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Artigos Conjur – Opinião: Tecnologia e Direito — litigantes habituais e eventuais

ARTIGO

Opinião: Tecnologia e Direito — litigantes habituais e eventuais

O artigo aborda o impacto da inteligência artificial no campo jurídico, destacando as disparidades entre litigantes habituais e eventuais. Os autores, Dierle Nunes e Nathália Medeiros, discutem como o acesso desigual a tecnologias avançadas pode aumentar a vantagem dos advogados que utilizam ferramentas de análise preditiva e big data, otimizando sua atuação e impactando o acesso à justiça. A necessidade de adaptação e a transformação das práticas jurídicas em função da tecnologia são enfatiz...

Dierle Nunes
20 nov. 2018 15 acessos
Opinião: Tecnologia e Direito — litigantes habituais e eventuais

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a incorporação da inteligência artificial (IA) e tecnologias no campo jurídico, destacando suas potencialidades e riscos, especialmente em relação à disparidade entre litigantes habituais e eventuais.

Discute a influência das tecnologias na eficiência de processos, apontando os riscos associados aos vieses algorítmicos, que podem prejudicar a imparcialidade nas decisões. Menciona a desigualdade no acesso à informação, que pode favorecer os litigantes habituais devido à sua capacidade econômica, e a análise preditiva como uma ferramenta que acentua essas vantagens. O texto também explora a eficácia de e-discovery e projetos como o VICTOR no STF e o RADAR no TJ-MG, que visam agilizar a análise de processos.

Enfatiza a necessidade de adaptação dos profissionais do direito às novas tecnologias e como isso pode dividir a advocacia entre aqueles que aproveitam essas ferramentas e os que ficam para trás, ressaltando a importância de se problematizar as implicações jurídicas da IA, tanto positivas quanto negativas. Por fim, reflete sobre a transformação que a IA pode causar nas profissões jurídicas, comparando-a com a eletricidade, ao sugerir que seu impacto será igualmente disruptivo.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo sobre "Inteligência artificial — litigantes habituais e eventuais", escrito por Dierle Nunes e Nathália Medeiros.

  • Impacto da Inteligência Artificial no Direito: Discussão sobre como a tecnologia e a IA estão reformulando a prática jurídica, otimizando atividades e influenciando decisões.
  • Riscos e Desafios da IA: Análise de vieses algorítmicos e seus riscos, como preconceito e discriminação, decorrentes do uso inadequado de dados em máquinas de aprendizado.
  • Desigualdade entre Litigantes: Reflexão sobre como a capacidade econômica e o acesso à tecnologia podem criar disparidades entre litigantes habituais e eventuais.
  • Vantagens de Litigantes Habituais: Como litigantes habituais se beneficiam do uso de ferramentas e análises preditivas, potencializando suas estratégias legais em comparação aos litigantes eventuais.
  • Avanços Tecnológicos e E-Discovery: Exemplos do uso de inteligência artificial em tribunais, como o projeto VICTOR no STF e o projeto RADAR no TJ-MG, ilustrando a eficácia de ferramentas preditivas.
  • Adoção de Algoritmos e Pesquisa Semântica: Discussão sobre como algoritmos estão melhorando a pesquisa jurídica e a elaboração de petições, permitindo análises mais complexas que superam as limitações humanas anteriores.
  • Necessidade de Adaptação dos Profissionais Jurídicos: Encorajamento para que advogados e outros profissionais do direito se adaptem às novas tecnologias, a fim de evitar um abismo crescente entre os que utilizam tecnologia e os que não utilizam.
  • Visão para o Futuro: Previsão de que a adoção da IA no direito será altamente transformadora, semelhante ao impacto da eletricidade, e a importância de discutir os impactos positivos e negativos dessa mudança.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Dierle NunesSócio de CRON Advocacia, com atuação estratégica no cível e empresarial. Se notabilizou como Processualista, participando da Comissão de Juristas que elaborou o CPC de 2015 e, há bastante tempo, é um estudioso do impacto das novas tecnologias, com destaque para a Inteligência Artificial, no Direito. Professor na UFMG e PUCMINAS.

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