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Terno

O artigo aborda a desconfiança em relação à figura do homem de terno, que é apresentado como um símbolo de aproveitamento e hipocrisia em diversas esferas sociais, como a justiça e o mercado. Com uma linguagem provocativa e crítica, os autores enfatizam que, por trás da aparência sofisticada, pode haver interesses escusos e falta de ética. A mensagem central é uma advertência contra a superficialidade da confiança, sintetizando a ideia de que a vestimenta não deve ser uma garantia de caráter.

Eduardo Newton
08 nov. 2020 11 acessos
Terno

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O artigo aborda a desconfiança em relação à figura do homem de terno, que é apresentado como um símbolo de aproveitamento e hipocrisia em diversas esferas sociais, como a justiça e o mercado. Com uma linguagem provocativa e crítica, os autores enfatizam que, por trás da aparência sofisticada, pode haver interesses escusos e falta de ética. A mensagem central é uma advertência contra a superficialidade da confiança, sintetizando a ideia de que a vestimenta não deve ser uma garantia de caráter.

Publicado no Empório do Direito

Coluna Direito e Arte / Coordenadora Taysa Matos

Não confie Em um homem de terno É um aproveitador Não confie Em um homem de terno É um bajulador Não confie Em um homem de terno É um roubador Sonhos Esperanças Desejos Vontades Tudo é expropriado Por aquele ser Que não merece a minha confiança O homem de terno Nos púlpitos Quer ensinar a trilha da redenção Nos tribunais Anseios lecionar o caminho para justiça Nos bancos Como especular mais Esse último é o mais canalha! Lambe botas Pensa em si Na promoção Nos dividendos No lucro que o aperto de mão Pode ocasionar Julgador (Quem não é?) Barato Avaliador De roupa De carro De joias Do valor na conta bancária Hoje mesmo um homem de terno Me encarou Só faltou falar Como ousa vir assim? Não confie Em um homem de terno Por isso eu mesmo duvido de mim Toda vez que vejo aquela vestimenta Patética Cobrindo meu corpo Não confie Em um homem de terno Não se trata de um conselho É advertência Igual do maço de cigarro O tabaco Ao menos Traz o prazer do vício Aquele maldito Nem isso Não confie Sequer por um átimo Em um homem de terno

Imagem Ilustrativa do Post: terno // Foto de: free-photos // Sem alterações

Disponível em: https://pixabay.com/photos/tie-necktie-adjust-adjusting-man-690084/

Licença de uso: https://creativecommons.org/publicdomain/mark/2.0/

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Eduardo NewtonAtualmente, Defensor Público do estado do Rio de Janeiro. Foi Defensor Público do estado de São Paulo. Possui mais de 17 anos de atuação na defesa criminal. Foi o subscritor da Reclamação Constitucional nº 29.303/RJ que determinou a obrigatoriedade da audiência de custódia para todas as modalidades prisionais.

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