Leitor de Conversa de WhatsApp
O export oficial de uma conversa tem dezenas de milhares de linhas, e a leitura no Ctrl+F não deixa rastro de método. Abra o arquivo aqui: o leitor calcula o hash antes de ler, organiza a cronologia, deixa filtrar por interlocutor e por período, aponta o que o próprio aplicativo registrou (mensagem apagada, mensagem editada, mídia que ficou de fora) e devolve o bloco pronto para a petição, com a proveniência do arquivo.
O hash é calculado antes de a primeira linha ser lida.
Abra o export oficial da conversa e a leitura começa pela procedência do arquivo: código SHA-256 sobre os bytes como vieram, origem do aparelho identificada pelas marcas do próprio arquivo, período coberto, participantes e como as datas foram interpretadas. Só depois disso vem a cronologia. Tudo dentro do seu navegador, sem enviar o arquivo.

Por que existe
Três coisas que se perdem lendo um export no Ctrl+F.
A leitura não deixa rastro de método
Dezenas de milhares de linhas, procuradas por palavra, numa tarde. Quem leu, o que procurou, o que ficou de fora e sobre qual arquivo: nada disso fica registrado, e nada disso vai para a peça. A conclusão chega aos autos sem o caminho que a produziu.
O que o aplicativo registrou passa batido
Mensagem apagada para todos, mensagem editada depois de enviada, mídia referida no texto e ausente do arquivo, chamada sem atendimento. São marcas do próprio aplicativo, espalhadas por milhares de linhas, e ninguém as encontra lendo de ponta a ponta.
O arquivo juntado não é, necessariamente, o arquivo lido
Sem o código calculado antes da leitura, não há como demonstrar depois que a análise recaiu sobre aquele arquivo. Qualquer divergência posterior vira discussão sem ponto de partida.
Nenhum dos três aparece como problema. O arquivo abre, o texto está lá, a leitura foi feita. O que falta é o registro do que foi lido, e sobre o quê.
O que o arquivo registra
Cada marca do aplicativo sai nomeada, com o dispositivo ao lado.
Apagadas, editadas, mídia que ficou de fora e chamadas aparecem agrupadas, com o número da mensagem, a data, quem escreveu e o fundamento. E o que não é achado sai marcado como ponto a esclarecer, com a razão escrita.
- Apagada para todos deixa marca; apagada só para quem apagou, não. A tela diz isso no próprio achado, em vez de deixar a ausência parecer achado.
- Silêncio longo vira PERGUNTA, não achado, e o fundamento declarado é "nenhum": o arquivo não permite afirmar que algo foi retirado dali.

A conversa inteira, em ordem
Filtrar por quem escreveu, por período e pelo que o aplicativo marcou.
A cronologia numera cada mensagem e deixa marcar as que vão para a petição. Ao lado, a reconstituição do arquivo mostra como as mensagens se encadeiam, com o aviso de que é reconstrução e não captura de tela, e de que recibo de entrega, recibo de leitura e presença não existem no export.
- Quatro formatos de export, Android e iPhone, em português e em inglês, identificados pelas marcas do próprio arquivo.
- O .zip com mídia também, lido no navegador, com o código de cada arquivo anexo.
- Data ambígua é avisada: quando dia e mês cabem os dois, a tela diz qual leitura está aplicada e deixa trocar.

Para os autos
O bloco sai com a procedência do arquivo e o método declarado.
Identificação do arquivo com o código, origem, período e participantes; o método, dizendo que a leitura foi feita inteiramente no navegador e sem envio; e os apontamentos, com as mensagens marcadas. Copiar, baixar em texto, imprimir em PDF ou mandar para o dossiê da diligência.
- Material para adaptar na peça, não peça pronta. Quem conferir encontra cada premissa escrita.
- Entra no mesmo dossiê do Kit de Cadeia de Custódia, da Linha do Tempo da Custódia e do Mapa de Vínculos.

Onde a conversa fica
No seu navegador, e nem no seu navegador ela é guardada.
A leitura inteira acontece na sua máquina. E esta peça vai além das irmãs: o conteúdo da conversa não é guardado nem no seu navegador. É dado de terceiro e de volume alto, então só os dados do caso ficam salvos entre uma visita e outra. Fechou a aba, o texto se foi.
- Sem envio, sem endereço de destino e sem cópia na plataforma, que é a condição para usar material coberto por sigilo profissional.
O que não sai daqui
Onde a resposta seria chute, a resposta é não.
Assinar
Escolha o plano e comece pelo export que está na sua mesa.
O Leitor de Conversa de WhatsApp entra nos planos Performance e Estratégia. O pagamento é feito na página segura de checkout, e o acesso abre em seguida na sua conta.
Performance
Para produzir a peça: o ferramental que transforma o caso em trabalho pronto.
- Leitor de Conversa de WhatsApp e as demais ferramentas de prova digital
- 82 IAs para tarefas do processo
- Busca em 6 milhões de decisões
- Kit de Cadeia de Custódia e o dossiê compartilhado
- Transcrição de audiência
Estratégia
Para decidir com dado: tudo o que produz a peça, mais saber como o tribunal decide antes de agir.
- Tudo do Performance, com o Leitor de Conversa
- Jurimetria aplicada ao seu caso
- Perfil de julgador e do colegiado
- Onde o recurso costuma barrar
O plano Formação não inclui as ferramentas de trabalho. Comparar os três planos e ver outros períodos. Já assina? Entrar.