culpe. Só não continue sendo trouxa. Aliás, vale para os dois lados, tanto que recebi várias investigações posteriores nas quais a polícia utilizou novas formas cognitivas.

P.S. Vale conferir os trabalhos de Francine de Paula e da monografia de Thiago Bravo Vieira.

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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