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Artigos Conjur – Como penas eletrônicas podem reduzir custos e volume do encarceramento

ARTIGO

Como penas eletrônicas podem reduzir custos e volume do encarceramento

O artigo aborda a viabilidade do uso de penas eletrônicas como alternativa ao encarceramento tradicional, destacando sua capacidade de reduzir custos e melhorar o monitoramento dos apenados. A discussão inclui a importância de integrar tecnologias modernas ao sistema penal, visando uma abordagem mais humanitária e menos violenta para crimes não violentos. Os autores argumentam que essa mudança pode contribuir para a reintegração social e a diminuição da superlotação carcerária, ao mesmo tempo...

Alexandre Morais da Rosa
14 jun. 2024 7 acessos
Como penas eletrônicas podem reduzir custos e volume do encarceramento
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a viabilidade das penas eletrônicas como alternativas ao encarceramento tradicional, destacando a necessidade de adaptação do sistema penal às novas realidades tecnológicas.

Entre os temas discutidos, está a crítica ao modelo de prisão atual, que gera superlotação e violações de direitos humanos, e a responsabilidade do Estado em garantir condições dignas nos presídios. O texto menciona a importância do monitoramento eletrônico, como a "Prisão Eletrônica", que utiliza tecnologia como GPS, sensores de movimento e biometria para supervisão e controle, oferecendo diversas vantagens, como redução de custos e reincidência, além de promover a reintegração social dos apenados.

No entanto, também levanta preocupações sobre a privacidade, falhas tecnológicas e desigualdades de acesso, propondo um debate equilibrado sobre os prós e contras do uso dessas tecnologias no sistema penal, enfatizando que a inovação é necessária para superar o atual Estado de Coisas Inconstitucional.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais pontos abordados no artigo "Como penas eletrônicas podem reduzir custos e volume do encarceramento", de Alexandre Morais da Rosa.

  • Impacto da Tecnologia no Sistema Penal: Discussão sobre a necessidade de ajustar o modelo tradicional de encarceramento em face das novas realidades digitais e das capacidades de monitoramento.
  • Monitoramento Eletrônico como Medida Cautelar: Análise das provisões legais para o uso do monitoramento eletrônico e a urgência de alternativas que não se limitem à prisão física.
  • Criticas ao Modelo de Prisão Tradicional: Enfoque nas violações de Direitos Humanos nas prisões e a responsabilidade do Estado em assegurar condições dignas.
  • Alternativas Inovadoras: Apresentação da "Prisão Eletrônica" como uma alternativa viável e menos custosa em relação à prisão tradicional.
  • Tecnologias de Monitoramento: Detalhamento das diferentes tecnologias disponíveis para monitoramento, incluindo GPS, sensores de movimento, verificação de presença e condições biométricas.
  • Punições Digitais: Propostas de restrições a acessos digitais como forma de penalização sem encarceramento físico.
  • Prós da Prisão Eletrônica: Benefícios como a redução da reincidência, diminuição da violência nas prisões, economia de recursos e reengajamento social.
  • Contras da Prisão Eletrônica: Discussão sobre a privacidade, falhas tecnológicas e desigualdade socioeconômica na implementação do modelo.
  • Convite à Reflexão: A necessidade de avaliação crítica sobre o atual sistema penal e a adoção de medidas que possibilitem um tratamento mais humano e racional para crimes não violentos.
  • Crítica aos Modelos Vigentes: Enfoque na urgência de inovação nas abordagens penais em um mundo que mudou, e a importância do letramento digital para efetivar essas mudanças.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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