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Artigos Conjur – Engane-me se puder: a linguagem corporal entra no jogo processual?

ARTIGO

Engane-me se puder: a linguagem corporal entra no jogo processual?

O artigo aborda a relevância da linguagem corporal no contexto processual, enfatizando como comportamentos não verbais podem informar e influenciar a dinâmica de depoimentos e interações judiciais. O autor, Alexandre Morais da Rosa, destaca a importância de interpretar sinais corporais, como posturas e gestos, que muitas vezes revelam mais do que as palavras. Além disso, ressalta que um entendimento aprofundado dessa linguagem pode preparar os agentes judiciais para lidar melhor com possíveis...

Alexandre Morais da Rosa
12 fev. 2016 20 acessos
Engane-me se puder: a linguagem corporal entra no jogo processual?

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Publicado no Conjur
Resumo do artigo

O artigo aborda a relevância da linguagem corporal no contexto processual, destacando como o comportamento não verbal pode fornecer indícios cruciais durante as interações judiciais.

Discute-se a capacidade automática e intuitiva do corpo de transmitir emoções e intenções, e a importância da capacitação em leitura corporal para agentes processuais, que pode influenciar táticas, especialmente em depoimentos. O texto questiona a manipulação por meio da linguagem corporal, argumentando que seu domínio é uma prática comum em interrogatórios e pode servir para preparar melhor os indivíduos, além de oferecer uma visão crítica sobre como a linguagem corporal pode impactar a percepção dos outros. São apresentados três fatores a serem avaliados por agentes processuais: a percepção que causam nos outros, os sinais corporais emitidos pelos envolvidos e as características do ambiente onde a interação ocorre.

O artigo também discute a relação entre a linguagem verbal e a corporal, enfatizando como podem ser coerentes ou contraditórias, e como diferentes personalidades influenciam a comunicação não verbal. Por fim, enfatiza o efeito que a disposição corporal pode ter na percepção de credibilidade durante audiências e examina a dinâmica de formação de impressões iniciais nas interações processuais.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Conjur.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Pontos abordados no artigo "Engane-me se puder: a linguagem corporal entra no jogo processual?" de Alexandre Morais da Rosa.

  • Bibliografia sobre Comportamento Não Verbal: Discussão sobre a farta literatura disponível e a importância de filtrar informações úteis sobre a linguagem corporal.
  • Sinais Não Verbais no Jogo Processual: Como comportamentos automáticos e intuitivos revelam informações valiosas durante o processo.
  • Capacitação em Leitura Corporal: A importância do profissional do direito em reconhecer a postura, gestos e expressões que podem influenciar depoimentos.
  • Manipulação e Ética: Debate sobre o uso da linguagem corporal para manipulação e a necessidade ética de entender esses sinais.
  • Fatores a Considerar em Interações: Atenção a três fatores principais: a percepção dos outros, os sinais corporais emitidos e o ambiente da interação.
  • Coerência entre Palavras e Corpo: Diferenciação entre a confirmação, substituição e negação que podem ocorrer na relação verbal e não verbal.
  • Impacto da Personalidade na Linguagem Corporal: Como traços pessoais e estilos de comunicação influenciam a percepção de credibilidade durante os processos.
  • Posturas Positiva e Negativa: A influência da postura do agente processual na percepção de sua disposição relativa aos fatos.
  • Impressões Iniciais em Audiência: O processo de avaliação não verbal em um novo ambiente e o impacto disso nas interações judiciais.
  • Domínio da Linguagem Corporal em Jogos Repetidos: Avaliação do comportamento corporal como uma ferramenta estratégica em interações repetidas entre participantes do processo.
Leia o artigo completo no ConjurTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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