Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – Não há delator bonzinho: faz parte fingir e ganhar sempre

ARTIGO

Não há delator bonzinho: faz parte fingir e ganhar sempre

O artigo aborda a complexidade das delações no contexto criminal, enfatizando que não existem delatores "bonzinhos", pois todos buscam benefícios pessoais através da traição. Destaca a dinâmica de pressões sobre familiares e amigos dos acusados para obtenção de informações, além das ambiguidades nos relacionamentos entre agentes da lei e informantes. Por fim, ressalta que a luta contra organizações criminosas exige um preparo estratégico e profissional, evidenciando que a aparência de arrepen...

Alexandre Morais da Rosa
15 set. 2017 12 acessos
Não há delator bonzinho: faz parte fingir e ganhar sempre
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a complexidade das delações e os jogos de poder no contexto da investigação criminal, ressaltando que não existem delatores "bonzinhos", mas pessoas que, muitas vezes, fingem arrependimento em busca de uma recompensa.

Discute a tática de proteção pessoal e familiar dos delatores, que pode levar à traição e à colaboração com as autoridades, além de explorar as mudanças de status dos indivíduos envolvidos em investigações, que podem se tornar alvos de julgamentos morais. O texto examina a dinâmica entre informantes e agentes da lei, destacando a informalidade e a margem de legalidade que essas relações costumam ter, onde pequenos crimes podem ser tolerados em prol de resultados positivos. A fragilidade das alianças e a looming volatilidade de relacionamentos são enfatizadas, dado que quem hoje é aliado pode se tornar inimigo amanhã.

A importância de um planejamento estratégico e do gerenciamento eficaz de aliados e inimigos é discutida, assim como a necessidade de um corpo estatal bem preparado para enfrentar organizações criminosas maiores. Por fim, destaca-se o papel do dinheiro e dos profissionais capacitados na delação, desmistificando a ideia de que existe ingenuidade ou arrependimento genuíno entre os delatores.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Não há delator bonzinho: faz parte do negócio fingir e ganhar sempre", escrito por Alexandre Morais da Rosa.

  • Proteção Individual e Táticas de Delação: A importância da proteção da vida e patrimônio pessoal, onde delatores buscam recompensas imediatas, utilizando familiares e amigos como alavancas em suas táticas de delação.
  • Impacto Social da Suspeita: Modificação do status social dos envolvidos, levando a julgamentos morais e pessoais, alterando a forma como são tratados pela sociedade e pela lei.
  • Dilema das Alianças: A volatilidade das relações e a força das alianças durante o processo de delação, e como amigos e familiares podem se tornar presas fáceis sob pressão.
  • Mapeamento das Perdas: A importância de entender os pontos fracos dos investigados e ampliar a análise das perdas possíveis para obter vantagens táticas.
  • Práticas Investigativas Informais: A convivência entre policiais e informantes informais, e as questões legais envolvidas na obtenção de informações através de denúncias não oficiais.
  • Informantes como Criminosos: O potencial risco que informantes representam para os agentes da lei, podendo manipulá-los e expor suas ações ilegais.
  • Gerenciamento de Aliados e Inimigos: A complexidade em gerenciar relacionamentos em investigações, onde aliados podem se tornar inimigos devido a diversas circunstâncias.
  • Preparação para Guerra contra Organizações Criminosas: A necessidade de uma estrutura profissional e recursos adequados para enfrentar organizações criminosas maiores e mais poderosas.
  • Profissionalismo e Recompensas: A importância de profissionais habilitados em investigações, que são capazes de explorar pontos fracos e negociar adequadamente.
  • Ilusão do Arrependimento: A ideia de que delatores são 'bonzinhos' é uma ilusão; no fundo, todos buscam recompensas e agem de maneira estratégica.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos