Imparcialidade no Processo Penal: Reflexões a Partir da Teoria da Dissonância Cognitiva
O livro aborda a relação entre imparcialidade e o processo penal, destacando como a dissonância cognitiva impacta a decisão do julgador. A obra explora o papel inicial da acusação na formação da impressão sobre a responsabilidade penal do acusado, revelando como isso influencia o equilíbrio entre acusação e defesa. Com base nesta teoria, o autor analisa a importância de superar as dissonâncias para garantir um julgamento justo.

O livro aborda a relação entre imparcialidade e o processo penal, destacando como a dissonância cognitiva impacta a decisão do julgador. A obra explora o papel inicial da acusação na formação da impressão sobre a responsabilidade penal do acusado, revelando como isso influencia o equilíbrio entre acusação e defesa. Com base nesta teoria, o autor analisa a importância de superar as dissonâncias para garantir um julgamento justo.

Imparcialidade no Processo Penal: Reflexões a Partir da Teoria da Dissonância Cognitiva
Se o processo é o embate entre acusação e defesa, a instauração de dissonância cognitiva é o modo pelo qual se esta-belecerá o mecanismo da decisão, já que o julgador precisa superar as dissonâncias no ato decisório. Como o primeiro ato cognitivo do julgador será sempre com a acusação, quer analisando pedidos cautelares, quer o recebimento da ação penal, a primeira impressão sobre a responsabilidade penal do acusado/indiciado será, mesmo inconscientemente, formada.
Nº 428.142 em Livros
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