Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Empório do Direito – Para entender porque a pec (171) da redução da idade penal é inconstitucional você precisa dominar overruling e distinguishing

Início/Conteúdos/Artigos/Empório do Direito
ARTIGO

Para entender porque a pec (171) da redução da idade penal é inconstitucional você precisa dominar overruling e distinguishing

O artigo aborda a inconstitucionalidade da PEC 171, que propõe a redução da idade penal no Brasil, através da análise das noções de overruling e distinguishing. Os autores, Alexandre de Morais da Rosa e Maurilio Casas Maia, discutem a inadequação da aplicação de um precedente do STF sobre o processo legislativo de Emendas Constitucionais, considerando as diferenças de origem e contexto entre a PEC 171 e outros casos julgados, além de defender a importância da coerência na aplicação do direito.

Alexandre Morais da Rosa
22 jul. 2015 13 acessos
Para entender porque a pec (171) da redução da idade penal é inconstitucional você precisa dominar overruling e distinguishing
Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a análise da inconstitucionalidade da proposta de emenda à Constituição (PEC) n. 171, que propõe a redução da idade penal. O texto discute a importância de entender conceitos como *overruling* e *distinguishing* na aplicação do Direito, especialmente em relação a precedentes judiciais, e como esses conceitos se relacionam com a preservação da ordem constitucional.

A defesa da inconstitucionalidade da PEC se baseia na análise do mandado de segurança (MS) n. 22.503, que, segundo o autor, possui uma base fática e jurídica distinta da proposta atual, uma vez que a origem da PEC e seu trâmite legislativo são cruciais para a aplicação de precedentes. O autor argumenta sobre a necessidade de respeitar a atribuição do Poder Executivo em processos legislativos de emendas constitucionais e enfatiza que a interpretação regimental não se sobrepõe ao texto constitucional.

Outro ponto central é a crítica ao uso de referências ao regimento interno como justificativa legal, considerando-as meros *obiter dicta*. O texto conclui com a perspectiva de que a prática legislativa deve ser ajustada à Constituição, defendendo que a utilização errônea de procedimentos legislativos pode ferir princípios constitucionais, o que implica a urgência de uma superação ou revisão do entendimento anterior em relação ao caso.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Para entender porque a PEC (171) da redução da idade penal é inconstitucional você precisa dominar overruling e distinguishing" por Alexandre de Morais da Rosa.

  • A importância da coerência na aplicação de precedentes: Discussão sobre como a aplicação de precedentes judiciais requer coerência, incluindo referências a autores renomados e a ética dos precedentes.
  • Debate sobre a PEC 171/1993: Análise da passagem da PEC 171, questionando a validade do seu trâmite à luz de precedentes e sua origem legislativa em comparação a outras PECs.
  • Distinção entre "precedente" e "mero julgado": Exposição dos limites do uso de um julgado como precedente, enfatizando a necessidade de respeitar as normas constitucionais para a criação de emendas.
  • Processo legislativo e o devido processo: Análise crítica da observância do devido processo legislativo e a importância da origem das propostas de emenda, especialmente na PEC 171.
  • Julgamento do MS 22.503 e seus efeitos: Discussão sobre o mandado de segurança que estabeleceu precedentes e a distinção de casos em contextos legislativos diferentes.
  • Obiter dictum e a relevância do Regimento Interno: Reflexão sobre a importância das menções ao Regimento Interno em decisões judiciais e sua posição como meros comentários, não influenciando a decisão central.
  • Superação do entendimento anterior (overruling): Avaliação das implicações de um possível overruling por parte do STF em relação ao julgamento da PEC 171 e à necessidade de respeitar a maturação democrática.
  • Impactos do debate legislativo atual: Crítica sobre a possibilidade de fraudes legislativas e a relação entre as votações de emendas aglutinativas e o cumprimento do artigo 60, § 5º da Constituição.
  • Relação entre acessório e principal na legislação: Discussão sobre a abordagem inadequada de considerar o projeto original como o principal e o substitutivo como acessório, ressaltando a complexidade da matéria.
  • Conclusão crítica e reflexiva: Enfatização da importância de um raciocínio jurídico crítico e fundamentado, evitando o senso comum nas interpretações e decisões relacionadas ao Direito Constitucional.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos