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Como usar o Mapa de Vínculos

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Investigação Defensiva

Como usar o Mapa de Vínculos

Guia do Mapa de Vínculos: a tela no seu navegador onde você desenha o grafo das ligações que apurou entre pessoas, empresas, endereços e contas do caso. Cada vínculo registra a fonte e a data, e a ferramenta gera o Relatório de Diligência de Investigação Defensiva (Provimento 188/2018). Como adicionar entidades e vínculos, por que fonte e data são obrigatórias, e como exportar. Recurso em construção.

Atualizado em 13 jul 2026mapa-de-vinculoslink-analysisosintprovimento-188investigacao-defensivadossie

O que esta ferramenta faz

O Mapa de Vínculos é uma tela no seu navegador onde você desenha o mapa das ligações que apurou entre as pessoas, empresas, endereços e contas do seu caso. Cada ligação registra a fonte que você consultou e a data em que consultou, e no fim a ferramenta gera um Relatório de Diligência de Investigação Defensiva pronto para anexar, nos moldes do Provimento 188/2018 da OAB.

A plataforma só organiza e documenta o que você achou: ela não consulta nem cruza nenhum dado de terceiro. Tudo acontece no seu navegador.

Abra em criminalplayer.com.br/mapa-de-vinculos. É um recurso em construção, disponível para assinantes, e a linguagem do relatório ainda passa por revisão antes da versão definitiva.

O que ela não faz (e por que isso é o ponto)

A ferramenta instrui, estrutura e documenta; a consulta às fontes é sua, com a sua base legal.

  • Zero consulta, zero cruzamento. Não há busca federada nem enriquecimento automático. O grafo contém apenas o que você digitou. Não é dossiê automático de pessoa nem birô de dados.
  • Você é o controlador dos dados, amparado no exercício da advocacia e no Provimento 188/2018. A Criminal Player é fornecedora da ferramenta, fora da cadeia de tratamento.
  • Linguagem de diligência, não de prova. Os vínculos são elementos de investigação defensiva a serem submetidos ao contraditório, nunca prova conclusiva de fato.
  • Nada sai do navegador. Sem envio ao servidor, sem persistência remota. O estado do caso vive apenas no seu navegador.

Passo a passo

1) Preencha os dados do caso

No topo, informe o caso ou diligência, seu nome e OAB, o cliente, a referência do processo, a data e a hipótese ou objeto (o que você quer demonstrar ou verificar com o mapa). Esses campos alimentam o cabeçalho do relatório.

2) Adicione as entidades

No painel "Adicionar entidade", escolha o tipo (pessoa, empresa, telefone, endereço, conta, veículo ou outro), dê um nome ou identificador (único campo obrigatório) e, se quiser, um documento (CPF, CNPJ, placa) e uma observação. Clique em Adicionar entidade. O nó aparece no grafo, que você pode arrastar para organizar.

3) Ligue as entidades

No painel "Adicionar vínculo", escolha as duas entidades (De e Para), o tipo de ligação (sócio de, mesmo endereço, mesmo telefone, parente de, mesma conta, corréu com, representa ou outro), a fonte consultada e a data. A fonte vem do catálogo do Guia de Fontes Abertas (ou "Outra fonte", com descrição livre).

4) Gere o relatório

Clique em Gerar relatório. Abre o Relatório de Diligência, editável, com cinco seções: identificação, objeto da diligência, metodologia e fontes consultadas, vínculos apurados e conclusão. A linguagem já registra que são elementos apurados em fontes abertas e lícitas, a serem submetidos ao contraditório.

5) Exporte e integre

Na barra do relatório: Copiar, Baixar (.txt), Imprimir ou salvar PDF e Adicionar ao dossiê (este empurra os vínculos para o dossiê consolidado do Kit de Cadeia de Custódia, ao lado de hashes e metadados). O grafo também sai como imagem, em SVG ou PNG, para ilustrar a peça.

Por que fonte e data são obrigatórias

A ferramenta não deixa criar um vínculo sem fonte e sem data. É o que transforma um rabisco em elemento de diligência: cada ligação fica rastreável à fonte aberta e à data em que você a consultou, requisito para o achado virar peça apresentável de investigação defensiva submetida ao contraditório. Sem esse registro, o vínculo não vira diligência.

Cuidados e limites

  • O caso mora no seu navegador. Limpar o navegador ou trocar de dispositivo apaga o caso. Use o backup em JSON com frequência: nada é salvo na plataforma, por decisão de projeto.
  • Fonte aberta não legitima método ilícito. Sem raspagem que viole termos de uso, sem burla de captcha ou paywall, sem perfil falso, sem base vazada.
  • Recurso em construção. A camada de linguagem do relatório passa por revisão antes da versão definitiva; trate como ferramenta em evolução.

Para mapear onde buscar cada dado, comece pelo Guia de Fontes Abertas. Para o passo a passo do módulo inteiro, veja Ferramentas de Investigação Defensiva: por onde começar.

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