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Leitor de WhatsApp: a conversa exportada vira prova que se lê e se cita

O export oficial do WhatsApp é um bloco de texto corrido que ninguém consegue ler. O Leitor calcula o hash antes de qualquer leitura, organiza a cronologia com posição citável e marca o que o próprio aplicativo registrou: mensagem apagada, editada, mídia que ficou de fora.

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Print não é a conversa.

A conversa chega aos autos como print, e print é recorte: não mostra o que veio antes, o que veio depois, nem o que foi apagado. O próprio WhatsApp exporta a conversa inteira num arquivo oficial, mas esse arquivo é um bloco de texto corrido, com milhares de linhas, que ninguém lê no bloco de notas.

O Leitor de Conversa de WhatsApp transforma esse arquivo no que ele deveria ser: prova legível.

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Hash antes da leitura. Proveniência desde o primeiro segundo.

Ao abrir o arquivo, a primeira coisa que o Leitor faz é calcular o hash SHA-256, antes de qualquer processamento. No export em .zip, calcula também o hash de cada mídia e confere se todo anexo citado na conversa está mesmo dentro do pacote.

O resultado é a proveniência documentada: se alguém questionar a integridade do arquivo, o número está registrado desde a primeira abertura.

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O que o aplicativo registrou, marcado na cronologia.

Cada mensagem ganha posição numerada, citável na petição. A cronologia é navegável e filtra por interlocutor, por período e por palavra. E o Leitor marca o que o próprio aplicativo declarou: mensagem apagada, mensagem editada, mídia que ficou de fora do export, troca de código de segurança. Também aponta sinais de alteração do arquivo e silêncios longos que merecem esclarecimento.

Lê os formatos de Android e de iPhone, em português e em inglês. E gera o bloco pronto para a petição, com a proveniência junto.

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a cronologia numerada: cada mensagem com posição citável, o anexo nomeado e a mídia que ficou fora do arquivo marcada
Print real: a cronologia numerada: cada mensagem com posição citável, o anexo nomeado e a mídia que ficou fora do arquivo marcada
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Tudo no seu navegador, e em teste fechado.

Nada é enviado à plataforma: nem o arquivo, nem o texto, nem o hash. O Leitor está em teste fechado com o anel do Programa Beta e faz parte do módulo de Investigação Defensiva. E se a conversa chegou aos autos só como print, o caminho é outro: requerer a extração integral, com o Gerador de Requerimentos de Prova Digital.

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