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Artigos Empório do Direito – Por mais que não se diga, continua sendo

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ARTIGO

Por mais que não se diga, continua sendo

O artigo aborda a complexidade da comunicação e a inevitabilidade da essência das coisas, mesmo diante da tentativa de negá-las ou evitá-las através da linguagem. Através de reflexões que intercalam literatura e filosofia, o autor, Paulo Silas Taporosky Filho, discute como o ato de não nomear algo não altera sua existência ou sua natureza intrínseca, reafirmando que sentimentos e realidades permanecem intactos, independentemente das palavras utilizadas para descrevê-los.

Paulo Silas Filho
29 set. 2019 15 acessos
Por mais que não se diga, continua sendo

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a relação entre linguagem e realidade, destacando a ineficácia de tentar negar ou evitar a nomeação das coisas como uma forma de escapar de sua essência.

Traz à tona a ideia de que a palavra serve como um meio de aprisionar ou capturar aquilo que já existe, mas que independentemente da nomenclatura, a essência permanece inalterada, como mencionado na famosa citação de Shakespeare sobre a rosa. O texto também enfatiza a importância do sentimento e da realidade interna do ser, sugerindo que a verdadeira experiência não pode ser alterada pela falta de verbalização.

Em essência, expõe a permanência do que sente, independentemente do que se diz ou se omite, reforçando a ideia de que, apesar do silêncio ou da negação, o que é verdadeiro "continua sendo".

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Por mais que não se diga, continua sendo" por Paulo Silas Taporosky Filho.

  • O poder da palavra: Reflexão sobre a tentativa de evitar dizer determinadas coisas e como isso não altera a realidade presente.
  • Fugir da essência: Análise do ato de negar uma situação e como isso se traduz em um mero fingimento.
  • A importância da linguagem: A função da palavra como um meio de nomear e aprisionar realidades e sentimentos.
  • Referência a Shakespeare: Citação sobre a imutabilidade da essência, independentemente do nome que se dá às coisas.
  • Sentimentos e realidade: Discussão sobre a permanência do que se sente, mesmo quando não se pode expressar isso verbalmente.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Paulo Silas FilhoMestre em Direito; Especialista em Ciências Penais; Especialista em Direito Processual Penal; Especialista em Filosofia; Especialista em Teoria Psicanalítica; Bacharelando em Letras (Português); Professor de Processo Penal e Direito Penal (UNINTER e UnC); Advogado; Escritor; Membro da Comissão de Prerrogativas da OAB/PR; Membro da Comissão de Assuntos Culturais da OAB/PR; Membro da Comissão de Advocacia Criminal da OAB/PR; Membro da Rede Brasileira de Direito e Literatura.

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