#268 PRISÃO PREVENTIVA. O PEDIDO VINCULA? STJ HC 145.225
O episódio aborda a recente decisão do STJ no HC 145.225, discutindo a validade da prisão preventiva de ofício no contexto da Lei Maria da Penha. Os professores Aury Lopes Jr e Alexandre Morais da Rosa analisam a divergência entre a permissão legal da prisão de ofício e a vedação imposta pelo atual regime jurídico, argumentando que o juiz não pode decretar prisões sem pedido formal do Ministério Público, ressaltando a importância do respeito ao princípio da correlação e à estrutura acusatória...

O episódio aborda a recente decisão do STJ no HC 145.225, discutindo a validade da prisão preventiva de ofício no contexto da Lei Maria da Penha. Os professores Aury Lopes Jr e Alexandre Morais da Rosa analisam a divergência entre a permissão legal da prisão de ofício e a vedação imposta pelo atual regime jurídico, argumentando que o juiz não pode decretar prisões sem pedido formal do Ministério Público, ressaltando a importância do respeito ao princípio da correlação e à estrutura acusatória do processo penal. A conversa destaca tanto os acertos quanto os equívocos da decisão, promovendo uma reflexão crítica sobre a atuação do juiz no sistema penal.
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Tópicos abordados
Principais temas e pontos abordados neste conteúdo
Principais temas abordados no episódio #268 do Podcast Criminal Player, com Aury Lopes Jr e Alexandre Morais da Rosa, sobre a decisão do STJ no HC 145.225.
- Decisão do STJ sobre prisão preventiva: A análise da decisão onde o STJ reafirma a impossibilidade de prisão preventiva de ofício, mesmo no contexto da Lei Maria da Penha.
- Argumentação do ministro Schietti: A declaração de que a autorização de prisão preventiva de ofício na Lei Maria da Penha contraria o atual regime jurídico.
- Crítica ao pedido de prisão: A divergência sobre a possibilidade de o juiz decretar prisão preventiva quando o MP solicita medidas cautelares diversas.
- Princípio da correlação: A importância do respeito ao espaço decisório delimitado pelo pedido do órgão acusador e as consequências de desrespeitá-lo.
- Visão crítica sobre a atuação do juiz: A reflexão sobre a função do juiz e a crítica a decisões que extrapolam o pedido do MP, caracterizando uma prisão de ofício.
- Referência ao HC 203-208: Discussão sobre a interpretação do STJ a respeito da vinculação do juiz ao pedido do MP, considerado como uma 'fuga' de garantias fundamentais.
- Considerações finais: Reafirmação da posição de que o juiz não pode agir de ofício e que a prisão preventiva deve ser fundamentada em pedido específico.
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