Memória, suas influências e a prova testemunhal no júri
O artigo aborda a fragilidade da prova testemunhal no contexto jurídico, destacando como a memória é suscetível a falhas e influências externas, como a interação entre testemunhas e a forma de questionamento. O autor Rodrigo Faucz explora evidências científicas que indicam que depoimentos podem ser distorcidos e afetados por informações erradas, sugerindo que a confiabilidade das testemunhas é muitas vezes superestimada. A discussão é crucial para repensar o uso da prova testemunhal no proces...

O artigo aborda a fragilidade da prova testemunhal no contexto jurídico, destacando como a memória é suscetível a falhas e influências externas, como a interação entre testemunhas e a forma de questionamento. O autor Rodrigo Faucz explora evidências científicas que indicam que depoimentos podem ser distorcidos e afetados por informações erradas, sugerindo que a confiabilidade das testemunhas é muitas vezes superestimada. A discussão é crucial para repensar o uso da prova testemunhal no processo penal, enfatizando a necessidade de uma avaliação cautelosa e fundamentada nas ciências psicológicas para minimizar os riscos de injustiças.
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