Senhorinhas de velório: meu epitáfio
O artigo aborda reflexões sobre a vida e a morte, utilizando uma linguagem poética para questionar a forma como enfrentamos a própria finitude. O autor, Paulo Ferrareze Filho, explora a ideia de subversão frente à morte, instigando o leitor a considerar o significado de sua existência e os legados deixados. Através de metáforas provocativas, o texto oferece uma perspectiva singular sobre o ato de morrer e a memória que isso gera.

O artigo aborda reflexões sobre a vida e a morte, utilizando uma linguagem poética para questionar a forma como enfrentamos a própria finitude. O autor, Paulo Ferrareze Filho, explora a ideia de subversão frente à morte, instigando o leitor a considerar o significado de sua existência e os legados deixados. Através de metáforas provocativas, o texto oferece uma perspectiva singular sobre o ato de morrer e a memória que isso gera.
Quantas senhorinhas subversivas
enfim chorarão meu peso morto de defunto,
descendo irônico pela vala que nunca me terá,
porque terei eu, antes, subvertido,
no instante da vala,
também a própria vala?
Imagem Ilustrativa do Post: Rutina diaria: 7 pm / Daily routine: 7 pm // Foto de: Hernán Piñera // Sem alterações
Disponível em: https://www.flickr.com/photos/hernanpc/8514704788/
Licença de uso: https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/
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