Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – Barbosa e Abboud: Fórum shopping e propriedade industrial

ARTIGO

Barbosa e Abboud: Fórum shopping e propriedade industrial

O artigo aborda a relação entre a prática de fórum shopping e a propriedade industrial no Brasil, destacando a evolução histórica do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a especialização do Judiciário em matéria de direitos intelectuais. Os autores, Pedro Marcos Nunes Barbosa e Georges Abboud, discutem como a descentralização, especialmente no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, impacta o acesso à justiça, ressaltando a má-fé processual associada ao fórum shopping, que re...

Georges Abboud
03 mar. 2022 13 acessos
Barbosa e Abboud: Fórum shopping e propriedade industrial

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a evolução histórica da propriedade industrial no Brasil, desde a fundação da Real Junta do Comércio em 1808 até a criação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 1970, que centralizou as funções administrativas da propriedade industrial em um novo formato autárquico.

Discute também as implicações jurídicas dos atos administrativos do INPI, a possibilidade de impugnação e o foro competente para disputas envolvendo a autarquia. A Lei de Propriedade Industrial de 1996 é analisada em sua relação com a Organização Mundial do Comércio e a criação de juízos especializados em propriedade intelectual no Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O fenômeno do fórum shopping é criticado, sendo visto como uma tentativa de burlar a especialização e a segurança jurídica oferecida pelos tribunais.

O artigo conclui enfatizando a importância de reconhecer e valorizar a tradição e a especialização dos juízos federais no tratamento de questões de propriedade industrial, questionando as motivações que levam partes a buscar foros menos especializados.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais pontos abordados no artigo "Fórum shopping e propriedade industrial", escrito por Pedro Marcos Nunes Barbosa e Georges Abboud.

  • Histórico da Propriedade Industrial no Brasil: Desde a criação da Real Junta do Comércio em 1808 até a evolução para o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), abordando mudanças administrativas e judiciais ao longo dos anos.
  • Ato Administrativo e Sua Impugnação: Discute a possibilidade de impugnação de atos do INPI através de recurso hierárquico, destacando a influência política sobre o ente público e a fragilidade das especializações técnicas.
  • Transformações na Legislação: A introdução da Lei de Propriedade Industrial em 1996 e suas implicações, incluindo a autorização para criação de juízos especializados no manejo de questões de propriedade intelectual.
  • Especialização Judiciária: O papel do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) na especialização de juízos para tratar de contendas envolvendo o INPI, aumentando a eficiência e a segurança jurídica nas decisões.
  • Virtualização e Acesso à Justiça: O impacto da virtualização dos juízos que permite acesso amplo e democrático aos serviços judiciais, independentemente da localização do interessado.
  • Fórum Shopping: Análise da prática de fórum shopping, onde partes buscam juízos menos especializados, e suas possíveis implicações na boa-fé processual, conforme decisões dos Tribunais Superiores.
  • Críticas à Prática de Fórum Shopping: Reflexões sobre as consequências dessa prática na segurança jurídica e na efetividade das decisões, e a luta entre a realidade do INPI e a busca por resultados processuais favoráveis.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Georges Abboud
Georges AbboudMestre, doutor e livre-docente em Direito pela PUC-SP, advogado, professor concursado em processo civil da PUC-SP e de direito processual e constitucional do Mestrado e Doutorado do IDP - Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa no Distrito Federal. Possui mais de uma década de experiência na advocacia e consultoria em litígios estratégicos e de alta complexidade em direito público e privado. É consultor jurídico, parecerista e \"expert witness\" em direito material e processual em litígios internacionais. Também é autor de mais de uma dezena de livros sobre direito, dentre as quais se destacam “Direito Constitucional Pós-Moderno”, “Ativismo Judicial”, “Pareceres” (atualmente com 3 volumes abrangendo direito privado e público) e “Processo Constitucional Brasileiro”, esse já em sua quinta edição. Membro da comissão de juristas da Câmara dos Deputados para sistematização da legislação sobre o processo constitucional brasileiro. Membro da comissão de juristas do Senado Federal para desenvolvimento do marco normativo da Inteligência Artificial. Atualmente, figura como membro do Conselho Jurídico da FIESP.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos