Início/Conteúdos/Podcasts/Criminal Player
PODCAST

#171 JUSTIÇA RESTAURATIVA EM CRIMES DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COM MAYSA CARVALHAL

O episódio aborda a problemática da justiça restaurativa em casos de violência doméstica, com a participação de Maísa Carvalhal, que discute sua pesquisa sobre como essa abordagem pode oferecer alternativas à visão tradicional do sistema penal. A conversa destaca a importância de ouvir as vítimas e propõe uma crítica ao paternalismo estatal, defendendo uma perspectiva abolicionista que busca empoderar as mulheres, sem reproduzir as violências sistêmicas existentes. Maísa argumenta que, ao int...

17 set. 2020 7 acessos 5,0 (1 avaliações)
#171 JUSTIÇA RESTAURATIVA EM CRIMES DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COM MAYSA CARVALHAL

O episódio aborda a problemática da justiça restaurativa em casos de violência doméstica, com a participação de Maísa Carvalhal, que discute sua pesquisa sobre como essa abordagem pode oferecer alternativas à visão tradicional do sistema penal. A conversa destaca a importância de ouvir as vítimas e propõe uma crítica ao paternalismo estatal, defendendo uma perspectiva abolicionista que busca empoderar as mulheres, sem reproduzir as violências sistêmicas existentes. Maísa argumenta que, ao integrar a justiça restaurativa, é possível criar soluções mais justas e eficazes para esses conflitos.

Ouça esse episódio diretamente do Spotify

Tópicos abordados

Principais temas e pontos abordados neste conteúdo

Principais temas abordados no episódio #171 do Podcast Criminal Player com Maísa Carvalhal sobre Justiça Restaurativa em Crimes de Violência Doméstica.

  • Judicialização da Violência Doméstica: Discussão sobre a negativa do Supremo e do STJ em relação à justiça restaurativa nesse contexto.
  • Conceito de Justiça Restaurativa: Definição do conceito e sua aplicação fora do âmbito do direito penal, enfatizando o papel ativo da vítima e do autor do crime na resolução do conflito.
  • Paternalismo do Estado: Análise da tutelagem do Estado sobre as mulheres e como isso impacta suas decisões e autonomia durante o processo legal.
  • Crítica ao Encarceramento: Reflexões sobre o encarceramento masculino e a crítica ao modelo punitivista como resposta efetiva à violência contra a mulher.
  • Injustiça Procedimental: Discussão sobre a sensação de injustiça vivida pelas mulheres durante o processo criminal, enfatizando a importância de ouvi-las.
  • Perspectiva Abolicionista: A defesa de uma abordagem abolicionista que enfrente as estruturas de opressão sem recorrer ao direito penal tradicional.
  • Interseccionalidade: Exploração de como classe, raça e gênero interagem nas vivências das mulheres vítimas de violência e seu acesso à justiça.
  • Impacto do Livro de Maísa: O potencial de diálogo que o livro traz para a academia e o movimento social, além da recepção do conteúdo proposto.
  • Importância da Discussão Criminológica: Necessidade de repensar o tratamento da violência doméstica sob uma perspectiva que considere as necessidades e experiências das vítimas.

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos