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Artigos Conjur – Cloud Act: Quando a investigação se dá nas nuvens americanas

ARTIGO

Cloud Act: Quando a investigação se dá nas nuvens americanas

O artigo aborda a promulgação do Cloud Act nos Estados Unidos, que visa facilitar o acesso a dados eletrônicos em investigações internacionais de crimes graves, como terrorismo e cibercrime. Autores destacam as dificuldades de cooperação entre países devido a conflitos legais e a importância dos acordos executivos que permitem a coleta de evidências eletrônicas, respeitando simultaneamente a privacidade e os direitos humanos. A iniciativa surge como resposta à crescente demanda por maneiras e...

Alexandre Morais da Rosa
22 nov. 2019 15 acessos 5,0 (1 avaliações)
Cloud Act: Quando a investigação se dá nas nuvens americanas

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a legislação americana conhecida como Cloud Act e suas implicações para investigações que dependem de dados eletrônicos armazenados em serviços de comunicação baseados nos EUA.

Entre os temas discutidos, estão a necessidade de acompanhamento legal do uso de plataformas digitais, a possibilidade de monitoramento e investigações por parte do governo dos EUA, e o impacto do Cloud Act na agilização do acesso a informações eletrônicas por autoridades em busca de evidências relacionadas a crimes graves, como terrorismo e cibercrime. O texto também explora os conflitos de jurisdição que surgem a partir da armazenagem de dados em diferentes países, a eficácia dos tratados de assistência jurídica mútua (MLATs) e como o Cloud Act busca resolver essas questões por meio de acordos executivos com países que atendem critérios específicos de respeito ao Estado de Direito e às normas de direitos humanos.

Além disso, aborda a importância de garantir a privacidade e o controle judicial na coleta de dados, a necessidade de cumprimento das leis existentes, e os requisitos que os países devem respeitar para celebrar acordos com os EUA. Por fim, o artigo destaca o Cloud Act como uma ferramenta significativa para a cooperatividade internacional no combate ao crime, ao mesmo tempo que preserva os direitos civis.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais temas abordados no artigo "Cloud Act: Quando a investigação se dá nas nuvens americanas", por Alexandre Morais da Rosa e Marília Raposo Vieira.

  • Operações em Território Brasileiro: Discussão sobre o uso de serviços americanos como e-mail e aplicativos, ressaltando a relação com as regras americanas.
  • Objetivo do Cloud Act: Acelerar o acesso a informações eletrônicas por parte de autoridades que investigam crimes graves, como terrorismo e cibercrime.
  • Desafios de Cooperação Internacional: Análise das antinomias legais entre países demandantes e a necessidade de evidências eletrônicas para investigações urgentes.
  • Função da Convenção sobre Cibercrime: Exigências de os países partícipes terem poder legal para forçar companhias a divulgar dados sob suas jurisdições.
  • Processo de Mutual Legal Assistance Treaties (MLATs): Explicação sobre como os tratados de assistência jurídica mútua funcionam e seus desafios de tempo e eficácia.
  • Estrutura do Cloud Act: Detalhes sobre como a lei permite acordos entre os EUA e países que respeitam certos critérios legais para acesso a dados.
  • Requisitos para Requisições de Dados: Condições que as requisições devem atender, como legalidade e supervisão judicial independente.
  • Impacto sobre o Stored Communications Act: Como as alterações asseguram que a legislação americana esteja alinhada com princípios internacionais de cibercrime.
  • Objetivos de Superação de Conflitos Legais: Abarca a intenção de reduzir conflitos legais entre as legislações dos países com acordos executivos.
  • Critérios para Participação no Cloud Act: Quais países podem participar e quais são as exigências e condições legais necessárias.
  • Limitações dos Acordos do Cloud Act: Esclarecimento sobre as áreas que os acordos não abrangem, como questões cíveis ou administrativas e espionagem.
  • Contribuição ao Processo Penal Brasileiro: A ideia do Cloud Act e suas potenciais aplicações no contexto do direito penal no Brasil.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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