Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Conjur – Opinião: Deputado leu 3 juristas e creu: “Fica Proibida a Coisa Julgada”

ARTIGO

Opinião: Deputado leu 3 juristas e creu: “Fica Proibida a Coisa Julgada”

O artigo aborda a proposta do deputado Subtenente Gonzaga, que visa alterar o conceito de coisa julgada, permitindo que decisões de segunda instância sejam consideradas como definitivas para a execução da pena. Os autores criticam essa mudança, argumentando que fragilizar a coisa julgada compromete a autonomia do Direito e fere princípios fundamentais, além de instigar um debate sobre a adequação de modificar significados jurídicos essenciais. A discussão ressoa ainda com referências literári...

Alexandre Morais da Rosa
13 jan. 2020 13 acessos
Opinião: Deputado leu 3 juristas e creu: “Fica Proibida a Coisa Julgada”

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda diversos temas centrais relacionados ao conceito de coisa julgada na legislação brasileira, especialmente à luz da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB).

Primeiramente, discute a crítica de juristas como Luiz Flávio Gomes acerca da nova interpretação do conceito de coisa julgada, que permitiria a antecipação da prisão após julgamento em segunda instância, contradizendo a doutrina e a legislação pré-existente. Também são mencionadas as opiniões de Marco Antônio Reis e Felinto Alves Martins Filho, que argumentam que uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) poderia alterar o momento do trânsito em julgado sem violar direitos fundamentais. O artigo enfatiza a preocupação com uma possível proposta legislativa do deputado Subtenente Gonzaga, que sugere modificar o conceito de coisa julgada, gerando debates sobre a fragilidade do estado de Direito e a autonomia normativa.

Ao longo da conversa, há reflexões sobre a relação entre palavras e significados, citando Shakespeare para ilustrar a ideia de que a mudança de nomenclatura não altera a essência do que está sendo discutido. O texto encerra com uma crítica à tendência de reinterpretação flexível de conceitos jurídicos fundamentais, alertando para os perigos de se trocar o nome das coisas sem considerar suas implicações filosóficas e normativas.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo de Alexandre Morais da Rosa sobre a polêmica em torno do conceito de coisa julgada na LINDB.

  • Conceito de Coisa Julgada na LINDB: Discussões sobre como a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB) aborda a questão da coisa julgada e suas implicações jurídicas.
  • Proposta do Deputado Subtenente Gonzaga: Análise do Projeto de Lei que visa alterar o conceito de coisa julgada, permitindo a execução de pena após decisão de segundo grau.
  • Críticas a Luiz Flávio Gomes: A crítica à posição do jurista, agora deputado, que sugere uma modificação no entendimento convencional sobre coisa julgada para fins de antecipação de pena.
  • Implicações Constitucionais: Debate sobre a possibilidade de mudanças no momento do trânsito em julgado e sua compatibilidade com direitos fundamentais, conforme o artigo 60 da Constituição.
  • Consequências para o Direito e o Estado de Direito: Reflexões sobre como a fragilização da coisa julgada pode impactar a autonomia do Direito e a manutenção do Estado de Direito.
  • Posicionamentos de Juristas e Articulistas: Os pontos de vista de outros juristas que defendem a possibilidade de mudar conceitos jurídicos por meio de mudanças legislativas.
  • Relação entre Nomes e Conceitos: Discussões sobre a troca de nomes e a validade dos conceitos jurídicos, refletindo sobre as implicações práticas e filosóficas disso no Direito.
  • Referências Literárias: A utilização de citações literárias, como Shakespeare e a obra de Alice Através do Espelho, para ilustrar os temas do artigo e a crítica aos relativismos sem limites no Direito.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos