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Artigos Conjur – 126 faculdades chumbaram na OAB. O que dizem os cursinhos preparatórios?

ARTIGO

126 faculdades chumbaram na OAB. O que dizem os cursinhos preparatórios?

O artigo aborda a crise de formação em faculdades de Direito no Brasil, refletindo sobre a baixa taxa de aprovação no exame da OAB e a influência dos cursinhos de preparação que incentivam um ensino superficial. Os autores argumentam que o verdadeiro aprendizado do Direito deve ir além de técnicas de memorização e simplificações, defendendo a necessidade de uma educação mais reflexiva e crítica. A questão central gira em torno da relação entre a formação dos alunos e o tipo de exame que efeti...

Alexandre Morais da Rosa
10 fev. 2014 18 acessos
126 faculdades chumbaram na OAB. O que dizem os cursinhos preparatórios?
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a crise do ensino jurídico no Brasil, refletindo sobre a "oabtização" dos cursos de Direito, a insuficiência de uma formação que transcenda a memorização e facilite a compreensão das complexities jurídicas, bem como o papel fundamental de professores capacitados em filosofia e teoria do Direito.

Ele critica as metodologias de ensino ultrapassadas, apontando que a simplificação do Direito em resumos e esquemas resulta em operadores jurídicos que não conseguem refletir criticamente. Há uma análise das consequências dessa abordagem, especialmente com relação à baixa taxa de aprovação em exames como o da OAB, que expõe a inadequação do preparo disponibilizado pelas faculdades e cursinhos, ambos focados em atender a uma demanda mercadológica. O texto também discute o dilema que cerca as razões do fraco desempenho dos alunos: seria o problema a formação insuficiente ou o tipo de ensino que os alunos recebem?

Finaliza propondo a necessidade de uma mudança no formato das avaliações de competências para que reflitam a realidade do que é ensinado nas faculdades, sugerindo uma ruptura com o ciclo vicioso que perpetua a mediocridade no ensino jurídico e uma reflexão mais profunda acerca da formação de juristas críticos e pensantes.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "126 faculdades chumbaram na OAB. O que dizem os cursinhos?" por Alexandre Morais da Rosa.

  • Crise do Ensino de Direito no Brasil: Análise da formação legal e as dificuldades enfrentadas pelos estudantes e instituições de ensino no contexto dos exames da OAB.
  • Necessidade de Professores Qualificados: A importância de um corpo docente capacitado nas áreas de filosofia, sociologia e teoria do Direito para uma formação robusta.
  • Crítica aos Métodos de Ensino Tradicionais: A contestação das abordagens que focam na memorização e simplificação do conteúdo jurídico, em detrimento da reflexão crítica.
  • Impacto dos Cursinhos Preparatórios: Discussão sobre como esses cursinhos influenciam a formação dos alunos e perpetuam a mediocridade no ensino jurídico.
  • Modelo de Prova da OAB: A reflexão sobre se as provas realmente avaliam a capacidade dos candidatos ou se são apenas um teste de memorização.
  • Indústria dos Resumões: Análise crítica da comercialização de materiais resumidos que prometem facilitar o aprendizado, questionando sua efetividade.
  • Círculo Vicioso do Ensino Jurídico: A inter-relação entre faculdades, cursinhos e exames que resulta em uma formação superficial e inadequada.
  • Proposta de Mudanças: Sugestões para que o exame da OAB e os concursos sejam reconstruídos de forma a refletir o que realmente é ensinado nas faculdades de Direito.
  • Reflexão sobre o Futuro do Ensino Jurídico: A necessidade de um movimento coletivo para romper com práticas que não promovem um ensino de qualidade e formem juristas reflexivos.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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