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Artigos Empório do Direito – Mulher grávida e presa só consegue no stf o reconhecimento da dignidade

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ARTIGO

Mulher grávida e presa só consegue no stf o reconhecimento da dignidade

O artigo aborda a decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a dignidade de uma mulher grávida ao determinar a conversão de sua prisão preventiva em domiciliar. Os autores destacam a importância da proteção estatal à maternidade, enfatizando que os direitos fundamentais, incluindo a dignidade da pessoa humana e as garantias para mães e crianças, não podem ser ignorados, mesmo em casos de graves acusações como tráfico de drogas. A análise crítica levanta questões sobre a necessidade de...

Alexandre Morais da Rosa, Rômulo Moreira
04 fev. 2016 10 acessos
Mulher grávida e presa só consegue no stf o reconhecimento da dignidade

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a decisão da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal no julgamento do Habeas Corpus nº 131760, que resultou na concessão de prisão domiciliar para uma mulher grávida de sete meses, enfatizando a dignidade da pessoa humana e os direitos das mães e crianças.

Os temas tratados incluem: a proteção constitucional à maternidade e infância, destacando a responsabilidade do Estado garantida no art. 318, IV do Código de Processo Penal; a análise da legislação infraconstitucional, como a Lei nº 11.942/09, que assegura condições mínimas de assistência para mães presas e recém-nascidos; o caráter da prisão domiciliar como medida cautelar, especialmente para gestantes, e a discussão sobre a necessidade de recorrer ao STF para reverter decisões que negam direitos básicos, revelando falhas nas instâncias inferiores do Judiciário.

O artigo também reflete a importância da dignidade da pessoa humana como fundamento da República, questionando as condições que levam a mulher grávida a buscar reconhecimento de direitos no máximo nível judicial.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Mulher grávida e presa só consegue no STF o reconhecimento da dignidade" por Alexandre de Morais da Rosa e Rômulo de Andrade Moreira.

  • Julgamento do Habeas Corpus nº 131760: Análise do caso em que o STF concedeu a prisão domiciliar a uma mulher grávida com mais de sete meses, evidenciando a proteção legal à maternidade.
  • Dever de proteção à criança: Discussão sobre o papel do Estado em garantir direitos fundamentais às presas e seus filhos, conforme os artigos 226 e 227 da Constituição e a Lei nº 11.942/09.
  • Prisão domiciliar: Debate sobre a legalidade da conversão de prisão preventiva em domiciliar, especialmente para gestantes a partir do sétimo mês ou em casos de risco, conforme o Código de Processo Penal.
  • Críticas ao sistema judiciário: Reflexão sobre a necessidade de recorrer ao STF para garantir direitos fundamentais, questionando a atuação das instâncias inferiores do Judiciário.
  • Dignidade da pessoa humana: Enfatização da dignidade como um princípio fundamental da República, discutindo sua aplicação na proteção de mulheres grávidas em situação de prisão.
  • Análise de normas infraconstitucionais: Consideração das leis que asseguram direitos às mulheres grávidas e às mães presas, e suas implicações nos direitos humanos e na dignidade da pessoa.
  • Exemplos de desigualdade: Argumentação sobre as desigualdades de gênero que persistem no sistema judicial e a necessidade de uma abordagem mais humanitária.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)
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Rômulo MoreiraProcurador de Justiça do Ministério Público da Bahia. Professor de Processo Penal da Universidade Salvador - UNIFACS. Pós-graduado em Processo Penal pela Universidade de Salamanca.

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