Direito e Psicánalise. Interseções a Partir de o Processo de Kafka Capa comum 1 janeiro 2007
O livro aborda a complexa relação entre direito e psicanálise, destacando como o processo de Kafka evidencia a multiplicidade de fatores que influenciam as decisões jurídicas, além da lógica legal. O autor argumenta que a pretensão de uma racionalidade jurídica neutra esconde as subjetividades que permeiam o hermeneuta, propondo uma nova perspectiva para o estudo do direito que valoriza a abertura e a transformação. Assim, busca-se repensar e experimentar alternativas que desafiem as concepçõ...

O livro aborda a complexa relação entre direito e psicanálise, destacando como o processo de Kafka evidencia a multiplicidade de fatores que influenciam as decisões jurídicas, além da lógica legal. O autor argumenta que a pretensão de uma racionalidade jurídica neutra esconde as subjetividades que permeiam o hermeneuta, propondo uma nova perspectiva para o estudo do direito que valoriza a abertura e a transformação. Assim, busca-se repensar e experimentar alternativas que desafiem as concepções tradicionais, promovendo um diálogo interdisciplinar e crítico.

Direito e Psicánalise. Interseções a Partir de o Processo de Kafka Capa comum 1 janeiro 2007
Josef K não poderia entender tudo de seu processo. Mas pôde sentir que fora (sobre) determinado não por uma única razão (legal), mas por uma série delas (políticas, ideológicas, culturais, emocionais, intuitivas...), por entre as quais, não obstante, transitam autênticas opções. A garantia da verdade como produto de uma racionalidade legal neutra, objetiva e pura que fundamenta as decisões e justifica o que for preciso, inclusive resultados contraditórios procura esconder a influência do hermeneuta nas decisões, mas acaba apontando um absurdo (uma inconsistência) em relação ao postulado em que se estrutura. Daquela garantia o Núcleo de Direito e Psicanálise (NDP) assume, escancaradamente, que não dá conta. Propõe-se, apenas, a oferecer espaço , abertura, alternativa. Tanto ao fenômeno jurídico quanto ao hermeneuta. O direito, aqui, emerge alargado, desamarrado das purificações artificiais que lhe são impostas. Desde este lugar, traçam-se caminhos diferentes para estudá-lo. O objetivo da articulação com outros campos do saber não é entender tudo. Ao contrário, o que se deseja é questionar, repensar, experimentar e transformar.
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