Lançamento! “novas tecnologias de prova no processo penal – o dna na delação premiada”, de yuri felix e alexandre morais da rosa
O artigo aborda a importância do uso do DNA como tecnologia de prova no processo penal, discutindo suas implicações no contexto da delação premiada. Os autores, Yuri Felix e Alexandre Morais da Rosa, analisam os riscos de estigmatização e manipulação associados à coleta e utilização de material genético, questionando a eficácia e validade dos exames de DNA. A obra também traz à luz como essa prova pode impactar negativamente a defesa dos acusados, revelando os desafios do devido processo legal.

O artigo aborda a importância do uso do DNA como tecnologia de prova no processo penal, discutindo suas implicações no contexto da delação premiada. Os autores, Yuri Felix e Alexandre Morais da Rosa, analisam os riscos de estigmatização e manipulação associados à coleta e utilização de material genético, questionando a eficácia e validade dos exames de DNA. A obra também traz à luz como essa prova pode impactar negativamente a defesa dos acusados, revelando os desafios do devido processo legal.
Por Redação – 16/11/2016
Novas Tecnologias de Prova no Processo Penal – O DNA na Delação Premiada, de Yuri Felix e Alexandre Morais da Rosa é mais um lançamento da Editora Empório do Direito!
“Um tema aparentemente sem muita importância ganha dimensão assustadora no contexto do devido processo legal. Diante do impacto de estigmatização, de submetimento reiterado à suspeita, da obrigatoriedade de fornecimento de material genético, precisamos conversar sobre o regime do DNA no sistema penal. A discussão em regra aponta os benefícios, deixando à margem toda discussão sobre a eficácia e validade dos ditos exames de DNA. Mergulhar sobre a temática, como fizeram os grandes amigos Yuri e Alexandre, pode nos mostrar os (des)acertos de se apostar – cegamente – no discurso científico do DNA. Manipulação, jogo sujo, alterações de coletas, deficiência de kits, alguns dos temas abordados no livro que recomendo. O último capítulo mostra como o DNA pode ser um trunfo da acusação que ceifa a defesa, no âmbito do processo negociado…”
Aury Lopes Jr
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