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Artigos Conjur – Vulnerabilidades nos arquivos UFDR da Cellebrite: impactos e riscos da cadeia de custódia da prova

ARTIGO

Vulnerabilidades nos arquivos UFDR da Cellebrite: impactos e riscos da cadeia de custódia da prova

O artigo aborda a utilização do software Cellebrite na aquisição de provas digitais, destacando a evolução dos smartphones e a importância de dados e metadados nas investigações criminais. Além de examinar as vulnerabilidades dos arquivos UFDR, que podem comprometer a cadeia de custódia da prova, o texto enfatiza a necessidade de assegurar a integridade das evidências digitais, alertando para os riscos de manipulação inadequada e a importância de manter o arquivo original UFD.

Alexandre Morais da Rosa
18 jul. 2025 117 acessos 5,0 (1 avaliações)
Vulnerabilidades nos arquivos UFDR da Cellebrite: impactos e riscos da cadeia de custódia da prova

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a importância do software Cellebrite na aquisição de provas digitais, destacando a evolução dos dispositivos móveis, desde celulares até smartphones, e os riscos associados a eles.

A discussão sobre dados e metadados é central, onde dados digitais são definidos como registros primários armazenados eletronicamente, divididos em várias categorias, enquanto metadados são explicados como informações que descrevem os dados, oferecendo uma compreensão técnica essencial. A prova digital é apresentada como evidência em investigações criminais, com ênfase na cadeia de custódia, que assegura a integridade e autenticidade das provas digitais. A tendência internacional revela um deslocamento para provas digitais, com foco em metadados, e a extração de dados é abordada através de ferramentas como Cellebrite.

O artigo esclarece a diferença entre os arquivos UFD e UFDR, destacando a vulnerabilidade do UFDR, que pode ser alterado sem deixar vestígios, o que representa riscos significativos para a segurança jurídica das provas. A conclusão enfatiza a necessidade de preservação do arquivo UFD para garantir a integridade da cadeia de custódia e a importância da conscientização dos profissionais do Direito sobre os limites e as possibilidades das ferramentas digitais na produção de provas.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Vulnerabilidades nos arquivos UFDR da Cellebrite: impactos e riscos da cadeia de custódia da prova" por Alexandre Morais da Rosa, Daniel Ávilla e Dellano Sousa.

  • Contexto do uso do software Cellebrite: Análise da ascensão de dispositivos móveis nas investigações criminais, destacando a importância dos dados e metadados.
  • Definição de dados e metadados: Estudo dos diferentes tipos de dados digitais e metadados, explicando sua relevância em investigações.
  • Prova digital: Definição e requisitos para validade, com enfoque na cadeia de custódia das provas digitais.
  • Cadeia de custódia: Processo de documentação da coleta, preservação, análise e apresentação de evidências digitais.
  • Tendências internacionais em investigações: O deslocamento de investigações físicas para digitais, com foco na padronização de protocolos globais.
  • Extração de dados com Cellebrite: Ferramentas utilizadas para a extração de dados de smartphones, abordando detalhes técnicos do processo.
  • Diferença entre UFD e UFDR: Explanação sobre a função dos arquivos UFD e UFDR na coleta e apresentação de dados, incluindo suas implicações legais.
  • Vulnerabilidades do UFDR: Discussão sobre as falhas nos arquivos UFDR que podem comprometer a integridade das provas digitais.
  • Demonstração prática de manipulação: Exemplos de como os arquivos UFDR podem ser alterados e os riscos associados a essa manipulação.
  • Importância da preservação do arquivo UFD: Enfatiza o papel crucial do UFD na garantia da integridade das provas digitais em processos judiciais.
  • Conclusão e recomendações: Reflexões sobre a evolução necessária do Direito em face das novas tecnologias e a importância de um tratamento cuidadoso das provas digitais.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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