Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Empório do Direito – Auto – autorizações: quem avalia avaliações psicológicas em processos seletivos

Início/Conteúdos/Artigos/Empório do Direito
ARTIGO

Auto - autorizações: quem avalia avaliações psicológicas em processos seletivos

O artigo aborda a legitimidade das avaliações psicológicas em processos seletivos, destacando a falta de questionamento por parte dos candidatos reprovados e a necessidade de fundamentação técnica para contestar os resultados. A autora analisa argumentos comuns utilizados pelos candidatos e discute a importância de uma avaliação feita por profissionais adequados, ressaltando que a psicologia e a legislação têm premissas distintas. Além disso, o texto destaca a complexidade do psiquismo humano...

Maíra Marchi Gomes
26 out. 2015 15 acessos
Auto - autorizações: quem avalia avaliações psicológicas em processos seletivos
Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a legitimidade da avaliação psicológica em processos seletivos, discutindo como candidatos reprovados frequentemente não questionam adequadamente os resultados dessas avaliações.

Primeiramente, é exposta a falta de contestação por parte dos candidatos, onde se destaca a importância de um conhecimento psicológico para tal. Em seguida, são apresentados argumentos leigos comumente utilizados para contestações, incluindo comparações entre avaliações em diferentes momentos e a crítica à ausência de desvio comportamental em candidatos que já ocupam cargos na mesma instituição. Também é analisada a alegação de falta de fundamentação nas declarações de inaptidão, evidenciando a regulamentação da interpretação de resultados por psicólogos.

O texto ainda menciona jurisprudências relacionadas e discute sua aplicação à avaliação psicológica, além de abordar a complexidade do psiquismo humano e a validade dos métodos de avaliação. Por último, ressalta-se a inadequação de argumentos que recorrem a opiniões de outras áreas, como o Direito, para questionar uma disciplina específica, enfatizando a necessidade de uma abordagem fundamentada na psicologia para tal análise.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Auto - autorizações: quem avalia avaliações psicológicas em processos seletivos" por Maíra Marchi Gomes.

  • Questionamentos sobre avaliações psicológicas: Discussão sobre a falta de contestação por parte dos candidatos reprovados em avaliações psicológicas e a tendência de simplesmente solicitar sua aprovação sem fundamentação.
  • Legitimidade da avaliação psicológica: Análise da necessidade da avaliação psicológica e a consideração de vários fatores que podem impactar os resultados, como o momento da avaliação.
  • Comparação com avaliações anteriores: Reflexão sobre como as experiências passadas de avaliação não garantem resultados semelhantes em novas avaliações.
  • Desempenho no mesmo cargo: Argumentos sobre a validade das avaliações para candidatos que já ocupam cargos na mesma instituição e a complexidade do estado mental humano.
  • Fundamentação da inaptidão: Discute a alegação de candidatos sobre a falta de explicações para a inaptidão, a validade da entrevista devolutiva, e a legislação que rege a atuação de psicólogos.
  • Jurisprudência e legalidade: Apresentação de casos jurídicos que discutem a avaliação psicológica em processos seletivos, às vezes mencionando aspectos da personalidade e sua relação com a saúde mental.
  • Crítica ao entendimento leigo: Análise dos argumentos apresentados por candidatos com formação em direito e a necessidade de fundamentação em conhecimento psicológico para questionar avaliações.
  • Papel do Conselho Federal de Psicologia: Discussão sobre a regulamentação das avaliações psicológicas e como ela se relaciona com a prática profissional.
  • Complexidade do psiquismo: Exploração da ideia de que o psiquismo é mais amplo do que a avaliação da personalidade e envolve diversos aspectos psicológicos.
  • Igualdade na avaliação: Reflexão sobre a democracia nas avaliações e o tratamento de candidatos com diferentes condições psicológicas.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Maira Marchi Gomes
Maíra Marchi GomesPsicóloga Policial na Polícia Civil de Santa Catarina. Graduada em Psicologia (UFPR), Doutora em Psicologia (UFSC), Mestre em Antropologia Social (UFSC). Especialista em Saúde Mental, Psicopatologia e Psicanálise (PUC-PR), Dependência Química (PUC-PR), Direito Penal e Criminologia (UFPR), Psicologia Jurídica (PUC-PR), em Panorama Interdisciplinar do Direito da Criança e do Adolescente (PUC-PR), em Sistema de Justiça: mediação, conciliação e justiça restaurativa (UNISUL) e em Avaliação psicológica (CFP). Professora da Estácio de Florianópolis e São José e da Academia da Polícia Civil de Santa Catarina. Autora de \"BOPE: O fardo da farda\" e \"Dosimetria da pena e psicologizações: o operador do direito e a violência sexual\", além de capítulos de livros e artigos científicos.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos