Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de junho (Execução Penal) já aconteceu. A próxima é Lei de Drogas, em Salvador, com ingressos à venda. Ver a imersão de agosto

Artigos Conjur – O professor de Direito foi derrotado pelo Facebook e pelo WhatsApp

ARTIGO

O professor de Direito foi derrotado pelo Facebook e pelo WhatsApp

O artigo aborda a limitação da atenção humana diante das distrações proporcionadas por redes sociais como Facebook e WhatsApp, ressaltando que o cérebro só consegue focar em um único objeto por vez. Alexandre Morais da Rosa discute como essa dificuldade de concentração impacta o aprendizado de alunos em salas de aula, além de destacar a necessidade de tornar as aulas mais envolventes em vez de simplesmente proibir o uso dessas ferramentas digitais. A reflexão acerca da percepção do tempo e da...

Alexandre Morais da Rosa
13 dez. 2014 15 acessos
O professor de Direito foi derrotado pelo Facebook e pelo WhatsApp

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a relação entre a atenção humana, os desafios do ensino de Direito e a influência das redes sociais, como Facebook e WhatsApp, no ambiente acadêmico.

Inicialmente, são discutidos os limites da atenção do cérebro, destacando que a capacidade de foco é restrita a um único objeto por vez, o que desmistifica a ideia de multitarefa. A autora menciona a percepção deteriorada do tempo nas aulas e a cultura moderna que molda nossa relação com a temporalidade, citando pensadores como Marramao e sua reflexão sobre tempo psicológico versus tempo físico. O texto ainda critica a abordagem tradicional e tediosa do ensino jurídico, sugerindo que as aulas sejam mais atrativas, pois simplesmente proibir o uso das redes sociais não resolvesse o problema da falta de engajamento dos alunos.

Ao final, enfatiza-se que, para se obter aprendizado efetivo, é necessário que os estudantes estejam verdadeiramente presentes e focados, ao invés de se distrair com dispositivos eletrônicos.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "O professor de Direito foi derrotado pelo Facebook e pelo WhatsApp", escrito por Alexandre Morais da Rosa.

  • Limitações da Atenção Humana: O cérebro humano tem a capacidade de focar em um único objeto de atenção, sendo impedido de manter noções amplas devido a estímulos fortes e à ativação de neurônios inibidores que eliminam distrações.
  • Desmistificação do Multitasking: A ideia de que se pode realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo, como conversar no carro enquanto o motorista dirige, é analisada e refutada, enfatizando que a distração em sala de aula gera o mesmo efeito prejudicial.
  • Impacto das Aulas Chatas: A percepção negativa sobre as aulas de Direito, que são chamadas de enfadonhas, é explorada, destacando como o uso de redes sociais como Facebook e WhatsApp se torna um escape para os alunos.
  • Percepção do Tempo: A relação entre a experiência temporal e as coordenadas culturais de tempo é discutida, ressaltando que a noção cronológica é um constructo social e não uma realidade absoluta, influenciando a forma como os alunos vivenciam o prolongamento das aulas.
  • Sensação Individual do Tempo: A diferença na percepção do tempo entre professores e alunos é abordada, com a conclusão de que a sensação de tempo pode variar dependendo de fatores pessoais, como idade, gênero, e contexto emocional.
  • Consequências da Distração: A comparação entre a distração em sala de aula e a distração ao dirigir é feita, enfatizando os riscos de acreditar que é possível prestar atenção em várias atividades ao mesmo tempo sem consequências negativas.
  • Possíveis Soluções: A proibição do uso de redes sociais não é vista como uma solução efetiva; a proposta é que as aulas sejam mais interessantes para manter a atenção dos alunos, ao invés de apenas restringir os recursos disponíveis.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Alexandre Morais da Rosa
Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos