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Artigos Conjur – Meus votos para o STF e seus críticos em 2026

ARTIGO

Meus votos para o STF e seus críticos em 2026

O artigo aborda a expectativa sobre o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2026, criticando a superficialidade de colunistas que atacam a corte sem compreender suas complexidades. O autor, Georges Abboud, discute a importância do STF para a democracia brasileira e defende um diálogo mais informativo com a mídia, enquanto alerta contra críticas baseadas em clichês e moralismos. O texto reflete sobre a necessidade de uma crítica construtiva que reconheça os desafios enfrentados pelo Judic...

Georges Abboud
30 dez. 2025
Meus votos para o STF e seus críticos em 2026
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a reflexão sobre o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2026, iniciando com uma homenagem aos amigos e apoiadores da coluna.

O autor critica a tendência de usar decisões do STF como instrumentos de ataque institucional, destacando a importância de uma análise responsável e qualificada em vez de meras críticas superficiais. Ele menciona a "subdoutrina de gabinete", que critica as decisões do STF sem a devida compreensão de seu funcionamento, e argumenta que a crítica infundada pode prejudicar mais do que ajudar a justiça. O texto defende que o STF deve continuar a atuar com coragem e clareza, especialmente frente à mídia, que frequentemente distorce ou simplifica decisões complexas.

O autor enfatiza a necessidade de um diálogo mais eficaz entre o Tribunal e a sociedade, bem como a importância de entender o papel das decisões monocráticas e a interação do STF com outras instituições. Em suma, o artigo defende a necessidade de um debate público mais equilibrado sobre o STF, reconhecendo sua relevância na defesa da democracia, enquanto critica a moralização excessiva das análises sobre sua atuação.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Meus votos para o STF e seus críticos em 2026" por Georges Abboud.

  • Agradecimento ao público leitor: Reconhecimento da receptividade da coluna e homenagem a amigos que incentivaram o debate.
  • Retrospectivas anuais: Discussão sobre a tradição de revisitar decisões do STF e a crítica às análises superficiais que visam ataques institucionais.
  • Expectativas para 2026: Projeção sobre o papel do STF em um cenário futuro, destacando a necessidade de coragem institucional.
  • Críticas ao colunismo anti-supremo: Análise crítica de um colunismo que utiliza informações distorcidas como forma de ataque ao STF.
  • A subdoutrina de gabinete: Caracterização e crítica ao fenômeno de análises desqualificadas sobre decisões do STF, sem respaldo acadêmico ou institucional.
  • Importância da crítica respeitosa: Defesa da crítica construtiva ao STF, ressaltando o impacto negativo de críticas mal fundamentadas.
  • Expectativa de decisões didáticas: Apelo para que o STF adote uma postura mais didática em suas decisões e reconheça sua influência na mídia.
  • Papel das decisões monocráticas: Necessidade de esclarecer a importância das decisões monocráticas para a operacionalização dos precedentes do STF.
  • Interação do STF com outras instituições: Reconhecimento do papel do STF em interação com outras instituições de justiça e a importância da preservação do sigilo em investigações.
  • Recomendação para o debate público: Sugestão de redirecionar o debate sobre o STF para um plano mais institucional, evitando críticas moralizantes e defensas acríticas.
  • Otimismo para o futuro: Reflexão sobre a necessidade de manter um otimismo crítico frente aos desafios apresentados e a preservação da ordem constitucional.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Georges AbboudMestre, doutor e livre-docente em Direito pela PUC-SP, advogado, professor concursado em processo civil da PUC-SP e de direito processual e constitucional do Mestrado e Doutorado do IDP - Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa no Distrito Federal. Possui mais de uma década de experiência na advocacia e consultoria em litígios estratégicos e de alta complexidade em direito público e privado. É consultor jurídico, parecerista e \"expert witness\" em direito material e processual em litígios internacionais. Também é autor de mais de uma dezena de livros sobre direito, dentre as quais se destacam “Direito Constitucional Pós-Moderno”, “Ativismo Judicial”, “Pareceres” (atualmente com 3 volumes abrangendo direito privado e público) e “Processo Constitucional Brasileiro”, esse já em sua quinta edição. Membro da comissão de juristas da Câmara dos Deputados para sistematização da legislação sobre o processo constitucional brasileiro. Membro da comissão de juristas do Senado Federal para desenvolvimento do marco normativo da Inteligência Artificial. Atualmente, figura como membro do Conselho Jurídico da FIESP.

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