Alexandre Morais da Rosa assume no TJ/SC
O artigo aborda a nomeação de Alexandre Morais da Rosa como juiz de direito de segundo grau no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, destacando sua trajetória como jurista e a importância de sua atuação no Judiciário. Com uma formação acadêmica destacada e um compromisso com a justiça social, Morais da Rosa é reconhecido por sua sensibilidade e capacidade de empatia, características essenciais para o exercício de sua função. O texto também reflete sobre a relevância da independência judicial...

O artigo aborda a trajetória de Alexandre Morais da Rosa ao assumir uma posição de destaque no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC), refletindo sobre a evolução do poder judiciário desde o Ancien Régime até os dias atuais, destacando a transição do absolutismo para um Estado moderno com a Revolução Francesa, que enfatizou a cidadania e os direitos naturais.
O texto discute a independência do Judiciário, diferenciando entre as independências externa e interna, e o papel da jurisdição no sistema de poderes, bem como a importância da imparcialidade no julgamento. Também são mencionados os desafios enfrentados pelos juízes para equilibrar a liberdade de decisão com a vinculação à lei, enfatizando a necessidade de uma atuação ética e justa na magistratura. A obra de Morais da Rosa é mencionada, evidenciando sua contribuição ao campo do direito, somada a suas qualidades pessoais como empatia e habilidade comunicativa, que o tornam um exemplo a ser seguido.
Além disso, o artigo reflete sobre a relação do juiz com a sociedade e a sua disposição para promover a justiça de forma abrangente e atenta às necessidades das pessoas, finalizando com um reconhecimento ao seu impacto positivo na cidadania e no sistema judiciário brasileiro.
Tópicos do artigo
Principais pontos desenvolvidos no texto original
Principais tópicos abordados no artigo "Alexandre Morais da Rosa assume no TJ/SC" por Jacinto Nelson de Miranda Coutinho, Janaina Matida, Aury Lopes Jr., Marcella Mascarenhas Nardelli e Rachel Herdy.
- Concentração do poder no Ancien Régime: Reflexão sobre a centralização do poder nas mãos do rei, citando Luís XIV e seu lema "L'État c'est moi".
- A Revolução Francesa e a mudança de paradigma: Análise do colapso da monarquia absolutista e a transformação do indivíduo em cidadão, exigindo isonomia.
- O papel da Constituição: Discussão sobre como a Constituição organiza os órgãos do Estado sem uma divisão do poder, mas sim da competência e atribuições.
- Imparcialidade do juiz natural: Importância da delimitação da competência dos órgãos jurisdicionais para garantir decisões justas.
- Independência do Poder Judiciário: A independência externa e interna do Judiciário como garantias para decisões justas e a necessidade de controle por recursos.
- O papel dos grandes juízes: Características dos juízes reconhecidos, incluindo domínio do Direito, humildade epistêmica e capacidade de julgar com legitimidade.
- A trajetória de Alexandre Morais da Rosa: Apresentação de suas credenciais, incluindo sua nova posição no TJ/SC e seu compromisso com a justiça e cidadania.
- Contribuições e impacto de Alexandre Morais da Rosa: Reflexão sobre sua atuação como juiz e educador, e seu engajamento em palestras e cursos pelo Brasil.
- Importância da empatia na magistratura: Enfatiza a necessidade de sensibilidade e carisma no exercício da função judicial, qualidades que Alexandre exemplifica.
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