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Artigos Conjur – Jogo é jogo e treino é treino: a questão do jogo processual penal

ARTIGO

Jogo é jogo e treino é treino: a questão do jogo processual penal

O artigo aborda a importância da preparação no processo penal, comparando-o a um jogo onde conhecimento, estratégias e interações humanas são cruciais para o resultado. O autor, Alexandre Morais da Rosa, destaca que muitos agentes processuais operam de forma amadora, subestimando a complexidade do sistema e suas variáveis. Ao integrar a Teoria dos Jogos, o texto propõe uma nova perspectiva para entender as dinâmicas processuais, enfatizando que o processo penal envolve responsabilidades que v...

Alexandre Morais da Rosa
04 fev. 2017 9 acessos
Jogo é jogo e treino é treino: a questão do jogo processual penal
Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a dinâmica do jogo processual penal, enfatizando a importância da preparação e do entendimento das regras, jogadores e estratégias envolvidas.

Discute-se a predisposição intuitiva dos jogadores, como juízes, membros do Ministério Público, defensores e acusados, e como a falta de efetividade da Teoria do Processo Penal Baunilha ignora as complexidades humanas e interativas do processo. O texto destaca que muitos jogadores são amadores, o que pode ser vantajoso, mas também desafiador, pois a mediocridade pode afetar a performance processual. Faz analogias com atletas, como Usain Bolt e Michael Phelps, para ilustrar que a preparação é crucial em competições, incluindo o ambiente processual.

A teoria dos jogos é apresentada como uma ferramenta para entender as interações e expectativas no processo penal, que é permeado pela incerteza, dependendo do comportamento dos jogadores. Por fim, enfatiza que o processo penal é um dispositivo democrático que opera em contextos situados, desafiando os intervenientes a serem mais conscientes e estratégicos em suas ações, dado que decisões erradas podem ter consequências significativas sobre a liberdade e o futuro dos envolvidos.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Quando jogo é jogo e treino é treino: a questão do jogo processual penal", de Alexandre Morais da Rosa.

  • Intuição e Preparação no Jogo Processual: A importância da preparação e experiência dos jogadores (juiz, MP, defensor, delegado, acusado) para gerenciar riscos processuais.
  • Diferença entre Jogadores Amadores e Profissionais: Como o nível dos adversários pode afetar a performance e a percepção de sorte no resultado do processo penal.
  • Interação Humana e Variáveis em Jogo: A mediocridade dos jogadores pode levar a uma adaptação das estratégias e táticas, considerando a complexidade do ambiente processual.
  • Preparação para o Jogo: Comparação entre a preparação de atletas de elite e a preparação necessária para as partes envolvidas em um processo penal.
  • Enfrentando Jogadores Profissionais: A necessidade de um entendimento profundo das jogadas e interações, destacando a importância da Teoria dos Jogos.
  • Incertezas e Expectativas no Processo Penal: O papel da teoria na antecipação de comportamentos e na abordagem eficaz de situações incertas.
  • Estruturas do Jogo Processual: Análise das funções e lugares dos jogadores no processo penal, incluindo julgadores e jogadores de defesa e acusação.
  • Adaptando a Teoria dos Jogos ao Processo Penal: A relevância de trazer a lógica dos jogos para a compreensão da dinâmica do processo penal em relação a direitos fundamentais.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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