Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – O Big Data e a lógica da performance quantitativa no Poder Judiciário

ARTIGO

O Big Data e a lógica da performance quantitativa no Poder Judiciário

O artigo aborda a aplicação do Big Data no Poder Judiciário, destacando suas implicações na eficiência e transparência das decisões judiciais. Os autores discutem como a lógica da performance quantitativa pode prejudicar a qualidade do julgamento, enfatizando que a mensuração de dados não captura a complexidade dos casos. Além disso, a pressão por resultados pode levar a práticas como o ativismo por omissão, transformando o funcionamento do sistema jurídico em uma corrida por números, ao invé...

Alexandre Morais da Rosa
05 set. 2015 14 acessos
O Big Data e a lógica da performance quantitativa no Poder Judiciário
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a relação entre o Big Data e o Poder Judiciário, enfatizando como a quantidade e velocidade dos dados (os “5 Vs” do Big Data: velocidade, volume, variedade, veracidade e valor) influenciam a transparência e a performance do sistema judiciário.

Os autores discutem a proposta da Fundação Getulio Vargas de analisar estatisticamente o Supremo Tribunal Federal (STF), revelando dados sobre os pedidos de vista, que indicam atrasos significativos em processos e a predominância de certos ministros em solicitar esses pedidos. A proposta de leitura estatística, embora não seja novidade, é vista como uma forma de monitorar a eficiência judicial, mas também levanta preocupações sobre a transformação de processos em meros números, ignorando a complexidade dos casos e o valor da narrativa jurídica.

Além disso, os autores criticam a lógica da performance que prioriza resultados quantitativos em detrimento da qualidade nas decisões judiciais, destacando que a pressão por resultados pode distorcer a função do Judiciário. Em última análise, embora o Big Data possa servir como uma ferramenta de apoio, sua utilização não deve correr o risco de simplificar a diversidade do sistema jurídico a meras estatísticas, corroendo a essência da decisão judicial e promovendo uma vigilância excessiva.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "O Big Data e a lógica da performance quantitativa no Poder Judiciário", de André Karam Trindade e Alexandre Morais da Rosa.

  • Definição de Big Data: Explanação sobre o conceito e os "5 Vs" - velocidade, volume, variedade, veracidade e valor.
  • Transparência Judicial: Análise do relatório da Fundação Getulio Vargas e seus impactos sobre os pedidos de vista no Supremo Tribunal Federal.
  • Demora em Processos: Dados sobre o tempo médio de solicitações e a problemática dos pedidos de vista no STF.
  • Leitura Estatística: Reflexão sobre a crescente abordagem numérica nas instituições e sua influência nas decisões judiciais.
  • Impacto do Conceito de Dataísmo: Discussão sobre como a ênfase em dados pode eclipsar a subjetividade e a complexidade das decisões judiciárias.
  • Lógica da Performance: Explorando como a medição do desempenho judicial pode afetar a qualidade das decisões, priorizando resultados em detrimento do processo.
  • Pressão pelos Resultados: O impacto da transparência e da eficiência nas decisões da mais alta corte do país, transformando a dinâmica do judiciário.
  • Limitações do Big Data: Reflexões sobre os limites da quantificação e o risco de confundir correlações com causalidades nas decisões judiciais.
  • Critica à Lógica de Velocidade: Considerações sobre a necessidade de preservar a complexidade das decisões judiciais frente à pressão por resultados numéricos.
  • Futuro do Big Data no Judiciário: Expectativas sobre a permanência do Big Data no contexto jurídico e as implicações para o sistema de justiça brasileiro.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos