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Artigos Empório do Direito – A velhice, segundo cícero

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ARTIGO

A velhice, segundo cícero

O artigo aborda a reflexão de Cícero sobre a velhice, destacando que, em vez de se lamentar, devemos aceitar essa fase da vida como natural e valiosa. O autor argumenta que a sabedoria e a experiência adquiridas ao longo dos anos são essenciais e que a apreciação da velhice traz frutos que superam os prazeres fugazes da juventude. Cícero enfatiza a importância de aceitar a morte e de viver de maneira significativa, pois cada idade tem suas qualidades a serem valorizadas.

Rômulo Moreira
14 mar. 2018 13 acessos
A velhice, segundo cícero

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Publicado no Empório do Direito
Resumo do artigo

O artigo aborda a reflexão de Marco Túlio Cícero sobre a velhice, conforme exposto em sua obra “Catão, o velho, ou diálogo sobre a velhice.” O autor começa discutindo a naturalidade da velhice e critica a resistência humana a aceitá-la, considerando a sabedoria um elemento essencial à vida avançada.

Ele explora a incongruência de desejar a velhice, mas lamentar quando ela chega, enfatizando que a qualidade da velhice está atrelada ao cuidado com o corpo e a alma. Cícero rebate quatro argumentos clássicos contra a velhice: o afastamento da vida ativa, ao afirmar que a sabedoria e a experiência podem guiar questões públicas; o enfraquecimento do corpo, pontuando o valor do vigor intelectual em detrimento do físico; a privação dos prazeres da juventude, sugerindo que a velhice permite uma forma mais equilibrada de prazer; e a aproximação da morte, onde defende que a morte deve ser encarada de forma serena, como uma parte natural da vida.

Cícero conclui que a aceitação da velhice deve ser encarada de forma positiva e que a sabedoria adquirida ao longo da vida traz um valor inestimável à experiência da velhice, ressaltando que a morte não deve ser temida, mas sim compreendida como uma transição natural.

Resumo editorial produzido pela equipe da Criminal Player. O texto integral é de autoria dos experts e está publicado no Empório do Direito.

Tópicos do artigo

Principais pontos desenvolvidos no texto original

Principais tópicos abordados no artigo "A velhice, segundo Cícero" por Rômulo de Andrade Moreira.

  • Reflexão sobre a velhice: Cícero destaca que a velhice não é algo a ser lamentado, mas sim uma parte da natureza humana que deve ser aceita.
  • A ineficácia de lamentar a velhice: A tristeza com o envelhecimento é vista como uma inconsequência, demonstrando a falta de entendimento sobre o ciclo da vida.
  • Poder da sabedoria na velhice: A velhice traz consigo qualidades como a sabedoria e a clarividência, que são valiosas e superam a força física.
  • Desmistificando os defeitos da velhice: Cícero argumenta que características como mau humor e avareza são inerentes à personalidade e não específicas da velhice.
  • Os quatro motivos para o desgosto com a velhice: Cícero identifica quatro razões para o descontentamento com a velhice: afastamento da vida ativa, enfraquecimento do corpo, privação de prazeres e aproximação da morte.
  • Resposta ao afastamento da vida ativa: A sabedoria e a experiência permitem que os velhos continuem contribuições significativas à sociedade, mesmo sem força física.
  • Substituindo o vigor físico pelo intelectual: Cícero sugere que a velhice deve focar no vigor da mente e na educação das gerações mais jovens.
  • Prazeres da juventude versus velhice: A renúncia a prazeres excessivos na velhice pode resultar em uma vida mais equilibrada e saudável.
  • Valorização da autoridade adquirida: A velhice proporciona uma autoridade natural e um prestígio que muitas vezes superam os prazeres da juventude.
  • A morte como parte da vida: Cícero afirma que a aceitação da morte é fundamental, seja acredita na imortalidade da alma ou não, e que a morte deve ser encarada com serenidade.
  • Preparação para a morte: Desde a juventude, é importante cultivar a aceitação da morte para garantir uma velhice tranquila e corajosa.
  • Conclusão positiva da velhice: Cícero conclui que a velhice deve ser vista como uma fase natural e digna da vida, onde se deve aceitar o tempo que nos é dado para viver.
Leia o artigo completo no Empório do DireitoTexto integral no site da publicação
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Sobre os experts

Professores e especialistas que conduziram este conteúdo

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Rômulo MoreiraProcurador de Justiça do Ministério Público da Bahia. Professor de Processo Penal da Universidade Salvador - UNIFACS. Pós-graduado em Processo Penal pela Universidade de Salamanca.

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