Crise no Processo Penal Contemporâneo: Escritos em Homenagem aos 30 Anos da Constituição de 1988 Capa comum Edição padrão, 18 outubro 2001
O livro aborda a crise do processo penal no Brasil, resultante da luta pela redemocratização após a ditadura civil-militar, e reflete sobre as reformas propostas para o Código de Processo Penal em 2001. Com 22 capítulos escritos por 29 especialistas, a obra analisa as implicações das políticas criminais contemporâneas, como o encarceramento provisório e a colaboração premiada, promovendo uma reflexão crítica sobre os desafios enfrentados três décadas após a Constituição de 1988.

O livro aborda a crise do processo penal no Brasil, resultante da luta pela redemocratização após a ditadura civil-militar, e reflete sobre as reformas propostas para o Código de Processo Penal em 2001. Com 22 capítulos escritos por 29 especialistas, a obra analisa as implicações das políticas criminais contemporâneas, como o encarceramento provisório e a colaboração premiada, promovendo uma reflexão crítica sobre os desafios enfrentados três décadas após a Constituição de 1988.

Crise no Processo Penal Contemporâneo: Escritos em Homenagem aos 30 Anos da Constituição de 1988 Capa comum Edição padrão, 18 outubro 2001
Há pouco mais de 30 anos o Brasil fez nascer, pela via do voto direto, uma Assembleia Nacional Constituinte, empreendimento necessário após mais de duas décadas da ditadura civil-militar que reduziu ou eliminou direitos mais comezinhos e mesmo aqueles essenciais a um processo penal democrático, como a suspensão do habeas corpus pelo Ato Institucional nº. 5, ao final do ano de 1969. Em 2001, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional onze propostas de reforma do Código de Processo Penal elaboradas por uma comissão de juristas, cujo objetivo era adequar as normas processuais à Constituição e à Convenção Americana de Direitos Humanos. Some-se a isso um movimento de recrudescimento não apenas das políticas criminais não legislativas de encarceramento provisório e a colaboração premiada regulada pela Lei nº 12.850/2013, a chamada Lei das Organizações Criminosas (que é sobretudo uma lei processual penal), que fertilizaram o campo para o florescimento de um sistema criminal negocial no Brasil. Nesse contexto é que, consideravelmente preocupados com o atual rumo das coisas, convidamos alguns dos maiores processualistas penais do País para contribuírem com reflexões críticas inéditas sobre a crise do processo penal nos 30 anos da Constituição. São 22 capítulos escritos por 29 juristas. É uma obra fundamental para uma melhor compreensão do atual estado da arte do processo penal no Brasil.
Nº 356.659 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
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