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Artigos Empório do Direito – Ser um analfabeto funcional digital pode ser um problema para o operador do direito?

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ARTIGO

Ser um analfabeto funcional digital pode ser um problema para o operador do direito?

O artigo aborda a necessidade de atualização tecnológica para operadores do direito, enfatizando os riscos enfrentados por aqueles que são considerados "analfabetos funcionais digitais". Os autores discutem como a falta de habilidades em tecnologia pode prejudicar a prática forense, levando a uma exclusão digital e possíveis responsabilizações éticas. Além disso, ressaltam a importância de cursos de atualização e o impacto da tecnologia na eficiência e no sucesso das atividades jurídicas.

Alexandre Morais da Rosa
15 jul. 2015 11 acessos
Ser um analfabeto funcional digital pode ser um problema para o operador do direito?

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a crescente importância da alfabetização digital para profissionais do direito no contexto do processo digital, enfatizando que a falta de habilidades tecnológicas pode resultar em sérias consequências práticas e éticas para esses operadores.

Os autores discutem como a resistência à tecnologia pode levar a uma exclusão digital, destacando que advogados e outros agentes jurídicos precisam se adaptar às novas dinâmicas, incluindo o manuseio de e-mails, processos na nuvem e documentos em formatos digitais. Enfatizam a necessidade de atualização profissional contínua, argumentando que a incompetência tecnológica se transformou em uma questão de dever de cuidado na prática jurídica. Além disso, abordam a responsabilidade ética associada à desídia digital, que pode culminar em negligência ao perder prazos e oportunidades crucial na litigância. O artigo menciona a obrigatoriedade de pesquisa em redes sociais como parte das diligências jurídicas, ressaltando que o acesso a informações qualificadas e o uso adequado dos termos corretos impactam os resultados judiciais.

Também discute a segurança da informação e os riscos de invasões, além da substituição de advogados por sistemas automatizados em alguns casos, apontando que um operador do direito que não se inclui digitalmente tende a ter um desempenho inferior. Por fim, os autores concluem que a era digital é uma realidade que não pode ser ignorada, e somente aqueles que se adaptam a ela têm chances de prosperar na profissão.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "Ser um analfabeto funcional digital pode ser um problema para o operador do direito?" por Danielle Mariel Heil e Alexandre de Morais da Rosa.

  • Desafios do operador do direito na era digital: A importância de se atualizar no manuseio de tecnologias e processos digitais para evitar impactos negativos na prática forense.
  • Consequências do analfabetismo funcional digital: Discussão sobre como a falta de habilidades digitais pode resultar na exclusão do profissional do direito e em um desempenho inferior.
  • Evolução da prática forense: Impacto do abandono de processos físicos e a contracorrente de profissionais que não se adaptaram às novas dinâmicas digitais.
  • Responsabilidade ética e inclusão digital: A obrigação ética de se manter atualizado em habilidades digitais e as implicações da negligência tecnológica na carreira jurídica.
  • Importância da pesquisa qualificada: A necessidade de aprimorar as habilidades de busca de informações online para evitar prejuízos em prazos e estratégias jurídicas.
  • Segurança da informação e confidencialidade: Discussão sobre as práticas de segurança necessárias para proteger informações sensíveis no ambiente digital e as responsabilidades éticas envolvidas.
  • Automatização e futuro do trabalho jurídico: Reflexão sobre o uso de sistemas inteligentes que podem substituir funções antes desempenhadas por advogados, destacando a necessidade de adaptação.
  • Conclusão sobre a importância da inclusão digital: Reforço da ideia de que o profissional do direito sem habilidades digitais terá uma performance inferior e discutindo a urgência de atualização frente aos novos desafios.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Alexandre Morais da RosaPós-doutorando em Universidade de Brasilia (UnB). Doutor em Direito (UFPR), com estágio de pós-doutoramento em Direito (Faculdade de Direito de Coimbra e UNISINOS). Mestre em Direito (UFSC). Professor do Programa de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNIVALI. Juiz de Direito do TJSC. Membro Honorário da Associação Ibero Americana de Direito e Inteligência Artificial/AID-IA. Pesquisa Novas Tecnologias, Big Data, Jurimetria, Decisão, Automação e Inteligência Artificial aplicadas ao Direito Judiciário, com perspectiva transdisciplinar. Coordena o Grupo de Pesquisa SpinLawLab (CNPq UNIVALI)

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