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Artigos Conjur – Passamos o fundo do poço e CNJ não é mais o que todo mundo pensa

ARTIGO

Passamos o fundo do poço e CNJ não é mais o que todo mundo pensa

O artigo aborda a crise do ensino jurídico no Brasil, criticando métodos de ensino que priorizam a memorização em detrimento da compreensão crítica e ética do Direito. Alexandre Morais da Rosa discute a banalização do aprendizado, onde docentes utilizam paródias e macetes para engajar os alunos, levantando questões sobre a importância de uma formação sólida, respeitosa e criativa que preze pela autonomia e pela função democrática do Conselho Nacional de Justiça. A reflexão proposta aponta par...

Alexandre Morais da Rosa
07 jun. 2014 16 acessos
Passamos o fundo do poço e CNJ não é mais o que todo mundo pensa
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a crítica ao cenário atual do ensino jurídico no Brasil, enfatizando a circulação de métodos pedagógicos superficiais que incorporam humor e paródias, semelhante a programas de entretenimento, como uma forma de "violência simbólica" na educação; discute a superficialidade na formação jurídica, destacando preocupações com a banalização do conhecimento e a ênfase em decoreba, enquanto sugere que a função do professor deveria ser a de promover uma aprendizagem mais significativa e crítica; menciona a importância do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no contexto da democratização e da transparência do sistema judiciário, reiterando que os alunos devem compreender seu papel e não apenas decorar informações; critica o uso de "macetes" e técnicas de memorização que desqualificam o conteúdo do Direito, recorrendo a comparações absurdas e simplificações, como aprender quantidades de ministros através de referências cômicas; finalmente, o texto questiona os impactos negativos desses métodos na formação dos futuros profissionais da área, alertando sobre a necessidade de uma reflexão profunda sobre a prática pedagógica nos cursos de Direito.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Passamos o fundo do poço e CNJ não é mais o que todo mundo pensa", de Alexandre Morais da Rosa.

  • O significado simbólico da educação jurídica: Reflexão sobre como certos métodos de ensino nos cursinhos refletem a violência simbólica e a superficialidade do aprendizado no Direito.
  • Critica à banalização do ensino jurídico: Debate sobre a transformação da função do professor, que deveria ser baseada em um saber diferenciado, e como atualmente se foca na memorização e no “decorar”.
  • A importância do Conselho Nacional de Justiça (CNJ): Discussão sobre a função e a relevância democrática do CNJ, enfatizando a necessidade de respeito e criatividade no ensino sobre a instituição.
  • Desafios da formação para o exame da OAB: Crítica aos métodos de ensino que priorizam técnicas de memorização ao invés de uma compreensão sólida e crítica do Direito.
  • Pergunta retórica sobre a educação jurídica: Reflexão sobre se a educação atual prepara os alunos de Direito adequadamente ou se eles estão simplesmente decorando informações para passar em exames.
  • Exemplos de métodos de ensino peculiares: Citação de maneiras bizarra e engraçada como certos professores e cursinhos ensinam conceitos complexos, muitas vezes de forma caricatural.
  • Consequências da superficialidade no ensino: Advertência sobre as implicações da formação inadequada dos alunos de Direito, propiciando uma crítica ao sistema educacional atual.
  • Referências à cultura popular: Comparação entre métodos de ensino de Direito e programas de TV de entretenimento, sugerindo um nível de superficialidade alarmante na educação jurídica.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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