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Meu neto, minha neta

O artigo aborda uma reflexão tocante sobre a relação entre avós e netos, onde o autor, Rômulo de Andrade Moreira, expressa desejos e ensinamentos que gostaria de transmitir às futuras gerações. Ele enfatiza a importância da sabedoria adquirida tanto nos livros quanto nas experiências vividas, aconselhando a valorização das relações afetivas e a luta por um mundo mais justo. Além disso, o texto ressalta a necessidade de não se deixar dominar pelo dinheiro e superar os medos, promovendo uma vid...

Rômulo Moreira
20 nov. 2019 5 acessos
Meu neto, minha neta

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O artigo aborda uma reflexão tocante sobre a relação entre avós e netos, onde o autor, Rômulo de Andrade Moreira, expressa desejos e ensinamentos que gostaria de transmitir às futuras gerações. Ele enfatiza a importância da sabedoria adquirida tanto nos livros quanto nas experiências vividas, aconselhando a valorização das relações afetivas e a luta por um mundo mais justo. Além disso, o texto ressalta a necessidade de não se deixar dominar pelo dinheiro e superar os medos, promovendo uma vida com mais amor e empatia.

Publicado no Empório do Direito

Coluna Direito e Arte / Coordenadora Taysa Matos

(Para o meu neto, que ainda não chegou, ou para minha neta, que também falta...)

Meu neto, minha neta,

Quando vocês chegarem para nós

Tomara que eu esteja por aqui ainda, para ficar um pouco com vocês

E ensinar as coisas que aprendi nos livros

E, especialmente, aquelas que a vida me ensinou.

Vocês não sabem como os livros e a vida nos ensinam...

O segredo é ter a sabedoria para aprendê-los

Isso leva algum tempo,

Mas chega.

Quero também lhes dizer coisas, ao ouvido, baixinho,

Como que o mais importante na vida é enxergar o outro

E pensar nos outros...

Também desejar – e lutar! – por um mundo mais justo.

Nunca deixem que o dinheiro mande em vocês,

Ao contrário, mandem nele, com autoridade e rigor, e sempre!

E também os medos, tenham-nos, posto de cautela, mas os superem.

Dinheiro e medo são bobas coisas da vida.

Procurem fazer mais afetos, que desafetos

E esqueçam os desafetos feitos,

E amem os afetos feitos

Afetos, desafetos, também são coisas da vida...

Imagem Ilustrativa do Post: mãos bebê // Foto de: PublicMainDomain // Sem alterações

Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/m%C3%A3e-beb%C3%AA-m%C3%A3os-nascimento-amor-15504/

Licença de uso: https://www.pexels.com/creative-commons-images/

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Rômulo MoreiraProcurador de Justiça do Ministério Público da Bahia. Professor de Processo Penal da Universidade Salvador - UNIFACS. Pós-graduado em Processo Penal pela Universidade de Salamanca.

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