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Podcast Criminal Player – #29 RECONHECIMENTO DE PESSOAS

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#29 RECONHECIMENTO DE PESSOAS

O episódio aborda o importante tema do reconhecimento de pessoas no contexto do direito penal, discutindo suas implicações legais e as fragilidades dos métodos utilizados. Os professores Aury Lopes Jr. e Alexandre Morais da Rosa analisam as falhas nos procedimentos formais e a tendência de indução que pode resultar em falsos reconhecimentos, além de enfatizar a necessidade de um reconhecimento estruturado, observando rigorosamente os requisitos legais. A conversa também menciona as influência...

Alexandre Morais da Rosa, Aury Lopes Jr
28 out. 2019 17 acessos 5,0 (1 avaliações)
#29 RECONHECIMENTO DE PESSOAS

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O episódio aborda o importante tema do reconhecimento de pessoas no contexto do direito penal, discutindo suas implicações legais e as fragilidades dos métodos utilizados. Os professores Aury Lopes Jr. e Alexandre Morais da Rosa analisam as falhas nos procedimentos formais e a tendência de indução que pode resultar em falsos reconhecimentos, além de enfatizar a necessidade de um reconhecimento estruturado, observando rigorosamente os requisitos legais. A conversa também menciona as influências da psicologia na formação da memória e sugere práticas que podem ajudar a mitigar erros nos testemunhos, ressaltando a importância de um rigoroso controle das evidências.

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Tópicos abordados

Principais temas e pontos abordados neste conteúdo

Principais temas abordados no episódio #29 do Criminal Player, sobre reconhecimento de pessoas, conduzido por Aury Lopes Jr e Alexandre Morais da Rosa.

  • Importância do Reconhecimento Formal: Discussão sobre a necessidade de seguir os requisitos formais previstos no CPP para garantir a validade do reconhecimento.
  • Número de Pessoas para Reconhecimento: Sugestão de que o ideal é ter entre cinco a nove pessoas para evitar induções prejudiciais à identificação.
  • Direito de Não Participar do Reconhecimento: Destaque para o princípio nemo tenetur se detegere, onde ninguém é obrigado a participar do reconhecimento pessoal.
  • Condução Coercitiva: Debate sobre a inconstitucionalidade da condução coercitiva para reconhecimento pessoal e suas implicações legais.
  • Indução no Reconhecimento: Enfatização dos riscos de indução que podem ocorrer durante o reconhecimento, incluindo a importância da semelhança física e características dos indivíduos apresentados.
  • Reconhecimento por Fotografia: A fotografia deve ser usada apenas como ato preparatório, não como substituto do reconhecimento pessoal.
  • Fragilidade da Memória em Reconhecimentos: Análise do impacto de situações de violência e o efeito foco na arma durante crime que pode comprometer a precisão do reconhecimento.
  • Efeito Compromisso: Discussão sobre como sugestões do entrevistador podem gerar falsos reconhecimentos e a importância de documentar todas as etapas do reconhecimento.
  • Reconhecimento Sequencial vs. Simultâneo: Abordagem sobre a maior credibilidade do reconhecimento sequencial em comparação com o simultâneo, que pode induzir comparações errôneas.
  • Cuidado com Ações Policiais: Importância de garantir que a qualidade epistêmica do reconhecimento seja mantida e de relatar qualquer falso reconhecimento imediatamente.
  • Evidências de Falsos Reconhecimentos: Citação de estatísticas sobre reconhecimentos falsos e sugestões para prevenir erros durante o processo.
  • A importância de Estudos sobre Memória: Recomendações de leitura sobre obras de autores renomados que tratam sobre a fragilidade da memória e o impacto nos reconhecimentos.

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)
Avatar de Aury Lopes Jr
Aury Lopes JrDoutor em Direito Processual Penal pela Universidad Complutense de Madrid. É Professor Titular do Programa de Pós-Graduação – Especialização, Mestrado e Doutorado – em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Advogado criminalista. Membro da Abracrim

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