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Artigos Conjur – Lembrar para não perder a oportunidade de superar o “direito ao esquecimento”: Tema 786 do STF

ARTIGO

Lembrar para não perder a oportunidade de superar o “direito ao esquecimento”: Tema 786 do STF

O artigo aborda a reflexão sobre o "direito ao esquecimento" no contexto atual de transformação digital, destacando o impacto do Tema 786 do STF, que considera a incompatibilidade desse direito com a Constituição brasileira. Os autores, Alexandre Morais da Rosa e Jaine Cristina Suzin, discutem a necessidade de revisitar e adaptar o entendimento jurídico diante das mudanças sociais e tecnológicas, enfatizando a importância de equilibrar a liberdade de expressão com a proteção da dignidade huma...

Alexandre Morais da Rosa
10 jan. 2025 16 acessos 5,0 (2 avaliações)
Lembrar para não perder a oportunidade de superar o “direito ao esquecimento”: Tema 786 do STF

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a complexa questão do "direito ao esquecimento" no contexto atual da sociedade digital, refletindo sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca do Tema 786, que estabelece a não recepção deste direito pela Constituição vigente.

Discute a aplicação do direito ao esquecimento na esfera civil, especialmente quando invocado por vítimas ou familiares, enfatizando a necessidade de equilibrar a liberdade de expressão com a proteção da dignidade humana. O texto também analisa como as tecnologias emergentes, como inteligência artificial e computação quântica, têm impactado a necessidade de revisitar esse direito, para garantir uma proteção eficaz dos dados pessoais, conforme estabelecido pela Emenda Constitucional 115/2002. Além disso, são abordados precedentes importantes, como os casos de Aida Curi e a Chacina da Candelária, que moldaram a jurisprudência sobre o tema, destacando a importância de refletir sobre as " novas dimensões do esquecimento" na era da hiperinformação.

O artigo conclui que a discussão sobre o direito ao esquecimento é crucial para encontrar um equilíbrio entre o passado e o futuro, promovendo uma visão mais ampla e adaptável do ordenamento jurídico em face das transformações sociais e tecnológicas.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Lembrar para não perder a oportunidade de superar o 'direito ao esquecimento': Tema 786 do STF", por Alexandre Morais da Rosa e Jaine Cristina Suzin.

  • Contexto Onlife: Reflexão sobre a dualidade analógica e digital na era atual, conforme a proposta de Luciano Floridi.
  • Direito ao Esquecimento: Discussão sobre a aplicabilidade desse direito na esfera civil e sua invocação por vítimas ou familiares, conforme o Tema 786 do STF.
  • Decisão do STF: Análise da jurisdição do STF que considera incompatível o direito ao esquecimento com a Constituição, afetando o entendimento jurisprudencial brasileiro.
  • Impactos das Novas Tecnologias: Como a evolução tecnológica (web3, inteligência artificial) afeta a proteção dos direitos fundamentais, especialmente após a Emenda Constitucional 115/2002.
  • Casos Judiciais Relevantes: Estudo de casos como Aida Curi e Chacina da Candelária para ilustrar a aplicação e compreensão do direito ao esquecimento.
  • Consequências da Memória Digital: Discussão sobre o efeito da “tatuagem digital perpétua” e a necessidade de um novo entendimento sobre a privacidade e memória na era digital.
  • Sustentabilidade e Direito ao Esquecimento: Reflexão sobre como o direito ao esquecimento pode auxiliar em práticas sustentáveis, além de contribuir para a evolução social e econômica.
  • Direitos Emergentes: A necessidade de renovação do entendimento jurídico diante das mudanças sociais e tecnológicas, visando à criação e reconhecimento de novos direitos.
  • Pensamento Crítico: A proposta de uma reflexão contínua sobre o direito ao esquecimento e suas implicações na saúde mental e no desenvolvimento individual.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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