Novidade Nova Legislação: texto oficial + decisões do STJ por artigo. Abrir a Legislação
Beta Em refinamento. Conheça o programa
Dica do time CP Remontamos as Trilhas de estudo e a curadoria de notícias agora tem ritmo diário. Ver o que mudou em Conteúdos
Dica do time CP A Agenda tem encontros toda semana e os perfis de experts e players estão mais completos. Conhecer a comunidade
Dica do time CP Reorganizamos a Minha Área e a Central de Ajuda para achar tudo em menos cliques. Ver sua área renovada
Dica do time CP A imersão de maio esgotou. A próxima é Execução Penal, em Brasília, com Lote 1 em vendas. Ver a imersão de junho

Artigos Conjur – Contra a Covid, nem sempre a medida mais restritiva é proporcional e constitucional

ARTIGO

Contra a Covid, nem sempre a medida mais restritiva é proporcional e constitucional

O artigo aborda a questão da proporcionalidade e constitucionalidade das medidas restritivas adotadas no combate à Covid-19, questionando a premissa de que as ações mais rígidas são sempre as mais eficazes. Os autores defendem que cada caso deve ser analisado individualmente, levando em consideração os princípios da vedação de proteção insuficiente e da proibição de excesso, além da competência dos entes federativos. Assim, é destacada a importância de fundamentação robusta nas decisões judic...

Marco Marrafon
05 abr. 2021 15 acessos
Contra a Covid, nem sempre a medida mais restritiva é proporcional e constitucional

Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça login se você já é assinante, ou conheça os planos disponíveis.
Fazer loginVer planos

Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a complexa relação entre medidas restritivas adotadas para o combate à Covid-19 e sua conformidade com princípios constitucionais, destacando a conveniência de uma reflexão crítica sobre a eficácia dessas medidas.

Discute-se a premissa de que as ações mais intervencionistas são sempre as mais eficazes, abordando a utilização sistemática do argumento da proporção das medidas em relação à saúde pública e as divergências entre atos normativos de diferentes entes federativos. É enfatizada a importância da competência dos órgãos públicos na definição de políticas de saúde, lembrando a necessidade de uma concertação entre União, Estados e Municípios, que não ocorreu em várias situações no Brasil, levando o Judiciário a intervir. O texto explora ainda os princípios da proporcionalidade e da vedação de proteção insuficiente, enfatizando que a intervenção do Direito deve ser justa e adequada, evitando excessos que possam violar direitos fundamentais.

São apresentados os requisitos para a adoção de medidas mais restritivas, salientando que nem sempre essa escolha será a mais correta, além de abordar o papel do Judiciário em um contexto democrático, onde a gestão de políticas públicas deve ser feita precariamente e com fundamentação rigorosa. Por fim, o artigo conclui que qualquer medida restritiva deve ser adotada apenas quando comprovadamente efetiva e emanada do ente competente, preservando o equilíbrio e a legitimidade democrática.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais pontos abordados no artigo "Contra a Covid, nem sempre a medida mais restritiva é proporcional e constitucional" de Marco Aurélio Marrafon.

  • Uso de Medidas Restritivas: Análise do argumento de que a adoção de medidas mais restritivas deve ser a diretriz na aplicação de políticas públicas em resposta à Covid-19.
  • Complexidade Judicial: Reflexão sobre a dificuldade de mensuração da efetividade das medidas restritivas em garantir o direito à saúde, considerando interpretações constitucionais.
  • Competência Federativa: Discussão sobre a competência das esferas federal, estadual e municipal na adoção de políticas públicas de combate à pandemia e sua coordenação.
  • Intervenção Judicial: A necessidade de uma análise criteriosa das intervenções jurídicas, evitando excessos que podem violar direitos fundamentais.
  • Princípios da Proporcionalidade: Importância de aplicar os princípios da proibição de excesso e da vedação de proteção insuficiente como balizadores das decisões judiciais.
  • Critérios de Avaliação: Estabelecimento dos critérios de adequação, necessidade e proporcionalidade em sentido estrito para justificar a adoção de medidas mais restritivas.
  • Função do Judiciário: A necessidade de que o Judiciário exerça um protagonismo contido e exceptional na gestão de políticas públicas, respeitando a separação de poderes.
  • Legalidade e Constitucionalidade: A ênfase na importância de que qualquer medida restritiva seja emanada de um ente federativo competente e que demonstre efetividade em sua aplicação.
  • Rechaço à Arbitrariedade: A afirmação de que o constitucionalismo moderno não admite concentrações de poder e ressalta a primazia da Constituição sobre todas as decisões.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
Acessar artigo

Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

Avatar de Marco Marrafon
Marco MarrafonDoutor e Mestre em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná – UFPR com estudos doutorais na Università degli Studi di Roma Tre - Italia. Professor Associado da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Presidente (2012-2018) e Membro da Academia Brasileira de Direito Constitucional. Coordenador do LabDIa - Laboratório de Direito e Inteligência Artificial do PPGD/UERJ. Membro da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais do Conselho Federal da OAB. Advogado.

Explore

Indicações relacionadas a este conteúdo

Precisa de ajuda?
Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para dúvidas sobre este conteúdo.

Não perca este conteúdo

Assine a Criminal Player e tenha acesso imediato a esta aula, mais de 4.900 conteúdos, ferramentas de IA e a maior comunidade de advocacia criminal do Brasil.

Ver planos