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Artigos Empório do Direito – Em torno da inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273 do código penal e das consequências daí oriundas

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ARTIGO

Em torno da inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273 do código penal e das consequências daí oriundas

O artigo aborda a inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273 do Código Penal, que estabelece penalidades desproporcionais para crimes relacionados à venda de medicamentos. Os autores discutem a declaração do STJ, que implica na necessidade de reavaliação das penas, considerando a proporcionalidade, e argumentam que a solução não reside na aplicação de analogias penais, mas sim na restauração do texto original da norma. A análise enfatiza a importância do controle de constituci...

Alexandre Morais da Rosa
09 mar. 2015 20 acessos
Em torno da inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273 do código penal e das consequências daí oriundas

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273 do Código Penal, destacando a análise do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a pena prevista para a venda de medicamentos de procedência ignorada.

A discussão se inicia com a declaração de inconstitucionalidade do parágrafo 1º-B do referido artigo, levando à necessidade de reavaliação das sanções impostas, que foram consideradas desproporcionais em relação à gravidade do ato. O texto critica o entendimento de que a analogia penal poderia ser utilizada para substituir a pena revogada, defendendo que a atividade legislativa deve seguir princípios de razoabilidade e proporcionalidade. Além disso, ressalta a importância do controle de constitucionalidade pelo Judiciário e a necessidade de resgatar a redação original da norma preceituada, evitando a aplicação de penas excessivas.

Finalmente, menciona a possibilidade de um entendimento jurisprudencial que revele a eficácia retroativa da declaração de inconstitucionalidade, reafirmando a ideia de que a legislação deve sempre respeitar os direitos fundamentais e os parâmetros legais.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Em torno da inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273 do código penal e das consequências daí oriundas" por Alexandre de Morais da Rosa.

  • Inconstitucionalidade do artigo 273 do Código Penal: Análise da declaração de inconstitucionalidade do preceito secundário do artigo 273, parágrafo 1º-B, inciso V pelo STJ e suas implicações.
  • Desproporção das penas: Discussão sobre a desproporcionalidade das penas estabelecidas pelo artigo 273 em relação ao ordenamento penal e suas consequências para os réus.
  • Controle de constitucionalidade: O papel do Poder Judiciário no controle de constitucionalidade das normas penais e a aplicação do princípio da proporcionalidade.
  • Princípio da razoabilidade: Abordagem do princípio da razoabilidade na atividade legislativa e sua relevância no contexto penal, especialmente em relação às penas.
  • Efeito repristinatório: Conceito de efeito repristinatório e suas consequências jurídicas em caso de declaração de inconstitucionalidade de normas penais.
  • Contestação da analogia penal: Crítica à proposta de aplicação da analogia penal em decorrência da inconstitucionalidade, argumentando a favor do princípio da legalidade estrita.
  • Reflexões finais: Considerações sobre a necessidade de revisão da legislação penal em consonância com os princípios constitucionais e a preservação dos direitos fundamentais.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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